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2.9.10

O epílogo do mercado e... afinal o que é um "pinheiro"?

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- Quem diria, o mercado tem um epílogo! Os desempregados, pois claro. O Sporting dá o mote com Hildebrand e, diz-se agora, poderá dar continuidade com Franco. Num tempo de vacas tão magras, quem sabe não pega moda?

- Guillermo Franco. É, de facto, um jogador forte no jogo aéreo. Mas para quem quer jogar com uma referência para um jogo de construção mais directa. É que Franco não é mais alto do que Saleiro, por exemplo, e Saleiro não é um "pinheiro". Mas... o que é então exactamente um "pinheiro"?

- Entretanto, no Brasil, Deco defrontou Scolari. Ao ver o risonho abraço dos dois antes do jogo, e de repente, parecia que estava a ver o final apoteótico de um filme. E bem que o trajecto dos dois dava um filme...

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13.8.10

Paraíso para Deco

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Cada um terá o seu sonho, mas poucos conseguem tornar real a imagem que os acompanha durante toda a carreira. A imagem de um final ideal aos olhos dos próprios. Deco, sabe-se agora, será um desses raros privilegiados. Escolheu o regresso ao futebol quente e escolheu bem. Não só porque nenhum outro destino valorizará tanto as suas características como, mais ainda, nenhum outro clube poderá dar tanta côr ao futebol de Deco como o Fluminense actual.

Para um veterano criativo, não há melhor do que o futebol brasileiro. Aliás, estou por conhecer uma cultura que valorize tanto o pormenor técnico num jogo de futebol. Um passe ou um drible podem ser suficientes para esquecer tudo o resto, tanto para comentadores como para adeptos. Não é incomum, aliás, vermos veteranos esgotados a pedir substituição, enquanto o treinador é vaiado por aceder ao pedido do craque. Foi assim com muitos e é-o ainda com Ronaldo ou Petkovic, entre muitos outros. Esse é o ambiente que Deco encontrará. Um ambiente profundamente exigente - desengane-se quem achar que a pressão é menor - mas com uma tolerância infinita para a criatividade. Estão a ver Deco neste contexto, não estão?

Mas, se o Brasil pode ser o paraíso para o futebol de Deco, o Fluminense será, provavelmente, a melhor garantia de que não será já que o “mágico” deixará de ganhar. Depois de um longo período de crise, o “Flu” emergiu no momento mais inesperado, recuperando espectacularmente no final do Brasileirão 2009 e virando a página para se tornar num dos mais sérios candidatos ao título de 2010. Muricy Ramalho é o treinador de maior sucesso no presente do futebol brasileiro, e Fred um dos mais consagrados atacantes do campeonato. Mas é mesmo no meio campo criativo que este “Flu” mais promete entusiasmar. Deco vai formar uma dupla de “baixinhos” com Dario Conca, um dos mais interessantes criativos do futebol sul americano da actualidade. O Maracanã vai escaldar!



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7.12.08

Deco!!

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20.6.08

Portugal-Alemanha: A frustração de uma derrota primária

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O primeiro comentário vai para o sentimento que me fica após esta eliminação. Esta derrota frente à Alemanha representa uma desilusão sobretudo pela forma como aconteceu. Portugal tem evoluído muito a nível internacional nos últimos anos e por isso exigia-se que tivesse outra maturidade e outra preparação para os detalhes do jogo. De repente, parece que voltamos aos tempos em que sabíamos como dominar um jogo, mas não fazíamos ideia de como os evitar perder. Esta é uma responsabilidade que deve ser atribuída, em primeiro lugar, a quem define as prioridades do jogo nacional e é bom que, na hora de virar a página, se pense nisto. Em ganhar. Porque se ainda vamos a tempo de aproveitar esta sucessão de gerações talentosas que têm saído ao nosso futebol, não é dado adquirido que elas durem para sempre...

Low havia referido a intenção de tirar partido da exposição portuguesa em posse. Para isso, primeiro, introduziu um surpreendente e inédito 4-2-3-1 que retirou a Portugal a possibilidade de usufruir da superioridade táctica. Ainda assim, esta alteração apenas forçava a um literal encaixe de forças no meio campo (Petit e Ballack; Moutinho e Rolfes; Hizlsperger e Deco), não impedindo que Portugal se apoderasse da iniciativa do jogo, condição essencial para o aproveitamento de que falava Low. Não foi imediato, demorou cerca de 15 minutos para que Portugal se adaptasse à estratégia alemã, mas mal isso aconteceu, Portugal ganhou confiança, criou a primeira oportunidade de golo e... abriu o espaço para que os alemães inaugurassem o marcador.

Tudo aconteceu em ataque organizado, com grande mérito para os alemães. A bola entrou na esquerda e para aí foram Ballack e Klose, levando Petit e Pepe para uma zona que já tinha Podolski e Bosingwa. Notável a troca de bola alemã a sair da zona de pressão – a lembrar algumas jogadas frente à Polónia – mas Portugal poderia ter tido outra resolução do lance. Primeiro, justificava-se o recuso à falta (e a um provável amarelo) perante a incapacidade de Bosingwa para segurar Podolski, numa jogada que envolvia demasiados defensores nacionais. Depois, Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira deviam ter sido suficientes para controlar Schweinsteiger. O problema é que o único que acreditou no lance desde o inicio foi o alemão. Nem Carvalho definiu a posição conveniente ao primeiro poste, nem Paulo Ferreira conseguiu segurar o jogador do Bayern na marcação.

Entre os festejos alemães e a lesão de Moutinho não houve tempo para quase mais nada. Logo a seguir estava Schweinsteiger a bater um livre frontal que colocaria a bola na área. Falou-se de métodos zona e homem-a-homem antes do jogo, mas o que se passou neste e num outro livre do segundo tempo foi simples incompetência (com Ricardo a juntar-se à defesa no lance do terceiro golo). Claramente, e voltou à ideia que tinha à partida, o método é a mais irrelevante das discussões quando a interpretação dos lances é feita de forma tão primária.

O que se viu após o duplo golpe alemão foi apenas um reforço para a frustração da derrota. Portugal depressa adoptou um 4-4-2 com Deco numa das alas até à entrada de Postiga (penso que Scolari deveria ter colocado Deco no meio bem mais cedo, lançando mais um extremo), e Ronaldo nas costas de Nuno Gomes. A alteração é compreensível e pode dizer-se até que resultou. A Alemanha não teve facilidades em controlar Portugal e, por outro lado, raramente ameaçou Ricardo. A frustração surge precisamente aqui, na contradição entre a capacidade da reacção portuguesa e a forma primária como, ainda assim, se perdeu o jogo.

Individualidades
Como ponto negativo, e porque Portugal falhou essencialmente nos lances dos golos, ficam as acções decisivamente negativas de Bosingwa, Ricardo Carvalho, Ricardo e Paulo Ferreira (este, talvez, o mais negativo de todos e não só por ter estado em 2 golos).
Quanto às notas positivas: Deco, claro. Fantástico jogo do 20, que não merecia (nem ele nem quem gosta de futebol) que fosse privado de dar continuidade à sua performance neste Euro. Foi sempre a referência portuguesa para a posse de bola, mesmo quando actuava sobre um flanco, e não fez por menos, interpretando todas as jogadas com grande qualidade. Nota para o lance do primeiro golo. É ele quem lança a transição, libertando-se de forma notável de dois jogadores antes de lançar Simão.
Outro nome em destaque foi, também mais uma vez, Pepe. Outro que merecia ter continuado e, afirmo-o sem problemas: é o melhor central do Euro até agora.

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12.6.08

Portugal - Rep.Checa: O rescaldo da qualificação

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Recuando até às primeiras conferências de imprensa de Scolari, poder-se-á concluir que Portugal garantiu após a segunda jornada do Euro estar livre do embaraço. O tempo é para saborear a vitória e depressa regressar ao planeamento competitivo, não podendo os responsáveis cair no erro de euforias precoces. O que Portugal conseguiu foi uma oportunidade rara de poder “saltar” um jogo numa prova tão curta. Deve aproveitá-la, direccionando o seu planeamento de preparação para os quartos de final e encarando o jogo de Domingo com a importância que realmente tem: uma mera exigência de calendário.

O jogo
Bruckner confirmou o 4-2-3-1 de alta densidade numérica no meio campo e assumiu aquilo que os turcos não haviam feito: a superioridade lusa. Por pensar actuar pouco em posse e mais em transição, Bruckner preferiu a profundidade de Baros relativamente à acção de Koller como pivot, e a agressividade de Matejosky em detrimento da melhor qualidade que Jarolim oferece à posse de bola. Por tudo isto, Portugal encontrou, no primeiro tempo, muito pouco espaço para jogar. Esta dificuldade até podia ter sido contornada com o golo madrugador de Deco, mas o empate surgiu rapidamente, impedindo uma alteração da estratégia checa. Até ao intervalo, a partida manteve-se numa toada de equilíbrio, entre as dificuldades de Portugal em furar o denso bloco checo (muitas meias distâncias foram tentadas, indiciando instruções para essa opção) e incapacidade que os checos confirmaram ter para serem perigosos em transição.

No segundo tempo tudo foi diferente, particularmente entre os 50 minutos e o golo de Ronaldo. Nesse período Portugal conseguiu encostar os checos às cordas, criando sucessivas ocasiões de golo. A explicação desta inversão no jogo está num misto de mérito luso e grande demérito checo. Primeiro, a acção de Deco. A bola entrava sempre nele (daí o eclipse de Moutinho em posse de bola) e o 20 juntou a inspiração a uma incompreensível incapacidade adversária para perceber a importância que estava a assumir. A partir de Deco saíram depois alguns passes verticais que solicitaram Nuno Gomes, Ronaldo e Simão que, ou por erros posicionais, ou por alguma falta de determinação na resolução defensiva dos lances (a tal falta de agressividade que havia falado), resultaram em boas ocasiões de golo, fazendo a balança emotiva do jogo pender claramente para o lado de Portugal. Sem surpresas, e mesmo depois dos checos terem assustado novamente de canto, chegou o 2-1 e, aí, o jogo mudou de novo. O assalto checo à baliza de Ricardo passou a ser a estratégia de Bruckner e, nesse período, lamenta-se alguma incapacidade de Portugal para fazer mais circulação de bola, aproveitando mais cedo os espaços que eram criados. Ainda assim, Portugal resistiu sem excessivas dificuldades e acabou por tirar ainda mais um coelho da cartola que serviu de antecipação ao apito final como tranquilizador final das hostes lusas.

Pontos a melhorar
Foi, enfim, mais uma boa exibição portuguesa que se confirma de forma legítima, e a par da Alemanha, como a mais forte candidata ao lugar reservado na final para uma das equipas dos grupos A e B. Ainda assim, creio que mais importante do que salientar os aspectos positivos nestas vitórias – e são muitos – é identificar os pontos em que se poderá melhorar, e o jogo com a Rep.Checa traz ou recupera aspectos que merecem reflexão:

- Bolas paradas. É certo que Portugal encontrou nos checos uma grande oposição neste capítulo, mas tem de haver mais concentração e agressividade na resolução destes lances. Não pondo em causa o método (marcação ao homem, com 2 jogadores à zona), questiono se vale mesmo a pena deixar 3 homens na frente. É certo que retira presença adversária da área, mas também permite mais espaço para serem aproveitados os desequilíbrios individuais, tal como se viu no golo.

- Transição defensiva. Já me referi a isto antes do próprio Euro. Portugal desequilibra-se muito em posse. Até agora não houve uma equipa que se mostra-se realmente forte no aproveitamento deste momento, mas reside aqui uma ameaça para as fases mais adiantadas.

- Espaço entre linhas. Petit é apanhado muitas vezes a pressionar fora da sua zona, não havendo compensação dos outros médios. Esta situação pode provocar a saída dos centrais da sua zona em mais ocasiões do que seria desejável.

Golos
3 golos com 2 protagonistas comuns: Deco e Ronaldo. No primeiro juntou-se Nuno Gomes, com mais uma das suas já celebres “tabelinhas”, no segundo grande visão de Moutinho no passe fundamental para Deco e, no terceiro, o prémio para Quaresma num golo... “à Raul Meireles”!

De resto, 3 grandes jogadas. No primeiro, pena que Ronaldo não conseguiu concluir uma jogada que entraria nos melhores golos do Euro. No segundo, grande visão de Moutinho e Deco, antes de uma finalização fulgurante, à Ronaldo. Finalmente, no terceiro, a visão de Deco tem de ser posta no mesmo patamar da antecipação de Ronaldo, num entendimento telepático que foi o KO checo.

Nota para o golo da Rep.Checa. O problema não esteve em Petit (ou pelo menos é compreensível que tenha perdido o lance), mas no fosso que se criou entre o grupo de jogadores ao primeiro poste e o segundo grupo de jogadores. Foi aí que Sionko apareceu a cabecear.

Individualidades
Primeiro, Deco. Não está tão forte defensivamente como há uns anos, mas afirmou-se (porque a Rep.Checa também o permitiu) como o patrão do jogo português. Ganhou confiança e arrancou para uma grande exibição. Sentiu de tal forma o seu momento positivo que quis marcar aquele livre. E merecia que o tivessem deixado bater!

De resto, Ronaldo denotou grande vontade, reflectida em alguma imprudência na gestão de alguns lances. Ainda assim, foi incansável, acabando por ser altamente decisivo. Pode ser que arranque para um Europeu em crescendo! Pepe foi, de novo, enorme. Arrisco mesmo dizer que é o melhor central do Euro até ao momento. Finalmente, nota para as prestações discretas mas muito importantes de Simão e Moutinho, assim como para a acção de Nuno Gomes cuja performance positiva no Europeu começa a ficar marcada, em paralelo, por alguma incapacidade na finalização (infelicidade no que respeita ao jogo com a Turquia). Um golo tinha-lhe feito bem e talvez fosse importante para a sua confiança na fase em que falhar é proibido.
Na Rep.Checa, saliencia para Sionko. Já o tinha referido como o mais perigoso dos médios checos pela forma como aparece nas zonas decisivas, e confirmou estar a fazer um grande Euro. A questão é: como é que nunca revelou estas capacidades ao longo da sua já longa carreira?

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29.5.08

Por uma boa causa, foi Deco o avarento!

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26.3.07

Portugal - o render da guarda no miolo

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Do resultado do jogo sai – pela expressividade dos números e genialidade dos golos – o sentimento de que em Portugal mora uma selecção que junta um brilhantismo de dimensão inédita a uma juventude que promete anos de glória para as “quinas”. De facto, não consigo discordar da ideia mas creio que há ainda vários pilares a compor no “render da guarda” da selecção. Para além do evidente drama do ponta de lança (que falta ainda faz o tão criticado Pauleta!) há um outro sector que quero abordar: o meio-campo. Grande parte dos atributos das bem sucedidas selecções de 2004 e 2006 resultam do triângulo originalmente composto por Mourinho: Costinha, Maniche e Deco. Este trio conseguia sempre manter bastante próximos os sectores, tendo um homem mais posicional e importante no apoio ao eixo defensivo (Costinha), um médio de transição que aliava uma intensidade de jogo alucinante a uma certeza no passe e no remate que davam qualidade às soluções ofensivas e defensivas da equipa, e um 10 completo e moderno de que não vale a pena aqui falar muito porque é ainda figura de proa da equipa, não sendo por isso necessário substituí-lo. Neste particular, note-se que me refiro à substituição de Costinha e Maniche por terem sido recentemente afastados, sendo claro que qualquer um deles poderá voltar aos eleitos de Scolari...
A Costinha sucede Petit, um jogador diferente. O que Petit dá em certeza de passe tira em capacidade de jogo aéreo (cada vez mais importante nos meios-campos de hoje) e protecção à zona central da defesa. É uma questão de perfil, mas na actual estrutura da selecção não há uma substituição clara das funções de Costinha com a entrada de Petit. Das duas, uma: ou se encontram novas rotinas para colmatar estas funções particulares de Costinha, ou aparece um substituto morfologicamente mais próximo (neste particular tenho o meu favorito como já venho defendendo há uns tempos: Miguel Veloso).
Maniche parece-me o caso de mais difícil substituição – estamos a falar de um jogador que entrou na lista dos melhores jogadores no último Europeu e Mundial. Um jogador inteligente no posicionamento, pragmático no passe (falha poucos, o que é fundamental) e eléctrico nos momentos de transição. Pelo que já aqui escrevi (noutros posts), não é difícil antever que creio que estará em Moutinho a solução ideal. Esta é a posição (médio de transição) em que creio que Moutinho se pode verdadeiramente projectar. Tendo precisamente as mesmas características que apontei a Maniche, faltar-lhe-á apenas a decisiva capacidade de remate do jogador do Atlético de Madrid. Importa também falar de Tiago e Hugo Viana. Embora diferentes, creio que são jogadores que gostam demais do risco para actuar especificamente nesta posição (por exemplo, num meio campo a 4 não seria tão problemático).
O problema da subida do central...



Com uma frequência crescente se assiste no futebol a desequilíbrios que provêm da subida dos centrais. Nem todos o fazem mas são cada vez mais os protagonistas deste tipo de lances. Há uma pergunta evidente: se é tão benéfico porque é que não acontece com maior frequência nas acções ofensivas das equipas? A resposta pode ser encontrada naquela que terá sido a grande ocasião de golo belga...
Ricardo Carvalho tenta, perante a ausência de oposição, fazer o desequilíbrio na zona central conduzindo a bola em progressão. O passe para Tiago não vai no entanto ter o objectivo pretendido. Ao não receber com a eficácia pretendida a bola, Tiago atrasa para Miguel para evitar a pressão a que é sujeito. Mais uma vez, no entanto, as coisas não correm conforme o esperado e Mpenza vai ganhar o ressalto.

É aqui que a ausência de Ricardo Carvalho se faz sentir. A partir daquela posição, Mpenza tem muito espaço para direccionar o seu passe. Jorge Andrade é uma presença demasiado singular para tanta largura de campo...


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21.12.06

"Showboat"

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...é o nome desta rúbrica da Sky Sports que elege os melhores pormenores técnicos por essa Europa fora. Deixo aqui os destaques da semana anterior e... orgulhe-se, entre os eleitos há 3 portugueses! À "peitaça" de Viana e aos "olés" de Deco junta-se um toque "à Cristiano Ronaldo". O exclusivo do Madeirense vale mesmo o principal da rúbrica. Delicie-se!


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