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21.4.11

Benfica - Porto: Estatística e Análise

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- Surpreendeu-me a abordagem ao jogo de Jesus. Esperava que voltasse às duas linhas de quatro e à colocação de Peixoto junto a Garcia, repetindo a "fórmula" do Dragão. Não sei se não o fez por mera opção estratégica, ou se abdicou dessa opção apenas devido às ausências de Gaitan e Salvio. Seja como for, estou em crer que o treinador estará arrependido de não ter introduzido essa opção no jogo, não digo de inicio, mas no inicio da segunda parte.

- Também estranhei a abordagem do Porto ao jogo. A pressão incidiu mais no bloqueamento da zona média e não esteve especialmente agressiva sobre o tempo de passe na zona de construção. Com bola, o Porto raramente utilizou Fernando na primeira parte e notou-se uma tendência para recorrer mais directamente a Falcao. Talvez Villas Boas também estivesse à espera de outra estratégia do Benfica, mas a verdade é que a equipa teve dificuldades em ser dominadora no jogo, como aconteceu na segunda parte.

- Com a combinação das duas posturas, o jogo na primeira parte foi relativamente fraco. Pouco risco em posse, várias solicitações directas de parte a parte e poucas situações de ataque rápido. Esteve melhor o Benfica durante boa parte do tempo, conseguindo ter mais bola e chegar mais perto da baliza contrária, especialmente através de vários livres nas imediações da área. Apesar disso, foi também sempre o Benfica quem esteve mais propenso ao erro, e acabou por conceder a principal ocasião da primeira parte, precisamente num lapso de Jardel.

- A segunda parte foi realmente diferente, embora se deva dizer que o Porto conseguiu um notável aproveitamento das ocasiões criadas, já que não foram muitas mais do que os golos que marcou. A principal alteração no jogo teve a ver com o domínio, sendo que na segunda parte foi o Porto quem tomou conta do jogo, invertendo a posse de bola e passando a actuar como mais gosta, ou seja, em ataque posicional, dando fluidez à circulação e com uma forte reacção à perda.


- Há dois momentos que me parecem decisivos no jogo. A alteração de Micael por James, e o primeiro golo. O efeito da alteração não teve a ver com a prestação de James, que até foi, a meu ver, bem inferior à de Micael, mas com a alteração táctica e com a presença de mais um elemento na ligação meio campo-ataque, no corredor central. O domínio, aí, acentuou-se de forma clara. Depois, o golo, com o Benfica a acusar claramente o momento, a ter dificuldade em organizar-se defensivamente, em se manter agressivo sobre a posse contrária e em sair do "colete de forças", nessa altura claramente observável. Foi tudo muito rápido, mas provavelmente Jesus poderia e deveria ter sido mais lesto a reagir.

- A reacção do Benfica à súbita inversão de situação foi boa. A entrada de Aimar trouxe mais qualidade e energia e a equipa parecia ser capaz de voltar a crescer no jogo. As substituições posteriores podem retirado organização e quebrado o momento de reacção após o 1-3. Nunca saberemos o que teria acontecido, mas a verdade é que fica a ideia que colocar mais gente na frente apenas partiu a equipa e lhe retirou consistência.

- Em suma, o Porto foi claramente feliz pelo aproveitamento que conseguiu na sua melhor fase, já que o jogo esteve muito tempo longe de parecer fora do controlo para os dois golos de vantagem que o Benfica trazia da primeira mão. Ou seja, o seu mérito é incontornável na forma como impôs o seu domínio durante os primeiros 30 minutos da segunda parte, mas para quem tinha de recuperar dois golos, é também verdade que a primeira parte não foi bem conseguida. Quanto ao Benfica, e como referi ontem, voltou a não conseguir gerir o jogo e a vantagem muito confortável que trazia, sucumbindo claramente assim que o jogo começou a ameaçar escapar-lhe.

Notas individuais (Benfica)
Jardel - Conseguiu algumas intervenções vistosas, mas no geral foi pouco para os erros que cometeu. Ainda assim, este era um jogo de elevado grau de dificuldade e Jardel parece-me uma opção nesta altura claramente mais fiável do que o super instável Sidnei. O que não se pode esperar é que se torne, de repente, numa solução ao nível de Luisão ou David Luiz.

Peixoto - Continua-se a querer ver nele uma solução que não oferece, nem nunca ofereceu durante toda a época. Ou seja, sempre que joga no corredor, Peixoto tem grandes dificuldades em impor-se, quer em termos de agressividade/intensidade, quer em termos de capacidade criativa. As suas melhores exibições foram como médio, em posições interiores, onde parece dar-se bem melhor. Devia ter saído mais cedo no jogo (ou mudado de lugar), porque a jogar onde estava, nunca deu muito à equipa.

Jara - Lutou, é verdade, e até conseguiu alguma consequência em situações pontuais, mas nas intervenções mais importantes, quando era possível acelerar o jogo e tentar situações de ataque rápido, decidiu quase sempre mal. A principal das quais, no lance que terminaria com o golo de Moutinho. Jara tentou forçar sozinho e acabou por retirar à equipa a possibilidade de surpreender o adversário, num lance que ilustra bem as suas dificuldades em lances do género.

Aimar - Obviamente que devia ter entrado mais cedo. Numa situação em que Gaitan e Salvio estão indisponíveis, não parece muito compreensível que se reserve tão pouco tempo para Aimar.

Notas individuais (Porto)
Otamendi - Cometeu em erros em posse - o que lhe é hábito - mas revelou-se fantástico nos momentos de transição. Quer em recuperação, quer em antecipação do primeiro passe de transição, Otamendi sobressaiu claramente dos restantes jogadores.

Fernando - A sua exibição é um pouco a imagem da equipa. Ou seja, na primeira parte esteve ausente do jogo (não por culpa sua), mas na segunda cresceu muito, atingindo os parâmetros habituais do seu rendimento. Com mais presença em posse, ainda que com erros, e sobretudo muito forte no controlo defensivo da sua zona, nomeadamente na reacção à perda.

Micael - Saiu, mas até esse momento tinha sido provavelmente o melhor jogador da equipa. Seguramente, foi aquele que mais participação e influência teve em posse, e também com uma presença importante na recuperação (capítulo onde tem dificuldades).

Moutinho - Tal como contra o Sporting, voltou a ser decisivo ofensivamente, mas menos correcto e influente com bola, em relação àquilo que é o seu traço habitual. Ainda assim, há claramente uma explosão de rendimento com a alteração táctica e com o golo que marcou. A partir daí "encheu" o campo, com a sua presença elástica e extensível a todas as situações do jogo.

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5.4.11

Benfica - Porto: estatística e notas individuais (Benfica)

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Luisão – Voltou a ser o melhor e mais consistente jogador da sua equipa. Numa defesa que erra com uma frequência tão vertiginosa como a velocidade que tenta imprimir, é tão somente brilhante que Luisão consiga os níveis de consistência que tem revelado ao longo de toda a época.

Coentrão – Voltou a mostrar porque é um dos melhores laterais esquerdos da actualidade. A sua intensidade é o reflexo da própria filosofia da equipa. Aliás, nessa personificação de uma identidade colectiva, Coentrão partilhou também os defeitos da equipa. Faltou-lhe critério em certas situações e isso valeu-lhe alguns erros que poderia evitar.

Saviola – Não foi uma exibição soberba, mas voltou a ser um elemento influente nos desequilíbrios da equipa e também com uma participação mais inspirada do que em jogos recentes.

Peixoto – Entrou bem no jogo, com grande atitude e intensidade. Tem-se revelado bem mais consistente em posições interiores, embora a sua irregularidade não dê para que se retirem grandes conclusões de tão curta amostra.

Sidnei – Quase se tornou o salvador, já no final do jogo. Aliás, quer como lateral, quer em situações ofensivas, foi quando a sua produtividade subiu. Sidnei pode ter ganho pontos em relação a Airton como alternativa aos laterais, mas, realmente, tem de se questionar o seu rendimento na posição em que se pretende afirmar. Como sempre alertei, não é um jogador que erre ou arrisque menos do que David Luiz, mas não tem comparação com o actual central do Chelsea em muitas características. Enfim, nesta altura, e embora Jardel tenha pouco tempo de utilização, não se veem grandes motivos para que possa ser considerado como o “dono” do lugar.

Airton – Muito fraca a sua prestação como lateral. Pareceu particularmente nervoso sempre que a bola passou por ele, dando pouca sequência aos lances que por si passaram. De facto, apenas no choque e jogo aéreo se conseguiu impor. Provavelmente, uma experiência para não repetir...

Javi Garcia – Venho alertando para a sua vulnerabilidade em posse desde os primórdios da temporada. Nem sempre o preço foi tão elevado, mas a frequência dos seus erros é enorme, sendo que provavelmente não teria aguentado o lugar se tivesse este tipo de rendimento com bola numa liga mais competitiva. Javi tem aspectos onde é uma mais valia, sem dúvida, mas as suas vulnerabilidades são também incontornáveis...

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3.2.11

Porto - Benfica: Análise e números (Benfica)

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Notas colectivas
É mais engraçado falar-se de “vitórias tácticas” e outras coisas que tal. O facto é que os alicerces da vitória encarnada são, a meu ver, três: atitude, eficácia e qualidade. Sendo que a qualidade sempre esteve lá, só que quase sempre, e quase todos, só a vêm depois de saberem o resultado.

Quanto ao lado táctico, na verdade, não há assim tanta novidade. A equipa jogou em 4-4-2 clássico como já fizera em tantas outras ocasiões, nomeadamente nos jogos da Liga dos campeões. Mesmo frente ao Porto, no “pesadelo” do Dragão, havia apresentado uma linha de 4 no meio campo. Mas houve uma diferença, de facto.


No jogo para o campeonato, e apesar da tal aproximação de Martins a Garcia, não existiu qualquer preocupação em relação aos movimentos de Belluschi em largura. O argentino libertou-se algumas vezes e nessas ocasiões teve um impacto decisivo. Desta vez, Jesus foi precavido como já devia ter ido para o primeiro jogo. É que esse tipo de movimentos são comuns no Porto. Muito mais do que o nome do jogador, houve a preocupação de o alertar para o que teria de ser feito. O facto de ter jogado Peixoto, o que não é normal, ajuda a realçar a preocupação do treinador, mas ela podia ter existido mesmo mantendo Aimar ou Martins no meio campo.

De resto, e aproveitando a vantagem que conseguiu, o Benfica esteve sempre muito bem e ao seu nível. Conseguiu potenciar o erro do adversário e levar a melhor através da pressão e agressividade que introduziu. Depois, e com o passar do tempo, acabou por ter de assumir uma postura mais posicional, sobretudo após a expulsão. Durante muito tempo conseguiu evitar uma exposição dos centrais e quando o Porto os forçou a abrir mais pelos movimentos de Hulk, eles responderam bem, contando também com uma cobertura solidária da equipa.

É importante, finalmente, destacar o papel fundamental de Sálvio e Gaitan no desempenho táctico da equipa. Há algum tempo que venho escrevendo que os argentinos estão perfeitamente ao nível das exigências defensivas do modelo e que há uma visão tão generalizada como mal fundamentada sobre a sua utilidade táctica. Isso foi mais claro neste jogo, mas não foi novidade nenhuma.

Notas individuais
Coentrão – Espectacular actuação! De tal modo que, mesmo expulso, acho que merece o estatuto de melhor em campo. Discute-se se deve ser defesa ou médio, mas há jogos onde Coentrão parece ser defesa e médio ao mesmo tempo, tal a intensidade que coloca nas suas acções.

Luisão e Sidnei – Estiveram ambos bem. Melhor Luisão, sobretudo porque não cometeu alguns erros do seu parceiro, mas ambos estiveram bem. É certo que protegidos pela equipa, mas corresponderam bem quando foram forçados a sair da sua zona.

Javi Garcia – Marcou um golo importante e esteve bem na sua missão posicional. O facto da equipa não ter assumido um jogo com mais posse, ajuda-o porque claramente não se sente muito confortável nesse momento. Tudo somado, esteve praticamente perfeito em tudo o que fez.

Peixoto – Fez de facto um bom jogo. Cumpriu a missão específica sobre a esquerda e com bola também esteve bem.

Gaitan – As estatísticas indicam-no há muito e aquilo que aqui venho escrevendo deve começar a ser mais evidente com o passar do tempo. Mantém-se sem a intensidade (com e sem bola) que o poderia catapultar para outro rendimento, mas é um jogador de grande qualidade técnica e muito útil tacticamente, porque, simplesmente, se posiciona bem, no local certo e no tempo certo. Recuperou um número muito elevado de bolas apenas e só porque entende a sua missão táctica.

Salvio – Não teve o protagonismo de Gaitan no trabalho defensivo, mas é bom notar que também Salvio se relaciona muito bem com Maxi no corredor. Muito rápido a compensar o lateral e, mesmo que não tenha tido grande impacto no jogo, esteve bem na generalidade das oportunidades que teve para jogar.

Cardozo – A meu ver, não se justificava a sua permanência em campo depois da expulsão de Coentrão. Ainda assim, é de notar o esforço que fez na sua missão, conseguindo muitas vezes ser útil em situações muito complicadas, e quase construindo um golo praticamente sozinho. O ponto sobre Cardozo é que a sua capacidade de trabalho parece aumentar em jogos de maior grau de dificuldade. O que indicia que se lhe pode exigir noutras ocasiões onde até lhe é mais fácil fazer mais.



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29.10.10

Melhores e piores na Liga (até à 8ª jornada)

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Antes do inicio da jornada, deixo uma pequena curiosidade. Reforçar a ideia de que a análise refere-se apenas a jogadores dos 3 grandes utilizados mais de 350 minutos na Liga. Relembro também que, podendo-se concordar ou discordar dos resultados, a análise tem por base apenas e só dados estatísticos recolhidos em todos os jogos da Liga já disputados, sendo estes classificados da mesma forma para todos os jogadores.

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27.9.10

Marítimo - Benfica: Análise e números

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O Funchal foi apenas a primeira curva de uma longa maratona para o Benfica. Um desafio a que se vê agora obrigado depois do seu mau inicio de época, e que força a equipa não só a ser competente, como a superar a carga psicológica que quem vai atrás sente sempre. O problema, basicamente, é que para quem vai atrás ganhar não chega, e isso impede a equipa de beneficiar de todo incremento de confiança que cada vitória traz. Para já, pode dizer-se, o Benfica passou o primeiro teste porque foi, simplesmente, demasiado competente para o Marítimo que apanhou. Mesmo com todos os problemas de eficácia. A qualidade de jogo não se questiona - nunca se questionou - mas esta eficácia dificilmente chegará para contornar o próximo obstáculo: o Braga.

Notas colectivas
Criou várias oportunidades de golo, mas não dá para dizer sequer que o Benfica tenha feito uma exibição fulgurante em termos de uma superação própria. Um pouco à imagem do que acontecera com o Sporting – embora com evidentes diferenças de qualidade e abordagem ao jogo – o Marítimo foi uma equipa demasiado inocente e permissiva em termos defensivos. Assim, e face a este Benfica, não só não podia disputar a posse – algo que estrategicamente não se propôs fazer – como não podia controlar defensivamente o adversário.

Mais do que os níveis de organização em cada um dos momentos, deve-se questionar a fraca intensidade dos insulares no desempenho da sua proposta de jogo. Baixar o bloco para depois jogar com o espaço era a estratégia, mas o Marítimo acabou a permitir que o Benfica fosse perigoso pela exploração do espaço a partir de momentos de transição e, até, a partir de situações simples como lançamentos laterais no meio campo contrário. Ora, se o objectivo é tirar o espaço ao adversário, como se pode querer ganhar se durante o jogo se permite tantas vezes que este explore a profundidade na transição?

E, assim, sempre dentro da qualidade do seu modelo, com a influência de Carlos Martins e a capacidade desequilibradora de Gaitan, Coentrão e Saviola, o Benfica foi criando e criando até chegar, finalmente, ao seu golo. O alerta escrevi-o no inicio: é preciso mais eficácia e tranquilidade em vários pormenores. A finalização é um capítulo óbvio, mas houve também 2 ou 3 perdas de bola em posse que ofereceram situações de golo que o Marítimo usufruiu e pouco fez por criar.

Notas individuais
Vou optar por comentar alguns jogadores individualmente:
Luisão – Está ser um inicio de época muito bom em termos individuais e na Madeira terá feito, talvez, a sua melhor exibição. Impressionante o domínio que consegue sobre a sua zona, a eficácia com que se move tacticamente fora dela e a lucidez que revela. Houve um tempo em que era muito criticado. Hoje, com organização e estabilidade no seu sector, percebe-se o grande jogador que é. Um alerta para que se distinga sempre o que é colectivo, do que é individual.

Javi Garcia – Continuo a achar que Airton tem mais capacidade para o lugar. Talvez não tenha a personalidade do espanhol, mas é tecnicamente muito mais fiável. Javi Garcia sabe de cor o que tem de fazer. Restabelece equilíbrios, pressiona no momento da saída em transição do adversário e é tacticamente quase perfeito. O problema é que em posse compromete em quase todos os jogos e dessas situações resulta, quase sempre, uma oportunidade de perigo para o adversário. Deve corrigir isso rapidamente.

Carlos Martins – Fez um bom jogo, muito influente e com a intensidade que se lhe conhece. Neste momento, e face ao rendimento do argentino, o Benfica não fica a perder com ele em relação a Aimar. Fica a perder, isso sim, em relação ao Aimar do ano anterior, mas isso é outro assunto. Apenas a apontar-lhe alguma necessidade de ser mais criterioso no passe.

Coentrão e Peixoto – Coentrão é o melhor extremo do Benfica. Mas também é o seu melhor lateral, e é melhor lateral do que extremo, digo eu. Peixoto fez um jogo muito bom, mas não tenho grandes ilusões. Se for solução, o Benfica acabará por pagar por isso. Tem técnica e capacidade, mas não tem intensidade para jogar numa função defensiva. Intensidade em termos de agressividade defensiva e, sobretudo, intensidade ao nível da concentração em posse. São várias as perdas de Peixoto ao longo dos jogos que analisei – não neste – e essa é uma tendência que não desaparece subitamente.

Gaitan – Fez o seu melhor jogo e prova que vem em crescimento. Jogou bem, movimentou-se bem, criou vários desequilíbrios e – importante! – teve também uma grande utilidade colectiva em termos defensivos. Como reparo fica o trauma da finalização e, ainda, alguma falta de preocupação com a certeza do passe em certas zonas – uma reincidência que deriva da tal diferença com a forma como decidia na Argentina.

Saviola – Voltou a jogar ao mesmo nível. Movimentando-se e criando apoios em todas as situações ofensivas, é o garante da fluidez do jogo do Benfica no último terço. O que o torna especial, é que faz isto todos os jogos.

Cardozo – Acabou muito criticado e não fez o jogo que conseguiu frente ao Sporting. Não fez porque não marcou, e não fez porque voltou a não ter – nem de perto! – o mesmo nível de influência e participação. Ainda assim, esteve em vários lances ofensivos e teve também períodos onde se moveu e apareceu mais. Só joga quando lhe apetece e esse continua a ser o problema.

Salvio – É um jogador em formação e duvido que o Benfica seja, nesta altura, o melhor para si. Mas talvez ainda dê para perceber o potencial enorme que este jogador tem.



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