7.1.10

20 talentos emergentes do futebol argentino (parte 1)

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No "talented football" deixei 10 destaques individuais no futebol argentino. Mais poderia haver e, naturalmente, 10 nomes não são suficientes nem para um curto resumo do que se passa num futebol que, embora fustigado por uma exportação cada vez mais precoce, continua a produzir muitos e bons valores. Acrescento, por isso, 20 figuras (em 2 partes) de jogadores jovens e que tiveram papeis importantes no recente 'Torneo Apertura'. São jogadores de talento mas a quem, na minha opinião, falta ainda algo para que o seu potencial seja avaliado de forma mais segura. Um destaque mais claro fica assim dependente da evolução nos próximos meses, mas é mais do que provável que muitos deles o venham mesmo a justificar...

James Rodriguez (18 anos; Med Esq; Banfield) – Este 'teenager' colombiano explodiu subitamente com a conquista do 'Torneo Apertura' pelo Banfield e já não deverá fugir à Udinese. Trata-se de um jovem com talento, com um notável pontapé, mas com um futebol ainda bastante indefinido em vários aspectos. Actuou como ala esquerdo num 4-4-2, mas é provável que, para atingir outros patamares se tenha de adaptar a posições mais interiores, tendo de evoluir especialmente na componente decisional.

Alexis Machuca(19 anos; Def Ctr; Newell's) - Não fosse a sua baixa estatura e não haveria grandes dúvidas sobre o seu potencial. Machuca é um jogador discreto mas extremamente competente, quer posicionalmente, quer quando tem de sair da sua posição. Também tecnicamente tem o que é preciso. O problema dele será mesmo ter pouco mais de 1,70m, não sendo também especialmente forte em termos de agilidade e impulsão.

Mauro Formica (21 anos; Med ofe; Newell's) - Tinha tudo para ser a sua época de explosão, reconhecendo-se-lhe o talento e sabendo-se da extraordinária campanha que fez o Newell’s. Mas não foi. Fórmica não conseguiu segurar a titularidade de forma clara perante a concorrência e oscilou entre um lugar na frente ou atrás dos 2 avançados. É um jogador com talento, criatividade e boa meia distância, mas falta-lhe ainda consistência e maturidade para que se possa afirmar definitivamente como um valor seguro.

Joaquin Boghossian (22 anos; Ava; Newell's) - Um dos nomes que mais mediatizados pelo recente Apertura. Ganhou o lugar a meio da prova, ao lado do paraguaio Achucarro e, de repente, parecia não parar de marcar. Boghossian tem uma capacidade física fora de comum, um colosso. Mas falta-lhe ainda mostrar mais consistência em termos técnicos para que se possa dizer que está definitivamente talhado para o sucesso. Merece tempo pelo que fez e pelo curto trajecto que tem na liga argentina. Para já, no entanto, comparações com Cardozo (que se viram muitas) só são possíveis para quem não conheça as características dos jogadores...

Facundo Bertoglio (19 anos; Med ofe; Colon) - É a joia do Cólon, uma das equipas com mais sucesso no último ano. Um jogador leve e extremamente difícil de parar no 1x1. Tem técnica e merece, realmente, que olhem para ele. Nem sempre foi opção inicial, até porque muitas vezes a potência de Fuertes e Nieto mereceu primeira escolha. Precisa de encontrar o seu enquadramento táctico definitivo e trabalhar esse capítulo do jogo. Se o fizer, será um caso sério, porque desequilibrar sabe ele...

Patricio Rodriguez (19 anos; Med ofe; Independiente) - “El Pato” é um jogador parecido com Bertoglio, leve e dificil de parar individualmente. Tal como o talento do Colón precisa de encontrar a sua maturidade táctica e de se tornar mais consistente em termos de decisão. Para já, e apesar do talento, ainda vive muito dos rasgos individuais. Mas não o percam de vista...

Leonel Galeano (18 anos; Def Ctr; Independiente) - Aposta do histórico Independiente para o centro da defesa. Descaído para o lado esquerdo, teve uma missão dura e se é verdade que não esteve perfeito, também é um facto que aos 18 anos não é nada fácil fazer melhor. A principal notícia é que muitas das suas dificuldades tiveram a ver com a dificuldade de dominar os duelos físicos perante avançados mais experientes, o que é uma lacuna de fácil resolução com o tempo. Ainda assim, merecendo naturalmente acompanhamento, não tem ainda nível para assumir mais exigências.

Marco Torsiglieri (21 anos; Def Ctr; Velez) - Apareceu na fase de rotatividade do Velez, à sombra do mediático Otamendi, mas a verdade é que Torsiglieri deixou ideia de merecer um destaque bem maior. A verdade, no entanto, é que não teve tempo de utilização suficiente para se perceber exactamente qual o nível a que pode chegar. Uma coisa é certa, no entanto: está francamente desvalorizado para o nível que tem e pode ter...

Fernando Tobio (20 anos; Def Ctr; Velez) - Apareceu a par de Torsiglieri e tem outro currículo, tendo feito parte das selecções jovens da ‘albiceleste’. Para além disso pode também jogar a lateral. É um jogador alto, rápido e com qualidade técnica, mas também teve alguns deslizes individuais nas oportunidades que lhe foram dadas. Merece, ainda assim, que não se lhe perca o olho...

Nicolas Otamendi (21 anos; Def Ctr; Velez) - É um dos casos mais populares do futebol argentino e provavelmente estará no Mundial. A verdade, no entanto, é que Otamendi está longe de ser um jogador de futuro certo. Contrasta as virtudes da capacidade técnica, agilidade, velocidade e capacidade de antecipação com algum descontrolo táctico. Abusa em vários aspectos como no risco em posse, nas tentativas de desarme em antecipação e nas saídas da sua zona. Para além disso, e apesar da sua agilidade e impulsão, tem menos de 1,80m, o que também tem de ser visto como um handicap.

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Alguém já se tinha esquecido dele?

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6.1.10

Porto: Serão estes os reforços?

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A opção pela rotatividade encontrou no jogo propriamente dito o destino ideal. Coisas da eficácia. Assim sendo, o embate com o Leixões mais pareceu um regresso ao passado, que é como quem diz, à pré época. Pelos Reis, como pelo Natal, não se perspectivam grandes prendas para Jesualdo e a montra a analisar pelo "Professor" deve ter sido aquela que evoluiu no relvado do Dragão. Aqui ficam as notas individuais dos “novos”, numa amostra, diga-se, pouco entusiasmante.

Miguel Lopes – A sua condição física ditou que só agora se pudesse estrear e os sinais que deu são razoáveis mas, ao mesmo tempo, pouco entusiasmantes. Esteve bastante activo e na maioria dos casos cumpriu com o que se exigia. No entanto, não deixou de cometer alguns erros de detalhe em termos posicionais e, sobretudo, não foi capaz de dar mais qualidade ofensiva ao flanco em situações em que tinha tudo para o fazer. Destacam-se, neste plano, alguns erros técnicos perfeitamente evitáveis. Terá oportunidade para dar nova impressão, mas, para já, diria que está bem no meio, entre Sapunaru e Fucile. Ou seja, tem tudo para ser muito melhor opção do que o romeno mas não revelou capacidade para ameaçar o uruguaio.

Maicon – Já tinha tido as suas oportunidades e parece estar na calha para ser aposta de Jesualdo sempre que Rolando o permitir. É um bom central, que me parece ter tido uma boa relação preço-qualidade, mas não tem características que possam fazer sonhar com altos voos. Parece não ter a reactividade e qualidade técnica necessárias para que atinja esses patamares. Esteve, no entanto, regular e se lhe for dado tempo e jogo deverá melhorar, quer em termos posicionais, quer em termos de confiança.

Nuno A. Coelho – Era, para mim, a grande curiosidade deste jogo. Não percebi a pouca aposta nele ainda em plena pré época e depois de ter dado excelentes indicadores. A verdade... é que continuo a não perceber. Teve um erro numa intercepção que só por milagre não deu em golo e que mancha, de certa forma, a sua exibição. Um erro de pormenor, mas... será que é por isso que não mereceu mais atenção de Jesualdo? De resto, é forte, rápido e ágil, fisicamente. Com a bola nos pés revela grande à vontade e até capacidade para dar qualidade ao inicio do processo ofensivo. Posicionalmente esteve, também, bem, revelando inclusive boa comunicação com os colegas. Se me perguntassem, diria que tem tudo para poder evoluir até altos patamares, mas... esta posição também não é propriamente o maior problema de Jesualdo.

Prediger – Torna-se difícil comentar individualmente um jogador que, ao fim de alguns meses, parece ter apenas meia dúzia de treinos na equipa. É que o desconforto do argentino na posição é tão grande que nem se pode falar muito da sua qualidade individual. O que me parece claro é que Prediger dificilmente deixará de ser um erro de casting. Um jogador que actuava numa posição diferente na Argentina e que não revela, sequer, grandes qualidades para jogar como “pivot” defensivo. Em destaque, o pesadelo que teve para controlar as primeiras bolas aéreas e a pouca reactividade no ajuste posicional. Até pode ter qualidades, mas, neste momento é apenas um corpo estranho.

Valeri – O argentino tem qualidades técnicas que ninguém nunca duvidou. O problema de Valeri é que não acrescenta absolutamente nada dentro do actual modelo. É mais um jogador que jogava noutra posição, noutro modelo, e que chega ao Dragão sem se perceber onde pode render mais. Ou seja, é mais uma aquisição que vem para jogar em funções para as quais não estava rotinado. Valeri poderá evoluir, poderá adaptar-se à posição de interior, mas para já tem exactamente os mesmos problemas de Belluschi, não servindo como alternativa ao seu compatriota em jogos mais exigentes em termos de reactividade táctica. Esteve bem com a bola nos pés, mas não se sente à vontade na posição para dar mais dinâmica ao sector, nem, muito menos, para garantir maior agressividade em termos de pressing.

Orlando Sá – A aposta de Jesualdo passava por lhe dar jogos e... golos. Por isso, por exemplo, lhe deu o penalti em Águeda. Orlando não teve nem sorte, nem tranquilidade para o fazer e hoje é um jogador com mais minutos mas também com mais pressão. Na realidade não fiquei ainda a perceber o porquê de uma aposta tão declarada num jogador que é especialmente forte no jogo aéreo e que não tem as características que o “Professor” tantas vezes exigiu para os seus 9. Poderá vir a ser uma aposta interessante para certas alturas, mas não se vê que possa ser grande alternativa à concorrência sul americana. Se me perguntassem, sugeriria que fosse emprestado para ligas onde o golo acontece com mais facilidade, que lhe retirassem essa pressão durante algum tempo até ganhar maturidade como avançado de alto nível. Se continuar pelo Dragão, o mais provável é que seja mais um 9 português com... uma “adolescência” traumática.

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Dempsey!

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5.1.10

Saleiro, Postiga e a importância de "ter golo"

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Tem boa presença física, boa técnica e decide geralmente bem. É verdade. Mas isso não faz de Saleiro uma certeza ao mais alto nível. Muito pelo contrário. Como Saleiro, há muitos por esse mundo fora e um bom exemplo de como estas características não são suficientes para se impor está na carreira daquele que foi o seu mais recente companheiro de ataque, Hélder Postiga. Um jogador também dotado com uma série de atributos apreciáveis mas que vem sucessivamente falhando no objectivo de se afirmar com um rendimento superior. Falta aqui um dado, aquele que definirá realmente até que altura poderá, ou não, Saleiro voar: “ter golo”.

A veia goleadora é sujeita a análises radicalmente opostas. Para alguns, parece ser a única métrica, para outros, a mais irrelevante. A verdade é que, para um avançado em particular, a capacidade goleadora não pode ser dissociada dos outros aspectos. A explicação é simples e qualquer avançado o pode confirmar. Para quem joga perto das balizas a relação com o golo é um dado absolutamente fundamental em termos psicológicos. Se um golo pode mudar a história de um jogo, pode também fazer milagres para a exibição individual do avançado que o marca. A explicação está no enorme impacto que tem o golo na confiança de um avançado. Um jogador que marca com frequência facilmente adquire confiança para evoluir noutros aspectos do jogo. Aquele que “esbarra” sistematicamente à frente da baliza, inevitavelmente ficará também afectado noutros capítulos do jogo, perdendo aí também confiança e rendimento. E não é difícil encontrar exemplos práticos deste fenómeno.

É por isso que a grande notícia para Saleiro poderá estar naqueles 2 simples pontapés que definiram os golos que marcou. É por eles que está mais confiante, é por eles que tem hoje condições para render globalmente mais, mas é também por esses 2 golos que se abre a única via de acesso para a ascensão de Saleiro ao mais alto nível: “ter golo”.
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O número de Café!

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4.1.10

Sporting - Braga: De onde vens, para onde vais?

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Não podia ser mais antagónico o momento de ambas as equipas na viragem para o novo ano. De um lado, o do Sporting, a importância de se desprender do passado recente para poder adquirir as novas ideias com a qualidade pretendida. Do outro, precisamente o contrário. O Braga procura agarrar-se com todas as forças ao que conseguiu fazer em 2009, e sabe que essa é a única forma de atingir as renovadas metas para esta temporada. Pelos 3 pontos não há lugar a relativismos. O Sporting conseguiu-os e, ao contrário do Braga, tem a sua situação facilitada na prova. Num outro contexto, mais analítico, nem uma nem outra equipa se podem contentar com o que foi apresentado. Isto, se querem um 2010 ao nível das expectativas entretanto criadas.

Sporting
Carvalhal parece ter-se decidido e voltou a apostar num sistema de 2 avançados, mesmo com tantas ausências nessa posição. O Sporting não esteve mal no jogo, mas revela ainda incapacidades relevantes e que o afastam de uma consistência e qualidade capazes de oferecer um domínio mais claro e continuado do jogo. Em termos de comportamento colectivo, o espaço entre sectores é ainda muito grande e isso impede que a equipa tenha mais presença nas sucessivas zonas onde o jogo se vai definindo. Aqui, parece-me, o caminho deverá passar por uma subida da última linha defensiva, que tem ainda muitas dificuldades em fazer um uso mais eficaz do fora de jogo. Algo que, como já expliquei, é normal pelas características do modelo anterior.

Mas, se os detalhes do comportamento colectivo são ainda essenciais para que se atinja outro nível, há também muito que dizer sobre os aspectos individuais. Primeiro, percebem-se ainda, e de forma muito clara, os efeitos pós traumáticos de um inicio de época desastroso. Não é normal que uma equipa viva períodos tão díspares ao longo de um jogo e só essa instabilidade emocional pode explicar este fenómeno.

Não desligado deste último aspecto está o encolhimento excessivo no arranque e final da segunda parte, bem como uma tendência excessivamente errática de alguns jogadores em determinados períodos do jogo, condicionando muito a capacidade de se dar um bom seguimento qualitativo ao jogo da equipa. Finalmente, há ainda que perceber que as diferenças individuais entre o Braga e o Sporting, neste jogo, não foram muito grandes. O mesmo é dizer que para valer mais o Sporting tem de apresentar também outras soluções, nomeadamente no ataque e nas laterais. Já agora, e a este nível, fica a questão: será que Matias Fernandez terá de arrancar do banco neste novo ciclo?

Braga
Domingos referiu no final que o Braga não tinha sido inferior e tem razão. Não que tivesse sido superior, mas acabou por dividir as fases de ascendente de um jogo nada monocórdico nesse plano. É difícil dizer, por exemplo, que o Braga tenha estado globalmente pior do que na vitória que conseguiu no mesmo palco em Agosto. Falhou, no entanto, num detalhe importante para a definição dos jogos e que será vital se o Braga quiser, realmente, levar os seus sonhos até ao fim: a eficácia.

Sobre o golo de Veloso não há, obviamente, nada a fazer. O mesmo, porém, não se pode dizer do lance que desbloqueou o marcador e que, em grande parte, foi responsável pelo crescimento de confiança do Sporting. O erro de Leone não é acidental, mas, antes sim, um lance que não pode nunca acontecer numa equipa que quer aspirar aos mais altos patamares. O Braga tem na sua linha defensiva, e na qualidade do seu comportamento colectivo, uma das suas mais importantes forças. Manter a posição, privilegiar as referências colectivas de posicionamento tem de ser algo “sagrado” para qualquer elemento. Um mau passe ou um mau alivio são erros individuais. O que fez Leone, não é um erro individual mas sim um erro colectivo por má interpretação individual. E isso não pode nunca acontecer.
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Benfica - Nacional - Entre dominar e conquistar

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A euforia do resultado do clássico arrastou também algum deslumbramento nas análises feitas ao rendimento encarnado. Algumas semanas depois, o Nacional serviu como contra-teste quase perfeito. Porque, tal como frente ao Porto, o Benfica se fez valer pelo domínio que a sua mais valia colectiva lhe garantiu. E porque, tal como nessa noite chuvosa, ficou bem claro que há certas individualidades que marcam a diferença qualitativa no futebol encarnado. Por isso, contra o Porto o domínio não fora espelhado em igual proporção de ocasiões e, por isso de novo, o mesmo aconteceu na recepção aos insulares.

Quem viu o jogo pode constatar 2 coisas pouco concorrentes. Que a vitória só cairia bem de encarnado, e, que com um pouquinho de felicidade, o Nacional até poderia ter vencido na Luz.

Quanto à primeira, ela explica-se facilmente. Avassalador domínio do Benfica, fruto de uma enorme diferença de qualidade nos processos colectivos. Enquanto que o Benfica protagonizou – ainda que nunca dentro de patamares já vistos – um jogo esclarecido e bem preparado em todos os seus momentos, do outro lado, o Nacional, raramente conseguiu atacar, compondo um jogo muitas vezes de um só sentido. O Benfica e a qualidade da sua transição ataque-defesa, explicam boa parte do sucedido, mas uma outra, bem relevante, esteve nas limitações colectivas do próprio Nacional. O facto do seu bloco ser constantemente “afundado” no campo pela circulação de bola do Benfica, fez com que as recuperações fossem muito baixas e, por isso, também muito menos capazes de ter seguimento.

No entanto, e apesar deste domínio, o Benfica tardou em estar verdadeiramente perto do golo, acabando por estar demasiado dependente de um capricho do jogo. Os motivos desta distância do objectivo têm a ver com a qualidade de interpretação dos processos, que passa muito pela capacidade individual de quem tem essa responsabilidade – os jogadores. Um problema que não tem só a ver com as ausências dos desequilíbrios de jogadores como Aimar e Di Maria mas que se estende a outros capítulos do jogo. É que se era importante ser mais forte no último terço em organização, era também fundamental potenciar mais momentos de transição. E eles, sem outros intérpretes, aconteceram em número muito escasso.

É um pouco isto que se pode esperar do Benfica. Uma enorme capacidade colectiva que lhe permite ser dominador, mas, também, uma dependência de algumas figuras para que esse domínio se traduza, realmente, numa capacidade conquistadora. Um problema que, afinal, é comum qualquer grande equipa.
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