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12.6.08

Portugal - Rep.Checa: O rescaldo da qualificação

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Recuando até às primeiras conferências de imprensa de Scolari, poder-se-á concluir que Portugal garantiu após a segunda jornada do Euro estar livre do embaraço. O tempo é para saborear a vitória e depressa regressar ao planeamento competitivo, não podendo os responsáveis cair no erro de euforias precoces. O que Portugal conseguiu foi uma oportunidade rara de poder “saltar” um jogo numa prova tão curta. Deve aproveitá-la, direccionando o seu planeamento de preparação para os quartos de final e encarando o jogo de Domingo com a importância que realmente tem: uma mera exigência de calendário.

O jogo
Bruckner confirmou o 4-2-3-1 de alta densidade numérica no meio campo e assumiu aquilo que os turcos não haviam feito: a superioridade lusa. Por pensar actuar pouco em posse e mais em transição, Bruckner preferiu a profundidade de Baros relativamente à acção de Koller como pivot, e a agressividade de Matejosky em detrimento da melhor qualidade que Jarolim oferece à posse de bola. Por tudo isto, Portugal encontrou, no primeiro tempo, muito pouco espaço para jogar. Esta dificuldade até podia ter sido contornada com o golo madrugador de Deco, mas o empate surgiu rapidamente, impedindo uma alteração da estratégia checa. Até ao intervalo, a partida manteve-se numa toada de equilíbrio, entre as dificuldades de Portugal em furar o denso bloco checo (muitas meias distâncias foram tentadas, indiciando instruções para essa opção) e incapacidade que os checos confirmaram ter para serem perigosos em transição.

No segundo tempo tudo foi diferente, particularmente entre os 50 minutos e o golo de Ronaldo. Nesse período Portugal conseguiu encostar os checos às cordas, criando sucessivas ocasiões de golo. A explicação desta inversão no jogo está num misto de mérito luso e grande demérito checo. Primeiro, a acção de Deco. A bola entrava sempre nele (daí o eclipse de Moutinho em posse de bola) e o 20 juntou a inspiração a uma incompreensível incapacidade adversária para perceber a importância que estava a assumir. A partir de Deco saíram depois alguns passes verticais que solicitaram Nuno Gomes, Ronaldo e Simão que, ou por erros posicionais, ou por alguma falta de determinação na resolução defensiva dos lances (a tal falta de agressividade que havia falado), resultaram em boas ocasiões de golo, fazendo a balança emotiva do jogo pender claramente para o lado de Portugal. Sem surpresas, e mesmo depois dos checos terem assustado novamente de canto, chegou o 2-1 e, aí, o jogo mudou de novo. O assalto checo à baliza de Ricardo passou a ser a estratégia de Bruckner e, nesse período, lamenta-se alguma incapacidade de Portugal para fazer mais circulação de bola, aproveitando mais cedo os espaços que eram criados. Ainda assim, Portugal resistiu sem excessivas dificuldades e acabou por tirar ainda mais um coelho da cartola que serviu de antecipação ao apito final como tranquilizador final das hostes lusas.

Pontos a melhorar
Foi, enfim, mais uma boa exibição portuguesa que se confirma de forma legítima, e a par da Alemanha, como a mais forte candidata ao lugar reservado na final para uma das equipas dos grupos A e B. Ainda assim, creio que mais importante do que salientar os aspectos positivos nestas vitórias – e são muitos – é identificar os pontos em que se poderá melhorar, e o jogo com a Rep.Checa traz ou recupera aspectos que merecem reflexão:

- Bolas paradas. É certo que Portugal encontrou nos checos uma grande oposição neste capítulo, mas tem de haver mais concentração e agressividade na resolução destes lances. Não pondo em causa o método (marcação ao homem, com 2 jogadores à zona), questiono se vale mesmo a pena deixar 3 homens na frente. É certo que retira presença adversária da área, mas também permite mais espaço para serem aproveitados os desequilíbrios individuais, tal como se viu no golo.

- Transição defensiva. Já me referi a isto antes do próprio Euro. Portugal desequilibra-se muito em posse. Até agora não houve uma equipa que se mostra-se realmente forte no aproveitamento deste momento, mas reside aqui uma ameaça para as fases mais adiantadas.

- Espaço entre linhas. Petit é apanhado muitas vezes a pressionar fora da sua zona, não havendo compensação dos outros médios. Esta situação pode provocar a saída dos centrais da sua zona em mais ocasiões do que seria desejável.

Golos
3 golos com 2 protagonistas comuns: Deco e Ronaldo. No primeiro juntou-se Nuno Gomes, com mais uma das suas já celebres “tabelinhas”, no segundo grande visão de Moutinho no passe fundamental para Deco e, no terceiro, o prémio para Quaresma num golo... “à Raul Meireles”!

De resto, 3 grandes jogadas. No primeiro, pena que Ronaldo não conseguiu concluir uma jogada que entraria nos melhores golos do Euro. No segundo, grande visão de Moutinho e Deco, antes de uma finalização fulgurante, à Ronaldo. Finalmente, no terceiro, a visão de Deco tem de ser posta no mesmo patamar da antecipação de Ronaldo, num entendimento telepático que foi o KO checo.

Nota para o golo da Rep.Checa. O problema não esteve em Petit (ou pelo menos é compreensível que tenha perdido o lance), mas no fosso que se criou entre o grupo de jogadores ao primeiro poste e o segundo grupo de jogadores. Foi aí que Sionko apareceu a cabecear.

Individualidades
Primeiro, Deco. Não está tão forte defensivamente como há uns anos, mas afirmou-se (porque a Rep.Checa também o permitiu) como o patrão do jogo português. Ganhou confiança e arrancou para uma grande exibição. Sentiu de tal forma o seu momento positivo que quis marcar aquele livre. E merecia que o tivessem deixado bater!

De resto, Ronaldo denotou grande vontade, reflectida em alguma imprudência na gestão de alguns lances. Ainda assim, foi incansável, acabando por ser altamente decisivo. Pode ser que arranque para um Europeu em crescendo! Pepe foi, de novo, enorme. Arrisco mesmo dizer que é o melhor central do Euro até ao momento. Finalmente, nota para as prestações discretas mas muito importantes de Simão e Moutinho, assim como para a acção de Nuno Gomes cuja performance positiva no Europeu começa a ficar marcada, em paralelo, por alguma incapacidade na finalização (infelicidade no que respeita ao jogo com a Turquia). Um golo tinha-lhe feito bem e talvez fosse importante para a sua confiança na fase em que falhar é proibido.
Na Rep.Checa, saliencia para Sionko. Já o tinha referido como o mais perigoso dos médios checos pela forma como aparece nas zonas decisivas, e confirmou estar a fazer um grande Euro. A questão é: como é que nunca revelou estas capacidades ao longo da sua já longa carreira?

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3.6.08

Portugal: Tudo pronto, ficam as interrogações...

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A contagem decrescente para o Euro aproxima-se do seu final e são já poucas as dúvidas em relação à Selecção. Na preparação para a prova tivemos a oportunidade de acompanhar os treinos em Viseu, o que possibilitou uma visão um pouco mais pormenorizada do que é habitual sobre a evolução dos trabalhos, fazendo com que o particular com a Geórgia, pela pouca dificuldade e intensidade do próprio jogo, não tenha sido merecedor de uma análise mais rigorosa, não acrescentando grande coisa ao que já era conhecido. Mas vamos a alguns pontos de opinião sobre esta preparação da Selecção:

Preparação
Começando pela programação de treinos e jogos. Não sou favorável a um grande número de jogos e até compreendo que não se façam testes frente a adversários de grande dificuldade. Quando se tenta em pouco tempo sistematizar princípios e rotinas de jogo, o treino é o que mais faz falta. Surge-me, no entanto, um dado de apreensão. A Selecção separou os treinos físicos dos tácticos, o que ditou que o tempo e a intensidade dos preparativos de ordem táctica fosse reduzido. Como o jogo com a Geórgia pouco fugiu às características de um treino de conjunto, o real teste à resposta portuguesa em ambientes a fases de maior intensidade de jogo fica para... o próprio Euro. Neste aspecto, reforço uma ideia que tenho sobre este tipo de competições. As Selecções que mais possibilidades têm de ganhar não são aquelas que melhor se preparam para a o inicio da competição mas sim as que mais conseguem evoluir durante a prova.

Modelo de jogo
Defendi aqui que Portugal tinha a oportunidade de rever o seu modelo de jogo, de se tornar mais forte a jogar em transição (o que pode ser particularmente útil perante adversários de maior nomeada) e de adquirir algumas rotinas que tirem melhor proveito daquele que é um dos melhores finalizadores do mundo, Cristiano Ronaldo (algo que contrasta com o habitual perfil do extremo português). Ora, isso não vai acontecer, pelo menos de uma forma declarada. Do que se pode até agora assistir, Portugal vai manter-se como uma Selecção que procura dominar essencialmente os jogos pela posse, sendo que não deixa de ser verdade que se identificam alguns movimentos importantes como a mobilidade dos extremos e a criação de espaços que permitam o aparecimento da explosividade de Bosingwa, libertando o corredor direito. Por outro lado, fica a sensação de alguma ausência de preocupação com o equilíbrio em posse, com Petit a ser um médio que participa activamente nas jogadas ofensivas, ao mesmo tempo que Paulo Ferreira e Bosingwa aparecem “abertos” em simultâneo. Como a Geórgia não nos concedeu essa benesse no particular de Viseu, ficou por testar um capítulo fundamental para quem quer dominar o jogo em posse: a transição defensiva.

Individualidades
Defesa direito: Bosingwa parece-me uma escolha inequívoca pela invulgar velocidade que empresta às suas acções. Pode ser uma arma ofensivamente e, defensivamente, igualmente importante nas recuperações. No entanto, Miguel pode vir a ser um elemento fundamental na prova. Primeiro pela instabilidade física de Bosingwa e depois porque julgo ser a opção mais aconselhável para os jogos em que haja preocupação em fechar junto aos centrais, onde Bosingwa tem manifestas dificuldades.

Posição “6”: Petit parte na “pole position” por diversos motivos. É uma opção que se compreende, mas perante certos adversários poderá haver interesse em utilizar outras soluções. Particularmente perante uma oposição que aposte num jogo de primeiras bolas, a capacidade aérea de Petit não será a que mais beneficiará o colectivo. Mas a mais clara das situações é no caso de Portugal defrontar equipas com 2 avançados. Scolari já deu a entender que quer que seja o “6” a “encostar” num dos avançados e, apesar da sua experiência, Petit poderá sentir algumas dificuldades nessa função. Aqui, tanto Veloso como Meira (embora, para mim, estranhamente não venha sendo testado nessa função) podem e devem ser alternativas a considerar.

Posição “8”: é a dúvida assumida por Scolari. Moutinho parece ter ganho o lugar com o golo frente à Geórgia, mas vendo o perfil de Petit, Deco e dos 2 laterais – particularmente Bosingwa – parece-me que Raul Meireles seria a melhor opção. Isto porque perante as características dos jogadores referidos, parece-me fazer mais falta um elemento que dê maior importância ao aspecto posicional, aproximando-se mais naturalmente de Petit, do que alguém que está, como Moutinho, geneticamente mais próximo das funções de Deco e não tão preocupado com os equilíbrios colectivos em posse.

Extremo: São muitas as opções de qualidade mas, para mim, não há dúvidas quanto à titularidade de Simão. Não é tão genial quanto Quaresma, mas oferece muito mais em termos colectivos do que os seus concorrentes. Em posse de bola é mais seguro (o que é muito importante tendo em conta o perfil de jogo de Portugal que tem já Ronaldo a jogar permanentemente no “risco”) e tem melhorado muito na sua capacidade de jogar em zonas fora das alas. Deve, na minha opinião, ser sempre uma primeira opção.

Ponta de lança: Nuno Gomes é o titular compreensível. Funciona bem como pivot, o que é importante, e costuma estar inspirado com as Quinas ao peito. Todos conhecemos, no entanto, o outro lado de Nuno Gomes. O seu aspecto psicológico tem sido muito oscilante e quando o atinge negativamente, perde confiança a um nível assustador. Se isso acontecer creio que Postiga deve ser aposta sem grandes reservas. Aliás antes do Euro já defendi a hipótese de uma aposta em Postiga como titular, sendo uma oportunidade nova para o agora avançado do Sporting que retiraria a pressão dos ombros de Nuno Gomes. Afinal foi nos momentos em que teve de substituir alguém que o 21 deu melhor conta de si e isso pode (ou não) ter a ver com o tal aspecto psicológico do jogador.

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28.7.07

O pós-Simão...

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Talvez tenha sido uma simples forma de pressão, talvez apenas um desabafo descuidado perante os microfones, mas a verdade é que a forma como Fernando Santos classificou os efeitos da, então hipotética, saída de Simão é reveladora do peso que o jogador tinha na equipa e nas suas aspirações para esta temporada. Afinal, foram 6 temporadas, sendo, simultâneamente, a principal referência das acções ofensivas da equipa e o jogador sobre quem os encarnados mais depositavam esperanças para os momentos em que nada parece funcionar. Simão foi, no Benfica, garantia de golos e assistências, cantos, livres e penaltis, momentos de pura inspiração e temporadas de produção constante. É impossível ignorar a sua relevância!

Dificilmente, porém, o futuro poderá estar verdadeiramente comprometido com a partida do capitão. Tacticamente, o modelo deverá continuar a evoluir em 4-4-2. Aqui a diferença estará no elemento mais adiantado do losango, onde Simão actuava com a particularidade de abrir na ala sempre que a equipa progredia com bola. Rui Costa, por exemplo, é um jogador mais participativo na construção, sendo menos vezes uma referência próxima dos avançados e, sobretudo, menos participativo junto às alas . Aqui, Fernando Santos tem como opção mais óbvia a adaptação dos princípios de jogos às características do 10, fazendo depender a largura ofensiva da equipa da acção dos laterais e da mobilidade dos avançados (neste caso, daquele que acompanhará Cardozo na frente). Rui Costa será, nesta altura, a solução mais evidente para a posição que Simão ocupava, tanto mais que foi nessa posição que actuou durante o “pico” da sua carreira, com o sucesso que se sabe. A ameaça será, neste caso, a fiabilidade do ídolo da Luz, dada a sua idade e historial recente de problemas fisicos. Mantendo o sistema, as alternativas poderão ainda passar pela utilização de Nuno Gomes numa posição mais recuada ou pela nova esperança da Luz: Di Maria. O Argentino é, sem dúvida, uma promessa a ter em conta, mas constitui-se igualmente como uma incerteza no curto prazo. Afinal, para além da idade, Di Maria tem ainda de ultrapassar a barreira da adaptação ao futebol europeu. Uma coisa fica, no entanto, clara: juntando Simão à saída de Miccoli, o Benfica perde grande parte da genética do seu futebol ofensivo, e 2007/08 mostrará uma equipa diferente na sua forma de atacar.


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4.7.07

O efeito "El Niño"!

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Depois de Henry, surge a aquisição de Torres. A verdade é que esta aquisição tem muito mais efeitos no mercado do que a simples mudança de um grande e promissor avançado...

Efeito no Liverpool
Desde logo, acredito que Fernando Torres possa verdadeiramente “explodir” no Liverpool. O futebol inglês molda-se na perfeição às suas características e o seu talento é por demais indiscutível.
Os “Reds” ficam agora mais fortes na frente, mas há outros sectores em que Benitez precisa de reforços. Se a defesa é um ponto forte da equipa, fica claro que Gerrard nem sempre é suficiente para criar desequilíbrios a partir da zona criativa. Luis Garcia partiu no sentido inverso de Torres e o reforço do sector criativo – particularmente as alas – torna-se agora um aspecto fundamental para a candidatura séria do Liverpool às principais competições em que se encontra envolvido.


Efeito no Atlético Madrid
Fernando Torres pode ser, por todos os motivos, o jogador mais difícil de substituir nos “colchoneros”, mas a verdade é que a aquisição de Fórlan já terá mostrado o caminho escolhido para fazer esquecer o mais querido dos jogadores entre os adeptos. Há ainda o aspecto Luis Garcia: Qual o efeito da sua aquisição no voraz apetite por um extremo?


Efeito no... futebol português
Se juntarmos tudo o que escrevi antes ao facto de Simão ser um sonho antigo do Liverpool e de Quaresma parecer ter um pé no Atlético, ficam as questões: Será que Quaresma ainda será um alvo do Atlético? Será que Benitez vai agora virar-se para Portugal na expectativa de levar um extremo (e aqui não se exclua o próprio Quaresma)?


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14.6.07

Simão: Despropositados 25 milhões!

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Época de defeso é sinónimo de bombardeamento noticioso. Temos as verdadeiras e as falsas, as verosímeis e as absurdas, mas ontem apareceu uma que não pode ser mais do que ridícula!

O jornal ‘A Bola’ noticia que, a partir de agora, Simão só sai por 25 milhões €. Ora, que os responsáveis Benfiquistas considerem Simão um jogador indispensável e que não o queiram vender, parece-me lógico, e até admito que se fixe um preço mais elevado por, realmente, haver pouco interesse em ver partir o “Capitão”. Acontece que a justificação apresentada para o novo valor da “etiqueta” é... Nani!

A ser verdade, esta notícia revela uma de duas coisas: Ou os responsáveis pela fixação do preço de Simão têm uma percepção limitada dos valores de mercado (a questão aqui não tem a ver, evidentemente, com a qualidade, mas com a idade dos jogadores), ou estamos perante uma “birra” desnecessária e pouco dignificante, quer para os dirigentes, quer para o próprio jogador, que não tem de ser comparado a ninguém na praça pública. Certamente, quem deverá começar a dispensar todos estes despropositados alaridos, são os adeptos!


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25.5.07

Na onda da época: Que tal Cissé no negócio Simão?

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É um facto de que ninguém tem dúvidas. Na fase pós competitiva – por muitos já apelidada de “Silly Season” – os jornais ombreiam-se por um nome e por uma manchete que faça furor. Esta é uma altura em que os adeptos reenchem o espírito de fé e expectativa. Fazem-se esboços de equipas-tipos e disposições tácticas que têm sempre por base jogadores desconhecidos mas em quem muito se acredita.

No Porto, as contas são medonhas e só após alguma “venda-grossa” se poderá equacionar qualquer aquisição minimamente custosa. No Dragão a incógnita que tenho é, aliás, sobre a que ponto poderão ir as vendas, face ao preocupante desequilíbrio das contas da SAD. No Sporting, já se sabe, o investimento é pouco mais do que zero. Por isso, e salvo qualquer saída de uma das “jóias”, qualquer notícia bombástica sobre aquisições verde-e-brancas será olhada com desconfiança. Resta o Benfica. Lançados pelas declarações efusivas de Luis Filipe Vieira – afirmou-se num momento investidor e não vendedor – os jornais já perceberam que é da Luz que poderão vir as novidades de interesse. Francamente, eu não acredito muito em milagres e, apesar de poder existir alguma margem para investimentos, dificilmente veremos alguma aquisição de verdadeiro peso, a não ser por empréstimo ou em condições verdadeiramente especiais.
Pato será uma ilusão, Zoro uma certeza de qualidade duvidosa e, na onda da época, deixo aqui uma especulação alimentada em “Terras de Sua Majestade”: a inclusão de Cissé numa eventual venda de Simão. Serve, pelo menos, de pretexto para o apetecível vídeo!

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27.4.07

Transferências: Simão e Saviola, para começar

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É um tema que aquecerá com o arrefecimento do futebol dentro do campo. Vai dar para vender jornais e, sobretudo, abrir o apetite durante o jejum do Verão. Começam agora a surgir os primeiros dizeres... e que dizeres! Ventos que vêm de Espanha (e estranhamente ignorados por grande parte da imprensa lusa – talvez a proximidade do clássico gere alguma sensibilidade) trazem notícias de um casamento certo entre Benfica e Liverpool, por Simão a troco de 15 milhões. A fonte é o aparentemente desinteressado “Sport” de Barcelona que – repito – dá a coisa como “feita”!

A “bomba”, para já, é no entanto Saviola, que troca o Barcelona pelo Real Madrid. Como é hábito neste tipo de trocas, o que os jornais “Blancos” garantem, os “Blaugranas” desmentem. Basta ler a “Marca” e o “Sport”. É um jogador fantástico Saviola, um talento que não explodiu mas que o pode fazer a qualquer momento. O “Pibito” tem nas suas características físicas, e ao mesmo tempo, as suas virtudes e defeitos para a posição em que actua. Saviola com o final do seu contrato e aos 25 anos uma decisão importante na sua carreira. Para além das questões financeiras (fala-se que cobra actualmente 4 milhões € por época), também o aspecto desportivo poderá tomar um rumo fulcral em 2007. Será que fazer, de novo, parte de um plantel onde é apenas “mais um” é a solução acertada?


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