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27.1.09

Escolho a assistência de Torres...

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- Em Inglaterra, a jornada de Taça teve como prato forte a visita do Tottenham a Old Trafford (2-1). Nota igualmente para o golo de Lampard.
- Em Itália, o Inter voltou a sofrer mas também às vitórias. 1-0 à Sampdoria. A Juventus havia já registado o mesmo resultado frente à Fiorentina.
- A exibição da semana veio do Milan, com um grande golo de Kaka e a estreia de Beckham a marcar. 4-1 ao Cagliari.
- Ainda em Itália, grande golo de Munari do Lecce.
- Em Espanha segue o festival do Barcelona e de Messi.
- Nota para os golos de Granero (Getafe) e Apono (Malaga).
- O Standard venceu 1-0. À atenção do Braga.
- No sub 20, a Argentina empatou a 2 com a Colombia e o Uruguai bateu o Paraguai por 4-2, com 1 golo de Urreta.
- Vitória do Corinthians na final da prestigiada Copa São Paulo de futebol júnior. 2-1 sobre o Atlético Paranaense.
- Para terminar, a proeza de um tal de Reyes. Joga na Nicaragua, não tem nada a ver com o outro, mas marcou um golo de fazer inveja a qualquer um...

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2.7.08

Quanto acham que pode valer este numero 9?

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30.6.08

Espanha: Indiscutível!

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O Campeão
Primeiro a nota para o Campeão. A Espanha foi de facto, e indiscutivelmente, a melhor equipa do Euro. As individualidades, já se sabia, eram óptimas e se é verdade que não partilho do exagero (previsível e habitual nestas alturas) de fazer desta uma equipa perfeita do ponto de vista colectivo, creio que teve alguns méritos importantes, também nesse plano. A saber:

- Primeiro, foi uma equipa que assumiu sempre a sua característica, a qualidade da posse de bola. Aqui o destaque vai para a opção por Iniesta e David Silva. Aragonês poderia ter ido buscar 2 extremos de faixa que “encaixassem melhor” no seu 4-4-2 clássico. Assim perdeu largura, mas reforçou uma qualidade genuína da sua equipa que ninguém conseguiu parar.

- Igualmente importante foi a segurança e pragmatismo espanhol no plano defensivo. A transição defensiva é fundamental neste tipo de provas onde um golo faz toda a diferença. Senna e os laterais, pouco aventureiros, garantiram um equilíbrio permanente. Por aqui se começa a explicar o notável registo defensivo.

Creio, no entanto, e esta foi uma critica que fiz no inicio, que o 4-4-2 clássico não era o esqueleto ideal para esta Espanha. Aliás, penso que a lesão de Villa acabou por ser positiva em termos tácticos para a selecção espanhola. Dito isto, não espanta a minha conclusão de que Aragonês, apesar dos méritos que referi (e há ainda um outro que tem a ver com a liderança, mas que não vou abordar aqui), não foi um treinador particularmente brilhante ao nível da visão que demonstrou na estratégia antes e durante os jogos (particularmente pelas suas substituições quase mecânicas).

A Final

O inicio
Confirmado o confronto de 4-5-1 e a ausência de novidades ao nível de individualidades, restava confirmar a postura estratégica, particularmente da Alemanha, já que a superioridade do jogo espanhol e a própria falta de apetência de Aragonês para estas adaptações estratégicas colocavam praticamente de parte alguma coisa específica da Espanha para a final. Os primeiros minutos – e este período durou 15 minutos – mostraram uma Alemanha muito consciente daquilo que tinha de fazer no jogo. Particularmente no que respeita ao posicionamento em relação à primeira fase de pressão espanhola (onde os russos haviam falhado). Com Klose muito próximo da linha média, a Alemanha impediu dificultou muito a vida ao primeiro passe espanhol, forçando muitas vezes a serem os centrais os protagonistas desse momento (outra evidência desta preocupação alemã com a primeira fase de construção espanhola, foi o facto de terem obrigado Casillas a bater bolas longas). Neste período chegou mesmo a dar a ideia de que poderíamos assistir a uma surpresa, com a Alemanha a montar uma teia ao jogo espanhol, mas a verdade é que os alemães acabariam por, rapidamente, evidenciar as suas limitações. A falta de qualidade técnica alemã começou a vir ao de cima e as perdas em posse foram transformadas em oportunidades para o meio campo espanhol pegar, finalmente, no jogo em posições mais adiantadas no terreno. A partir daqui, a Espanha conseguiu o domínio definitivo do jogo e, pode dizer-se, terá colocado a sua primeira mão na ambicionada Taça.

O golo
A vantagem chegaria, curiosamente, numa jogada em construção numa das primeiras vezes em que a Alemanha perdeu controlo sobre Senna e, seguramente, na primeira vez em que o seu meio campo permitiu a invasão do seu espaço entre linhas. Um erro posicional que é recorrente nos alemães e que tinha identificado no jogo com a Turquia, a definição de uma só linha de médios, possibilitou que um só passe retirasse todo o meio campo germânico da jogada. A bola chegou a Xavi que fez mais um passe de rotura. Metzelder colocou-se mal, Torres teve mérito, mas o que fez Lahm é imperdoável, perdeu um lance depois de ter ganho a posição. Depois das debilidades técnicas terem entregue o domínio do jogo aos espanhóis, outra reconhecida debilidade alemã deu-lhes vantagem no jogo: as fragilidades defensivas (neste caso, primeiro em termos colectivos, depois em termos individuais).

O resto do jogo
Francamente, da maneira como vejo a história do jogo muito do que há para dizer termina no golo de Torres. A partir desse momento a Espanha passou a ter todas as vantagens na partida, jogando com os erros de um adversário que era obrigado a arriscar e tendo o acréscimo de confiança fundamental num jogo de tanta pressão. Esta ideia está reflectida na forma como a sua superioridade ficou mais patente a partir do 1-0. Convém, no entanto, mencionar aquele pequeno período de algum fulgor germânico após a entrada de Kuranyi e o restabelecimento do 4-4-2 com que a Alemanha havia debutado o Euro. Na minha perspectiva, esse período deveu-se mais a um crescendo emocional, sustentado por alguns desequilíbrios que partiram sempre de bolas divididas ganhas a meio campo, do que a um desequilíbrio táctico provocado pela alteração de Low – aliás, pelo contrário, o 4-4-2 dava mais poder ao meio campo espanhol. Neste aspecto, discordo ainda com a ideia do brilhantismo atribuído à visão de Aragonês nas substituições. De facto, justificava-se a entrada de Xabi Alonso, mas tendo visto os jogos anteriores da Espanha, diria que as substituições ter-se-iam feito mesmo que Low não tivesse mudado nada.

Desinspiração alemã
Nesta vitória de superioridade espanhola, há que referir um pormenor importante. É que ninguém esperaria que os alemães se destacassem pelo domínio do jogo. Antes pelo contrário, exigia-se que a Alemanha tirasse de novo partido da sua eficácia ofensiva e, em particular, dos lances de bola parada. A verdade, no entanto, é que ao contrário do que aconteceu em praticamente toda a competição, Ballack, Klose, Podolski e Schweinsteiger revelaram-se desastrados nos momentos decisivos. Na área nunca foram incisivos como é costume e, nas bolas paradas, assistimos a uma sucessão de livres e cantos todos apontados de forma deficiente. É impossível deixar de lembrar o contraste com a inspiração revelada frente a Portugal... Assim teria sido bem mais fácil!

Individualidades
Individualmente, podia destacar praticamente toda a equipa espanhola (pelo menos pelo que aconteceu a partir do tal quarto de hora inicial). Casillas imaculado, a defesa sempre concentrada – nota para a coordenação no fora de jogo – e o meio campo à altura da qualidade que se reconhece. O meu destaque vai, ainda assim, para Torres. Sozinho na frente foi decisivo e incansável. Xavi também poderia ser a escolha, mas esta será para sempre a final de Fernando Torres.

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11.6.08

Espanha: Espectáculo garantido!

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Se ontem falei aqui de algum preconceito criado em torno da superioridade da equipa italiana, hoje tenho de chamar à atenção um outro, e em sentido contrário, em relação aos espanhóis. É verdade que a Espanha tem falhado sucessivamente e também sou da opinião de que há aspectos colectivos que não são explorados da melhor forma, mas não é pelo passado que uma equipa de jogadores jovens e muito talentosos deve ver a sua qualidade subvalorizada. O que se assistiu frente à Rússia foi, precisamente, uma prova da qualidade dos jogadores espanhóis, que fazem parte dos principais candidatos à vitória, ainda que discorde de algumas opções tácticas...

Primeiro os elogios à mais volumosa vitória até ao momento. A Espanha tem uma qualidade de posse de bola na sua primeira fase ofensiva sem rival ao nível de selecções. Adiantar as linhas para pressionar uma equipa que tem Xavi, Iniesta, David Silva e Senna no meio campo e que conta ainda com os apoios de Torres e Villa é uma espécie de kamikaze estratégico e foi isso que fez a Rússia no segundo tempo, originando assim aquela que terá sido a melhor série de jogadas do Euro até agora. Para além desta capacidade, os espanhóis contam com uma série de soluções para a frente de ataque que pode render vitórias em qualquer jogo. Particularmente, Villa e Torres são jogadores temíveis e de grande qualidade. Que o diga a Rússia!

Agora, o outro lado da equipa espanhola. Querendo confiar num pivot defensivo como Marcos Senna, com a qualidade de médios interiores que tem ao seu dispor e com a “obrigatoriedade” de jogar com 2 avançados, por que é que Aragones não opta por um meio campo em losango em vez do 4-4-2 clássico? A verdade é que ao optar por esta disposição a equipa espanhola parece incapaz de pressionar mais alto, o que seria aconselhável para uma equipa que gosta tanto de ter a bola. Ao invés, a sua linha de 4 homens permanece quase sem alterações quer a bola esteja do lado direito ou esquerdo, sendo obrigada a juntar-se à linha mais recuada, compondo um bloco demasiado baixo e pouco fiável (aqui a responsabilidade vai para alguma falta de capacidade defensiva da equipa espanhola). Mas também em posse a equipa espanhola pode ter algumas dificuldades com este dispositivo. É que mesmo com uma linha de quatro homens no meio campo, a equipa não encontra muitas referências de passe sobre os flancos (sobretudo sobre o lado direito, com Ramos como lateral e Iniesta permanentemente a surgir na zona de Xavi) e a sua progressão faz-se invariavelmente pelas soluções que os 2 avançados consigam oferecer à construção. Estes problemas foram evidentes na fase inicial da partida e, não fora a desastrosa prestação russa em termos defensivos e a qualidade dos seus avançados, bem poderia esta ter sido uma estreia mais complicada.

Por tudo o que referi, parece-me haver um misto de enorme potencial individual e melhorias a introduzir no plano colectivo. A Espanha tem margem de erro para evoluir mas, francamente, desconfio da visão de Aragones que, com a expressão desta vitória, ainda deve ter menos olho para os defeitos tácticos da sua equipa. Uma coisa é certa, da Espanha poderemos sempre esperar bons espectáculos.

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4.7.07

O efeito "El Niño"!

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Depois de Henry, surge a aquisição de Torres. A verdade é que esta aquisição tem muito mais efeitos no mercado do que a simples mudança de um grande e promissor avançado...

Efeito no Liverpool
Desde logo, acredito que Fernando Torres possa verdadeiramente “explodir” no Liverpool. O futebol inglês molda-se na perfeição às suas características e o seu talento é por demais indiscutível.
Os “Reds” ficam agora mais fortes na frente, mas há outros sectores em que Benitez precisa de reforços. Se a defesa é um ponto forte da equipa, fica claro que Gerrard nem sempre é suficiente para criar desequilíbrios a partir da zona criativa. Luis Garcia partiu no sentido inverso de Torres e o reforço do sector criativo – particularmente as alas – torna-se agora um aspecto fundamental para a candidatura séria do Liverpool às principais competições em que se encontra envolvido.


Efeito no Atlético Madrid
Fernando Torres pode ser, por todos os motivos, o jogador mais difícil de substituir nos “colchoneros”, mas a verdade é que a aquisição de Fórlan já terá mostrado o caminho escolhido para fazer esquecer o mais querido dos jogadores entre os adeptos. Há ainda o aspecto Luis Garcia: Qual o efeito da sua aquisição no voraz apetite por um extremo?


Efeito no... futebol português
Se juntarmos tudo o que escrevi antes ao facto de Simão ser um sonho antigo do Liverpool e de Quaresma parecer ter um pé no Atlético, ficam as questões: Será que Quaresma ainda será um alvo do Atlético? Será que Benitez vai agora virar-se para Portugal na expectativa de levar um extremo (e aqui não se exclua o próprio Quaresma)?


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