5.9.10

alguns vídeos do fim de semana...

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- Poucas Selecções têm tantos motivos para acreditar na sua juventude como a Bélgica. Enquanto me questiono se algum dia verei uma grande equipa nos ombros de Hazard, Lukaku e companhia, peço que se olhe para uma jogada no meio do resumo da recepção à Alemanha. O movimento de Muller, do inicio ao fim. Estaremos outra vez na África do Sul?

- Estava a ver o resumo da derrota francesa e estranhei o nome, Kislyak, o "carrasco" gaulês. Depois de confirmar, de facto, era aquele médio que me havia impressionado no Euro sub 21. Pelos golos, mas mais do que isso. Parece que continua em Minsk, mas não deve ser por falta de talento para bater na bola. Só lhe vi um jogo, não posso jurar que valha a pena, mas não deixo de estranhar que, 1 ano depois, ainda não tenha saído do seu modesto campeonato.

- Marcelo Toscano? O Paraná está a tentar encontrar substituto para o nome que entusiasma Guimarães. Anderson Aquino, um dos candidatos, apareceu e fez isto.

- Finalmente, e sem mais comentários, o susto de Mehmet Scholl!.

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4.9.10

"Guimarazo" ou... o verdadeiro "caso Queiroz"

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- 0,2% O que é isto? Podia ser a estimativa do PIB nacional para a próxima década, mas não. Era a probabilidade teórica do Chipre marcar 4 frente a Portugal. Afinal, trata-se só de uma coincidência estatística, dirão os mais académicos. Se pusermos os pés na terra, porém, temos de convir que há mais do que um capricho dos deuses no "Guimarazo" cipriota. E não estou a falar de nenhuma mesquinhez de bastidores...

- Tudo começou 2 horas antes do apito inicial em Guimarães. Em Barcelos, era preciso ganhar. Foi quase. Tivesse Portugal tido oportunidades de golo e até podia ter sido possível. Sem oportunidades, claro, ficou um bocadinho mais difícil. A boa parte é que também já ninguém acreditava...

- Agora, e de novo, o "Guimarazo". A análise mais detalhada fica para depois, mas, se quiserem, ficam já os 2 aspectos que resumem a incompetência e que explicam também a "possibilidade estatística" lograda pelos cipriotas:
1) o funcionamento amador da linha defensiva (lembram-se do Mundial?)
2) o critério absurdo por trás de algumas opções individuais

- Há 2 anos dizia-se que Queiroz era preciso por causa do futebol de base. Sobre isso não posso opinar muito, porque desconheço com pormenor o que se passa nas Selecções de base. O que sei - e isto, eu sei! - é que a evolução táctica ao nível das 2 principais Selecções foi nulo nestes 2 anos. E "nulo" é simpatia.

- A coisa potencialmente mais preocupante é que, com uma direcção em fim de ciclo e um seleccionador mais preocupado com a exposição mediática do seu ego, não haverá ninguém cujos interesses pessoais estejam directamente ligados ao sucesso desportivo da Selecção. Ou seja, a não ser que Madaíl tenha a ilusão de continuar, o melhor é que esperar que ninguém faça nada durante um bom tempo...

E este é, para mim, o verdadeiro "caso Queiroz"

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2.9.10

Os melhores da Liga até agora (3 "grandes")

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A tabela é - ou pretende ser - auto explicativa. No fundo, trata-se apenas de uma média dos números que aqui tenho apresentado como complemento às análises dos jogos. Nesta lista incluí apenas 10 jogadores de campo de cada 1 dos 3 clubes analisados, como que sugerindo um 11 base para cada equipa. Os dados são obtidos pela média em 90 minutos de jogo de cada jogador.

O número de minutos é ainda curto e pode ter o forte efeito de uma boa ou má exibição no peso global da estatística. É seguro que com o passar do tempo algumas das tendências apresentadas se alterarão, mas, ainda assim, há já tempo suficiente para algumas conclusões interessantes sobre o rendimento de vários jogadores. Deixo alguns comentários pessoais sobre alguns casos:


Álvaro Pereira: A sua exibição frente ao Beira Mar tem um peso grande nesta estatística. É, entre todos, o jogador mais participativo, mas é no capítulo da eficácia que provavelmente mais virá a quebrar com o tempo. Isto porque o tal jogo com Beira Mar representou um nível de exigência muito baixo em termos de posse, permitindo-lhe acumular imensos passes completados, sem que essa seja uma tendência que se confirme noutros jogos.

Carriço: É o mais bem cotado dos centrais, mas os seus números têm de ser vistos com cuidado. Não porque não sejam fieis ao seu potencial, mas porque jogou muito tempo noutras posições.

Fernando: Tem potencial para ser ainda mais interventivo. É um jogador nuclear no Porto muitas vezes a sua exibição serve de barómetro para a própria equipa. Por exemplo, no jogo com a Naval teve a sua pior prestação e frente ao Rio Ave foi, no melhor período da equipa, o jogador mais influente.

Belluschi: Um dos casos em que os números revelam uma aptidão escondida. Belluschi é um dos jogadores mais úteis nos momentos defensivos e, embora isso nunca lhe tenha sido reconhecido, repete-o praticamente todos os jogos. O critério do passe em determinadas situações é a única coisa que o separa de um nível ainda mais elevado.

Maniche: Já o elogiei e, assim a equipa o permita, pode tornar-se ainda mais importante. A sua capacidade de passe não tem paralelo na Liga, pela rapidez, amplitude e eficácia com que o faz. Por isso é o jogador com maior número de passes completados por jogo, sendo que muitos deles são tudo menos triviais. Conhecendo-se a sua capacidade para ser também decisivo - ainda não o foi na Liga - é provável que se torne um jogador ainda mais determinante.

Gaitan: Os seus números estão muito influenciados por 1 jogo particularmente feliz. Mesmo reconhecendo-lhe potencial para evoluir, não é provável que mantenha tanta influencia decisiva.

Saviola: Tem potencial para ser muito mais determinante. É um avançado muito desestabilizador e que conseguiu já um jogo bastante bom na Madeira. Dele, porém, espera-se mais e não tenho dúvidas que acabará por vincar maior importância com o passar do tempo.

Falcao: É o caso mais enganador de todos. Não que os números mintam, obviamente, mas porque é fácil reconhecer-lhe capacidade para ser muito mais influente. Conseguiu a exibição mais marcante dos 9 jogos analisados (frente ao Beira Mar), mas acabou esquecido pela equipa nos outros jogos, com um nível de participação reduzidíssimo. Um desperdício, na minha opinião, mas disso também já tenho falado.



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O epílogo do mercado e... afinal o que é um "pinheiro"?

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- Quem diria, o mercado tem um epílogo! Os desempregados, pois claro. O Sporting dá o mote com Hildebrand e, diz-se agora, poderá dar continuidade com Franco. Num tempo de vacas tão magras, quem sabe não pega moda?

- Guillermo Franco. É, de facto, um jogador forte no jogo aéreo. Mas para quem quer jogar com uma referência para um jogo de construção mais directa. É que Franco não é mais alto do que Saleiro, por exemplo, e Saleiro não é um "pinheiro". Mas... o que é então exactamente um "pinheiro"?

- Entretanto, no Brasil, Deco defrontou Scolari. Ao ver o risonho abraço dos dois antes do jogo, e de repente, parecia que estava a ver o final apoteótico de um filme. E bem que o trajecto dos dois dava um filme...

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1.9.10

Naval - Sporting: Análise e números

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A confirmar-se a sua volatilidade recente, não é provável que Paulo Sérgio se agarre muito àquilo que aconteceu na Figueira. A verdade é que provavelmente devia. É utópico pensar que alguns dos problemas da equipa se terão evaporado subitamente e muito do seu eclipse episódico se explica naquilo que a Naval não foi capaz de fazer. Ainda assim, o losango trouxe a exibição mais consistente da temporada, alicerçada num crescimento significativo do rendimento individual de muitos jogadores.

Notas colectivas
Há dias confessei acreditar que esta era uma equipa individualmente superior àquela que o Sporting tinha há 1 ano e que se Paulo Bento a tivesse tido nessa altura dificilmente teria deixado Alvalade da forma que deixou. Ora, na Figueira tivemos um bom teste prático para essa hipótese teórica, com muito do que a equipa fez a aproximar-se da filosofia implementada por Bento. E a verdade é que se deu muito bem.

O domínio leonino foi alicerçado numa boa intensidade de todos os jogadores, valendo uma rápida presença nas zonas da bola e também representando uma mais valia na disputa de lances divididos. As dimensões do campo não são, aliás, um pormenor a menosprezar na análise do jogo. Nestas condições é sempre importante ser mais forte nas bolas divididas e na resposta a iniciativas mais directas, que acabam sempre por acontecer. Depois – e também tem a ver com a dimensão – é importante saber distinguir bem os momentos em que dá para circular e aqueles em que o risco não deve ser assumido. Em todos estes patamares o Sporting esteve bem e, sobretudo, sempre muito melhor do que a Naval. Aliás, uma das dúvidas que me fica é que resposta dará a equipa neste modelo, mas num campo maior. Sobretudo em termos defensivos, creio que há problemas que poderão ser mais vezes expostos. Mas isso só poderemos confirmar, se a fórmula for repetida noutras condições.

Importa também falar de outro aspecto que tem a ver com a dinâmica das alas. O Sporting tem tido alguns problemas na protecção dos flancos. Jogando em 4-4-2 ou 4-2-3-1, como vem sendo hábito, a equipa tem sempre 2 alas muito ofensivos e o meio campo, com apenas 2 jogadores, tem dificuldade para auxiliar a tempo a cobertura dos flancos. Este problema foi muito visível na Mata Real, mas tem sido um denominador comum na temporada e um dos problemas da equipa. Ora, este losango apresentou maior consistência nesse âmbito porque, apesar dos laterais serem muito ofensivos, havia 3 médios com responsabilidades mais posicionais, o que facilitava a compensação nos flancos. Mais uma vez, um jogo não chega para tirar conclusões, mas esta dinâmica foi bastante interessante, e mais interessante poderá ser com João Pereira, por exemplo.

Se tudo isto funcionou em termos colectivos, muita da explicação da subida de rendimento tem de vir da componente individual...

Notas individuais
De facto, num só jogo houve vários jogadores a conseguir os níveis exibicionais mais elevados da temporada, e isso não pode ser dissociado da estrutura e do modelo adoptados.

Primeiro, Liedson. De facto, foi outro jogador com alguém ao lado. Tem andado distante do seu nível de rendimento noutras temporadas, mas com o losango voltou o melhor Liedson. Muito participativo, conseguindo estar presente em todos os momentos da equipa e sendo uma mais valia para o colectivo pela abrangência das suas acções. Foi decisivo, e isso é obviamente importante, mas não é esse dado que deve ser mais relevado na sua exibição. Fica claro, nesta estrutura Paulo Sérgio ganha outro jogador na frente.

Depois Maniche. Passou mais ou menos em claro aquilo que fez no jogo, mas Maniche fez um jogo enorme na Figueira. É impressionante a sua capacidade de presença, a leitura rápida que faz do jogo e a capacidade de execução que tem ao nível do passe. Ter este Maniche é ter um jogador ao mais alto nível mundial. E ainda faltam os desequilíbrios que sabemos que é capaz de criar! Não sei se o critério da sua não convocação foi técnico, mas se foi, alguém anda a fazer mal o seu trabalho...

De resto, quase toda a equipa, do meio campo para a frente, esteve em níveis máximos de temporada. Um destaque particular para os efeitos que a estrutura teve em Yannick e Valdes. Yannick, porque, um pouco como Liedson, é neste figurino que se sente melhor e que as suas qualidades são melhor potenciadas. Quanto a Valdes fez o jogo mais completo desde que chegou. Finalmente foi um jogador total, para todos os momentos e não apenas um ala à espera que a bola lhe chegasse ao pé. Assim sim, pode ser uma mais valia.

Como nota negativa, e um dia após ter atingido o ponto máximo da sua carreira, Nuno André Coelho. Talvez a convocatória o tenha afectado, mas esteve algo displicente no passe, acumulando 3 perdas evitáveis. Ao seu lado, Carriço esteve bem melhor.



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Tales, Robinho e a conotação do "polvo"

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- Fim de mercado que resume bem a tendência de recessão actual. Por cá, a surpresa vem carregada de ironia. Em vez de um pinheiro, Paulo Sérgio ganha Tales, um criativo de menos de 1,70m. A questão é se alguém no Sporting foi informado desta contratação?

- Lá fora, claramente, o destaque está em Milão. Acrescentar Robinho e Ibrahimovic ao plantel em meia dúzia de dias não é para todos. É uma grande notícia para o sucesso do clube... no youtube.

- Entretanto, não posso garantir, mas pelo que percebi o "caso Queiroz" entrou numa nova e importante fase. Discute-se agora a conotação que deve ou não ser dada à utilização da palavra "polvo".

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31.8.10

Rio Ave - Porto: Análise e números

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Sem descarrilar. O Porto segue o seu caminho dentro dos mesmos eixos, mantendo a sua orientação em bases tão objectivas quanto possível. Não troca o controlo por uma ambição mais dominadora, e privilegia a precaução nos riscos assumidos enquanto espera pacientemente pelo seu momento ofensivo. Afinal, a diferença individual é sempre suficiente para acreditar que, em 90 minutos, haverá pelo menos 1 lance em que essa diferença possa ser espelhada. Para o nível do campeonato pode perfeitamente chegar, mas não podemos ser hipócritas ao ponto de dizer que o Porto deste ano “está melhor”. Pelo menos para já, não está. Continuo à espera desse indicador que marque a diferença em relação ao passado recente e pode até ser que ele chegue na situação em que falta testar a equipa: o teste de “stress”.

Notas colectivas
Carlos Brito queixou-se da sua equipa e tem razões para isso. O Rio Ave permitiu demasiada liberdade à construção portista durante boa parte do primeiro tempo. Deu-lhe tempo e espaço para pensar e isso começou por condicionar as aspirações do Rio Ave no jogo. A facilidade com que Fernando se tornou no elemento mais influente do jogo é o espelho dessa imprudência.

Ainda assim, nunca o Porto encurralou o Rio Ave e nunca teve um período em que conseguisse grande ascendente junto da baliza contrária. O jogo acabou por se decidir naquilo em que, pelo menos para já, o Porto de Villas Boas parece apostar tudo: na concentração e no talento individual. Foi assim no primeiro golo, em que a bola podia ter sido aliviada e acabou perdida na lateral da área. E foi assim também no segundo, em que uma perda de bola se transformou num ataque rápido e bem conduzido pelos jogadores portistas. Fora isso, e em boa verdade, poucos mais motivos houve para justificar a vantagem portista. Mas também não era preciso.

Para já – e repito a ideia – este Porto sabe o que quer dos jogos e esse é o seu grande mérito. Mas, para já também, não é uma equipa que mereça grandes elogios. A importância da componente individual é enorme e talvez seja aí onde o trabalho de Villas Boas mais deva ser destacado. No rendimento que tem tirado de unidades fundamentais como Hulk e Belluschi. É verdade que com esse “poder de fogo” o que existe pode chegar para o objectivo interno, mas também é verdade que não se vê uma equipa particularmente entusiasmante em nenhum aspecto. Sem bola, prefere isolar Falcao e fazer dele o “leme” do pressing, em vez de arriscar mais em termos de agressividade sobre a saída de bola contrária. Em organização, há uma boa circulação, mas nada que mereça, para já, particular adjectivação.

Este Porto está a ganhar e pode até continuar a fazê-lo, mas, pessoalmente, continuo à espera de mais...

Notas individuais
Começo por Falcao. Na verdade este seria um assunto mais próprio para a análise colectiva porque o “apagão” da Falcao tem muito mais a ver com o isolamento a que é sujeito, do que com a uma responsabilidade do próprio. Sem bola, tem uma missão importante, que é de orientar o pressing, mas a sua agressividade não serve de muito em organização defensiva porque está demasiado isolado para poder ambicionar recuperações. Talvez seja um desperdício mas é, ainda assim, uma opção colectiva legítima. A maior critica que tenho a fazer – e outra vez! – é para o pouco uso do jogador nas acções ofensivas. Falcao não serve de referência para as primeiras bolas e é pouco solicitado em apoios frontais. A sua função é esperar pelo momento da finalização que, como foi o caso do jogo dos “Arcos”, pode nem chegar. É pena porque é um grande jogador e um jogador para muito mais do que isto.

Depois Belluschi. Está visto que Belluschi é muito mais do que um criativo. A sua capacidade de trabalho nunca foi elogiada, mas uma análise rigorosa e contínua dos jogos mostra-nos que é neste aspecto um dos elementos mais valiosos da equipa. Espantoso! Assim fica fácil ser sempre um dos melhores. Como já disse, arriscar-se seriamente a ser uma das grandes figuras da liga. Só lhe falta trabalhar um pouco o critério de passe em determinadas situações, porque de resto está um jogador enorme.

Quero também abordar o caso de Moutinho. Um pouco ao contrário de Belluschi, tem sido com alguma desilusão que tenho assistido às suas primeiras exibições. Não tenho uma análise comparativa com os seus tempos de Sporting, mas para já Moutinho é um jogador útil e certo, mas... apenas isso. Não desequilibra e sobretudo não tem uma grande participação em termos de eficácia no trabalho colectivo. Não dá para dizer que está a jogar mal – nunca dá! – mas esperava mais dele em termos de influência.



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A confiança do leão e o sinal de Hleb

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- Nunca vi uma boa equipa sem confiança, escrevi-o há dias. A importância do factor psicológico espelha-se bem naquilo que o Sporting fez na Figueira. Sem me antecipar à análise do jogo e não entrando em qualquer juízo qualitativo, tenho de constatar que pela primeira vez o Sporting construiu uma vitória mantendo um controlo contínuo da partida. Agora, faça-se um exercício teórico... E se o jogo da Mata Real tivesse corrido bem, e hoje esta mesma equipa tivesse 9 pontos? Seria unanimemente reconhecido como um forte candidato, isso é certo. Quanto às suas possibilidades reais de chegar ao título, com mais ou menos 3 pontos, não seriam muito diferentes das que tem hoje. É que o problema presente do Sporting 10/11 não se esgota em estados de alma, mesmo sendo estes relevantes.

- Entretanto, Hleb fugiu. Por cá continuamos a achar estranho que jogadores troquem o nosso meio da tabela pelo topo de ligas cipriotas e, ao mesmo tempo, que outros, noutro patamar, prefiram o meio da tabela de ligas mais fortes ao nosso topo. Mais do que uma contradição, é um estado de negação. Prefere-se pensar que todos os que não nos escolhem, cometem um erro. Será? Obviamente que não. A verdade é que enquanto nos entretemos com as nossas peripécias internas, estamos a perder terreno no panorama global do futebol europeu. Todos.

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