12.7.08

Nasri no Arsenal: o que é preciso para ser um 'Gunner'?

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Aos meus olhos é uma boa notícia para quem gosta de conjugar futebol e entretenimento (não lhe chamo “bom” futebol porque o termo tem sempre uma subjetividade adjacente). Nasri no Arsenal.

Há muito visto como o herdeiro natural da camisola 10 da Selecção gaulesa, Nasri tem agora, aos 21 anos, o primeiro desafio que pode, ou não, confirmar o as projecções feitas sobre o alcance do seu talento. Numa equipa que já perdeu o nuclear Flamini e se prepara para juntar a esta baixa a saída do polivalente e competente Hleb, a contratação de Nasri pode não ser suficiente para garantir, pelo menos, a manutenção da qualidade até aqui revelada. De toda a maneira é indiscutível que os ‘Gunners’ juntam, agora, dois dos mais promissores médios do futebol mundial: Nasri e Fabregas. Enquanto que noutras paragens se contam centímetros e quilos, para Wenger o critério de recrutamento tem sempre quase como primeira prioridade a qualidade técnica e isso não pode deixar de ser um factor de realce numa equipa que se propõe disputar os mais ambicionados troféus do futebol mundial.

Por fim, uma nota: com 21 anos, Nasri foi vendido por cerca de 15 milhões de Euros. Pergunto-me quanto pediria um grande português por um jogador com a idade, qualidade e reputação de Nasri?...


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11.7.08

Mancini no Inter. Ainda há lugar para Quaresma?

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Com a confirmação de Mourinho como treinador do Inter para a próxima temporada, surgiram de imediato, e quase inevitavelmente, uma série de nomes na imprensa como potenciais alvos do técnico português para dar corpo ao “novo Inter” de José Mourinho. Deco, Lampard, Terry, Ricardo Carvalho e Quaresma foram algumas das apostas da generalidade da imprensa. Pois bem, o primeiro nome de peso a reforçar o Inter surge de uma proveniência algo surpreendente. Mancini assina vindo da Roma, uma das rivais dos “nerazzurri” na luta pelo schudetto. Aqui ficam também evidentes as diferenças na postura dos clubes italianos no que respeita ao mercado interno, nomeadamente comparando com ligas como a espanhola ou inglesa.

Já se sabia que Mourinho estava à procura de soluções de qualidade para as alas do seu ataque, nomeadamente para dar maior qualidade ao 4-3-3, uma das opções tácticas que o treinador português gosta de ter como alternativa. A questão, no que respeita ao mercado português, é até que ponto o Inter continuará interessado em Ricardo Quaresma. Se, por um lado, o apreço pelas qualidades do 7 portista não terá desvanecido pela simples aquisição de Mancini, por outro, há já um número relevante de soluções para a posição de extremo dentro do 4-3-3 que, aliás, pode até não ser a principal das opções de Mourinho, tendo em conta a qualidade de avançados e médios interiores que existe no plantel do Inter.

Esta poderá, portanto, ser uma péssima noticia, quer para Quaresma, quer para o próprio Porto. É que, se Quaresma pretendia sair do Porto esta temporada, também o clube começa a ter mais dificuldades em fazer um encaixe assinalável com o jogador, devido à evolução da sua idade. De resto, se olharmos ao preço desta transacção – entre 12 e 15 milhões de euros – fica claro como o mercado português parece estar inflaccionado, com o Porto a pedir mais do dobro por Quaresma. Mesmo tendo em conta o custo não tão elevado dos salários do jogador e o seu inegável talento, 40 milhões são uma verba completamente fora do que se passa no resto do mercado para um jogador de quase 25 anos. Ainda assim, tendo em conta outros negócios já realizados num passado, pode dizer-se com que, com o Porto, tudo é possível!


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10.7.08

Uma lesão... alcoólica!

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À partida pode parecer que este árbitro está a passar por alguns problemas físicos eventualmente associados a uma lesão. A verdade, porém, é que esse terá sido o engodo com que Shmolik, o bielorrusso em questão, terá tentado enganar toda a gente.
O jogo era o Naftan contra o Vitebsk - se é que esta informação interessa para alguma coisa, o resultado foi um empate a 1 - a contar para o campeonato bielorrusso. Estranhamente, na volta do intervalo, deu-se este fenómeno comportamental, associado a alguns apitos de frequência um pouco mais repetitiva do que o habitual. O que terá acontecido na cabina ao intervalo não se sabe, mas o relatório do hospital foi claro: não havia nenhum problema físico, antes sim, uma exagerada taxa de alcoolémia!
Para que conste, Sergej Shmolik, árbitro internacional - pelo menos até aqui - foi suspenso por tempo indeterminado.

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André Santos: um lateral revelado na... segunda divisão

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Fazer referência a um jogador que actua no segundo escalão do futebol brasileiro pode parecer estranho. Se acrescentarmos o nome do clube no qual actua este jogador, aí, tudo fica mais claro. O actual momento por que passa o Corinthians, depois de ter sido surpreendentemente relegado para a Serie B do campeonato brasileiro, é profundamente atípico. Apesar de jogar num escalão inferior o Timão mantém-se com um elenco de primeira linha e, por isso não espanta que, num campeonato altamente disputado, lidere já a tabela e demonstre um nível bem acima da concorrência.
De facto, no elenco do Corinthians encontram-se alguns dos nomes de maior destaque do futebol brasileiro. Uma olhada rápida pelo plantel faz ressaltar o nome de Lulinha, jovem recentemente ligado a vários gigantes do futebol europeu. A verdade, porém, é que os dois nomes em particular destaque têm sido Dentinho, a outra promessa do ataque do Timão e André Santos. Este lateral esquerdo de 25 anos ameaça, de resto, poder transferir-se no imediato para o futebol europeu, tendo-se falado com alguma insistência no Werder Bremen como destino possível.
André Santos é um produto das escolas do Figueirense e ainda há pouco tempo estava disponível por um valor bem mais acessível do que os vários milhões com que é cotado actualmente. Chegado ao Pacaembu no inicio do ano, André Santos tem-se revelado como um lateral de grande qualidade técnica e vocação ofensiva. Numa altura em que a vaga deixada em aberto por Roberto Carlos no lado esquerdo da defesa canarinha não parece ainda ter dono absoluto, André Santos ameaça tornar-se mais um sério candidato a um lugar actualmente disputado por Gilberto, Kleber ou Marcelo.


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A primeira vez de Big Phil

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9.7.08

Liga 08/09: menos competitividade... provavelmente!

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Ainda é cedo para grandes análises ou mesmo pré análises a cada uma das equipas. No entanto, mesmo sendo certo que há um conjunto importante de definições ao nível dos planteis da generalidade das equipas que ainda estão por fazer, há uma ideia que me assalta desde o final da Liga 2007/2008: o nível qualitativo médio das equipas só muito dificilmente não descerá em 08/09.
07/08 melhor do que 06/07
07/08 melhor do que 06/07
Neste aspecto, aliás, creio que 07/08, terá sido um ano excepcional numa tendência que promete continuar a ditar leis na evolução do futebol português. Não entrando com uma análise aos grandes porque estes, queira-se ou não, estão sempre num patamar elevado em relação aos demais, creio que 07/08 teve alguns fenómenos que contribuíram para uma subida do nível médio das equipas em relação ao ano anterior. As prestações surpreendentes dos 2 Vitórias e a manutenção de Jorge Jesus no Belenenses terão sido os factores mais decisivos para este nivelamento um pouco mais por cima, onde há ainda que contar com os investimentos sempre elevados dos madeirenses Nacional e Marítimo e com o claro estatuto de quarta potência ao nível de recursos que é o Sp.Braga. Aliás, só um ano atípico pode explicar um Benfica em 4º e um Sp.Braga em 8ª (se contarmos apenas com a prestação desportiva), tal é o desnível no que respeita a orçamentos e qualidade de planteis. Quanto ao fundo da tabela, o destaque vai obviamente para o péssimo campeonato de uma equipa com tão bons recursos quanto a União de Leiria. Não desfazendo o paupérrimo campeonato feito no Lis, porém, acredito que nunca teria descido se em 07/08 estivessem equipas tão más como o Aves, Beira Mar ou V.Setúbal de 06/07.
Tendência negativa
Na transição para 08/09, a revisão de alguns planteis e a saída de alguns treinadores importantes deverão, no meu ponto de vista, fazer regressar um campeonato dominado pelos 3 grandes, apenas “beliscados” pelo Sp.Braga, este ano mais claramente um candidato ao quarto lugar. De resto, esta ideia é confirmada pela quantidade reduzida de equipas que declaram como objectivo prioritário chegar à Europa? Mas vamos a alguns casos que destaco como mais evidentes (excluo aqui o Boavista, que não se sabe se participará):

V.Guimarães: Para já as saídas de Geromel e Alan (pelo menos para já) são os pontos de realce na equipa de Cajuda. Se é muito provável que possam chegar reforços importantes no que resta do defeso, dificilmente o Vitória terá uma equipa muito mais forte do que em 07/08, sendo a aposta voltada para um crescimento sustentado. Esta é uma visão correcta e realista, assim como a ideia de que em 07/08 será muito difícil repetir o campeonato do ano anterior. A provável quebra do Vitória face a 07/08 resulta, portanto, não de uma quebra qualitativa, mas de um indesmentível aumento de exigência e jogos, que deverá dificultar uma repetição da consistência revelada ao nível do campeonato.

V.Setúbal: Faquirá pode ser uma boa aposta, mas só por milagre repetirá o que fez Carvalhal, ainda mais com saídas de jogadores como Eduardo, Bruno Gama e Pitbull. Mateus, Saleiro e Laionel são, para já, reforços importantes, mas o destino do Vitória deverá ser um lugar bem mais modesto do que o 6º de 07/08. Afinal, isso nem quer dizer que faça um mau campeonato, tendo em conta os objectivos.

Belenenses: Outra equipa que disputou nos últimos anos os primeiros lugares e que, em 08/09, deverá cair de qualidade. Como se não bastasse a saída do treinador que comandou o Belém a 2 excelentes épocas, houve ainda um número considerável de saídas da equipa base do último ano. Na defesa, 3 em 4: Hugo Alcantara, Rolando e Rodrigo Alvim. No meio campo, Ruben Amorim e, na frente, o goleador Weldon. Repetir o mesmo nível das duas últimas épocas é, na minha opinião, um objectivo muito complicado de atingir para o Belém.

Estrela da Amadora: É daquelas equipas que, ano após ano, aparece como candidata à despromoção. A estabilidade que a direcção dá aos treinadores – nomeadamente no inicio da era Faquirá – tem sido muito importante, mas este ano, salvo reforços de peso ou uma surpresa de Vidigal, as coisas serão ainda mais difíceis (é bom não esquecer as recentes dificuldades financeiras). Da equipa base saíram: Rui Duarte, Wagnão, Maurício, Hélder Cabral, Fernando, Tiago Gomes e Mateus. Só!
As melhorias prováveis...
Como excepções a esta tendência, destaco 2 equipas que, na minha perspectiva, poderão fazer um carreira mais positiva em 08/09.

Braga: Uma das vantagens de se fazer uma época aquém das expectativas é que não há grande assédio aos jogadores. Com o Braga ocorreu esta vantagem desportiva, juntando-se uma aposta que me parece totalmente acertada em Jorge Jesus. Como se não bastasse, os bracarenses ainda têm o privilegio de ver reforçada a sua equipa com alguns jogadores que poderão ser importantes, casos de Moises, Paulo Cesar ou Luis Aguiar.

Académica: Há muito que se espera uma época verdadeiramente tranquila da Briosa. A aposta em Manuel Machado foi um fracasso e agora é Domingos quem tem a oportunidade e o desafio de colocar, finalmente, a Briosa longe dos lugares de despromoção. Tenho Domingos como um dos melhores técnicos desta primeira divisão nacional e, apesar da saída de nomes importantes como Kaka e Luis Aguiar, o ex-avançado portista possa atingir o seu objectivo. Sougou e Hélder Barbosa prometem fazer uma dupla de respeito no aproveitamento das transições.
Mais um ano, mais uma debandada de qualidade
Debandada de qualidade... mais uma vez!
A qualidade dos reforços vindos de fora está por confirmar mas, este ano, mais uma vez, teremos uma série de nomes, que davam alguma qualidade às segundas linhas do campeonato, a dar o salto, mas para lá para fora. Esta é uma tendência que tem surgido nos últimos anos com o mercado de leste a ser muitas vezes o destino de jogadores que se destacam por cá. A saber: Marcelão, Zé Kalanga, Rodrigo Alvim, Hugo Alcantara, Weldon, Juliano Spadacio, Marcio Mossoró, Patacas, Fellype Gabriel, Kaká, Paulo Machado, Vieirinha, Mario Sérgio, Geromel, Maurício ou Tiago Gomes seriam nomes titulares na maioria das equipas da Liga mas que saem para destinos muitas vezes questionáveis do ponto de vista desportivo. O factor financeiro está a moer, claramente, a qualidade do futebol português, e por isso continuo a bater com mais insistência nesta tecla: se queremos 16 ou mais equipas no campeonato, temos de estar preparados para continuar a ver o nosso campeonato cair em qualidade. Se não, refaçam-se, finalmente, os modelos competitivos!

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Renato Augusto "farmaceutico" por 15 milhões

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É seguramente uma das principais promessas do futebol brasileiro na actualidade. Renato Augusto estava a dar nas vistas no Flamengo, campeão estadual do Rio de Janeiro e actual líder do Brasileirão e, inevitavelmente, começaram a chover os interessados. O destino será o futebol alemão que, mais uma vez, revela a sua capacidade financeira para importar talentos. 15 milhões de Euros é o valor pelo qual o Bayer Leverkusen contratou este camisola 10 que promete agora liderar os "farmaceuticos" nas próximas temporadas. Forte fisicamente e com grande capacidade de explosão a partir da zona central, Renato Augusto promete ser mesmo uma aposta segura num futebol onde a sua qualidade individual fará, certamente, a diferença.
É verdade! Com este encaixe financeiro, o Flamengo deve garantir mais um ano de empréstimo do Ibson, satisfazendo as elevadas exigências portistas. Este terá sido, por isso, também um bom negócio para o Porto.

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8.7.08

Roberto Dinamite: Goleador, Político e Presidente

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Agora parece estar na moda dizer-se que o futebol precisa de colocar a “sua gente” nos lugares de decisão. Esta ideia da necessidade de pôr ex-jogadores à frente dos destinos do futebol não é algo que me entusiasme assim tanto, preferindo, como em tudo, defender um conceito mais voltado para a qualidade e competência para as funções. Talvez seja mais provável que estes requisitos surjam com mais facilidade em ex-jogadores, mas daí até fazer disso uma regra vai uma grande distância. Há, no entanto, casos em que a chegada de ex-craques a cargos directivos parece fazer todo o sentido. Um deles estreou-se no passado Domingo na tribuna, como Presidente, a assistir ao jogo do seu clube de sempre, o Vasco da Gama. Falo de Roberto Dinamite, ex-goleador vascaíno e recentemente eleito líder do clube.

Goleador
Dinamite, conhecido assim devido a uma manchete que o apelidou de “garoto dinamite” após o seu primeiro golo como profissional, foi um notável goleador dos anos 70 e 80 que faz parte das melhores memórias do futebol carioca (é o maior marcador de sempre em campeonatos brasileiros e cariocas) e, seguramente, do próprio Vasco, onde mantém estatuto de maior idolo de apesar da recente “febre” por Romário (Dinamite é, de longe, o jogador com mais jogos e golos pelo clube). Na sua carreira, Dinamite teve ainda presença nos mundiais de 78 e 82 – ainda que jogasse apenas em 78 – e uma experiência falhada no Barcelona, onde esteve apenas alguns meses em 1980, quando tinha 26 anos. Aí, surgiu um momento chave na relação de Dinamite com a torcida vascaína. É que, perante a incapacidade de se afirmar no Barça, ficou claro que o seu regresso ao Brasil seria rápido. Foi então que apareceu o rumor de uma eventual transferência para o Flamengo, rival do Vasco, imaginando-se uma hipotética dupla mortífera formada com Zico. A reacção do Vasco não se fez esperar, garantindo que o destino do jogador seria para a sua providência inicial, ou seja, São Januário. Dinamite foi recebido com estádio cheio e passou mais 9 anos a marcar pelo clube antes de, no final da sua carreira ter tido algumas experiências em clubes como a Portuguesa (curiosamente outro clube de “ascendência” lusitana) e o modesto Campo Grande, regressando depois ao Vasco para terminar a carreira em 1993.

Político e Presidente
Mas Carlos Roberto Oliveira cedo se revelou como uma personalidade de capacidades que iam para além das prestações nos gramados. Nos anos 90 e já nesta década foi diversas vezes eleito como deputado estadual do Rio de Janeiro. O seu destino, porém, parecia há muito ser a liderança do Vasco e, sobretudo, a derrota do anterior Presidente Eurico Miranda. Por comparação com Miranda, Dinamite é sem dúvida uma injecção de boa energia. Miranda é um dirigente de longa data do Vasco que depressa se tornou mediático aparecendo ligado a transferências importantes como a do próprio Dinamite do Barcelona para o Vasco, a de Romário para o PSV e ainda na muito polémica mudança de Bebeto do Flamengo para São Januário em 1989. A verdade porém é que Miranda – eleito Presidente em 2001 – havia sido ligado a uma sucessão de casos menos claros, muitos deles implicando em prejuízo do próprio clube. Num estilo populista que não é novo no futebol, Miranda foi conseguindo manter-se à frente do clube derrotando Dinamite em 2006 numas eleições muito contestadas por ter sido adulterado pelo próprio Eurico Miranda. O Vasco perdeu na estreia de Dinamite, 2-1 em Florianópolis frente ao Figueirense, mas vistas bem as coisas, Domingo até pode ter sido um dia positivo na história do clube.


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