22.7.11

Reforços 2011/12: Bojinov (Sporting) (Parte II - Vídeo)

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Deixo um vídeo com o detalhe da exibição de Bojinov frente ao Brescia, num jogo que o Parma venceu por 2-0. Este jogo não foi incluído na observação em que me baseei para a projecção ontem deixada, mas as indicações são exactamente as mesmas, pelo que resolvi escolhe-lo como exemplo, já que tem maior participação do jogador do que aquilo que foi normal.
Três notas finais. A primeira para reforçar a ideia da simplicidade das suas acções/decisões, quase sempre a 1-2 toques. A segunda para destacar um pormenor característico do jogador e que tem a ver com a facilidade e eficácia (invulgares) com que baixa a bola após domínio de peito. A terceira, finalmente, para realçar a possibilidade de vir a ser uma mais valia nas bolas paradas, fazendo uso da precisão do seu pé esquerdo. Algo que faz sentido até em situações de marcação indirecta, já que não é uma mais valia no espaço aéreo. Esse recurso foi muitas vezes preterido nas equipas por onde passou devido à qualidade da concorrência, com o exemplo mais próximo a dar pelo nome de Giovinco, precisamente na pretérita temporada.

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20.7.11

Reforços 2011/12: Bojinov (Sporting) (Parte I)

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Perfil evolutivo - Bojinov foi uma das mais promissoras figuras da Serie A, quando apareceu no Lecce, muito jovem. O seu potencial justificou a transferência para a Fiorentina, onde iniciou uma série de experiências com poucos minutos de utilização. Depois de Florença, esteve em Turim, onde foi figura secundária no purgatório percorrido pela Juventus na Serie B, e no Man City, onde foi vitima de 2 lesões graves, que impossibilitaram qualquer tipo de sucesso. Regressou depois a Itália e ao Parma, para recuperar um estatuto entretanto perdido, impondo-se na primeira época como melhor marcador da equipa. Falharia, porém, a repetição desse feito em 2011, deixando de ser uma prioridade para o clube neste defeso. Qualquer trajecto não deve ser analisado de forma "bruta", e, nesse sentido, assinalo 2 pormenores relevantes na análise. O primeiro tem a ver com a concorrência com que sempre teve de rivalizar: Chevanton e Vucinic no Lecce; Miccoli, Pazzini e Toni na Fiorentina; Del Piero e Trezeguet na Juventus; Crespo, Amauri e Giovinco no Parma. Não seria fácil para ninguém. O segundo tem a ver com o aproveitamento (refiro-me a golos marcados) em face dos minutos utilizados, que foi quase sempre bastante bom, em meu entender.

Perfil táctico/técnico - É curioso que, no caso de Wolfswinkel foi apontado como um avançado fixo quando as observações que fiz indicaram o contrário, e, agora, Bojinov era perfilado como um jogador móvel, podendo actuar até em posições exteriores, e os vários jogos que lhe vi indicam precisamente o contrário. Não posso garantir que o tenha sempre sido mas, no Parma, Bojinov mostrou, de facto, ser um jogador estritamente posicional. Diria, um jogador de nervos de aço, não se parecendo importar com a pouca participação no jogo, para apostar tudo no que acontece quando a bola chega à zona de área. Aqui, convém salientar alguns detalhes sobre o jogador. Primeiro, no jogo exterior, é um jogador que participa pouco, mas sempre de forma muito simples e com elevado grau de certeza para um avançado (ao contrário do que acontece com Postiga, por exemplo, que intervém muito mas frequentemente com aproveitamento pouco elevado ao nível de certeza em posse). Depois, um dos seus principais pontos fracos será a capacidade de trabalho defensivo, revelando pouca intensidade/agressividade na pressão. Aqui, fica a perder para qualquer dos elementos concorrentes. Quando a bola se aproxima da área, aí sim, Bojinov torna-se perigoso. É um excelente executante (especialmente com o pé esquerdo), mas, mais do que essa capacidade, tem a particularidade de ter um perfil de decisão muito talhado para as zonas mais próximas da baliza. Ou seja, raramente dá mais do que dois toques na bola, quer seja para combinar, quer seja para finalizar. Há, aqui, um pormenor que é importante referir dado o perfil que acabo de descrever: a estatura. Para um avançado posicional e de área, espera-se sempre uma estatura que permita discutir directamente os lances no jogo aéreo. Bojinov tem boa capacidade de choque (melhor do que Wolfswinkel e Postiga), mas não procura situações de jogo aéreo. Os seus movimentos vão sempre no sentido de conquistar espaços onde os centrais não estejam e não de os disputar directamente com estes. Assim, quando a linha defensiva está mais alta, Bojinov trabalha normalmente sobre o limite do fora de jogo. Quando, pelo contrário, esta baixa, o búlgaro faz movimentos contrários, solicitando passes atrasados onde tenha a oportunidade de finalizar de primeira.

Futuro no Sporting - Dada a especificidade do perfil do jogador, há vários aspectos que podem definir de forma antagónica o seu destino de verde e branco. Creio que Bojinov garantirá, com boa probabilidade, uma melhor produção goleadora (penaltis à parte) do que Postiga ou Wolfswinkel, se considerarmos o tempo de utilização, e se este for suficientemente dilatado para ser representativo. Resta saber, porém, se a equipa estará disposta a integrar um jogador como Bojinov ou como este reagirá se lhe for pedida uma função mais móvel. Outro aspecto importante a considerar é a forma como será percepcionado de forma mediática, especialmente se os golos não aparecerem rapidamente. Não só porque vive realmente para o golo, mas porque, tendo este perfil, tem também uma estatura pouco consentânea com aquilo que os adeptos habitualmente esperam para este tipo de jogadores. Esta especificidade de Bojinov pode ser uma ameaça porque não será fácil a equipa desenvolver rotinas para jogadores como Wolfswinkel ou Postiga e depois esperar um grande entrosamento com um jogador de características diferentes. Bojinov teria como cenário ideal uma estrutura de apenas 1 avançado e com a equipa a reconhecer e integrar no modelo os seus movimentos preferenciais, potenciando-os. Ora, até pelo seu atraso em termos de integração, isso pode não ser muito fácil de acontecer. Ainda assim, convém não subestimar este jogador, até porque o Sporting lhe deverá garantir muito mais condições para brilhar do que aconteceu na generalidade da sua carreira.
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19.7.11

Reforços 2011/12: Rinaudo (Sporting) (Parte II - Vídeo)

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A exibição que escolhi detalhar diz respeito ao último jogo de Rinaudo no Gimnasia. Um jogo de grande tensão, já que se tratava da segunda mão do playoff que definiria, ou não, a despromoção do clube. O Gimnasia teria de ganhar para corrigir o resultado da primeira mão, mas esse objectivo foi desde logo muito condicionado por um golo precoce do San Juan, que haveria de se tornar decisivo no desfecho final (1-1).

Foi um jogo intenso, mas muito mal jogado, com blocos pouco juntos e um futebol demasiado vertical, pouco apoiado e pouco pensado. Rinaudo teve uma prestação avassaladora no meio campo, quer pela intervenção em posse (muito mais seguro do que a globalidade dos seus companheiros), quer pela capacidade de recuperação. Um tipo de protagonismo positivo que não foi único, já que lhe vi outro jogo de características semelhantes nos 3 jogos analisados. Uma nota sobre Rinaudo que não abordei ontem, para referir que faltam indicações positivas sobre a sua capacidade no jogo aéreo. Quer nas primeiras bolas, no meio campo, quer nas bolas paradas, sendo que nem sequer integra a zona de finalização, nos esquemas ofensivos.

A sua exibição está detalhada em 2 vídeos (1ª e 2ª parte), optando por esta divisão devido à invulgar quantidade de acções em que interveio, bem como por motivos de limitação técnica.

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Reforços 2011/12: Rinaudo (Sporting) (Parte I)

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Perfil evolutivo - Não há muito a dizer... O Sporting é a primeira aventura de Rinaudo, não só fora da Argentina, mas também fora do seu clube de sempre, o Gimnasia de La Plata. Para enquadrar este percurso, convém referir que o Gimnasia é uma equipa de fundo da tabela na Liga Argentina, lutando normalmente para não descer, coisa que não conseguiu este ano, precisamente na última temporada de Rinaudo no clube. Esta modéstia do seu clube, não impediu Rinaudo de ser considerado um dos melhores médios defensivos da liga, chegando mesmo a merecer chamadas para a Selecção.

Perfil táctico/técnico - Rinaudo é um jogador de equilíbrios e que pensa sempre o jogo com a segurança como principal prioridade. Isto faz dele, e ainda que tenha jogado normalmente numa estrutura de 2 médios, um jogador com todas as características para jogar sozinho à frente da defesa. Não é um jogador de extraordinária capacidade reactiva, mas tem uma entrega e atitude fantásticas, sendo também ágil e forte nas intervenções defensivas. Ofensivamente, é um jogador que assume o jogo sem receios, pedindo a bola e distribuindo-a no inicio de construção. Mas pensa sempre com grande rigor ao nível da segurança, notando-se não ser também muito forte no passe de maior distância. Quando "convidado" toma a iniciativa de ser ele a transportar a bola verticalmente, mas não é algo para que se sinta especialmente vocacionado.
Um dado relevante, vai para o peso relativo de Rinaudo no jogo do Gimnasia. Não espanta, dado o contexto, que seja o jogador mais influente, mas espanta (pelo menos nos jogos observados) o nível de preponderância que assumia. Quer ao nível defensivo, quer ao nível da presença em posse. São dados avassaladores e que ilustram o carácter deste jogador em campo.

Futuro no Sporting - Em relação à concorrência (e mesmo tendo em conta os médios do ano anterior), Rinaudo será uma mais valia no campo defensivo. Arriscaria vir a tratar-se de um caso de sucesso muito claro e, tendo em conta os valores anunciados na sua transferência, o melhor negócio do clube neste ano (talvez só superado por Rubio, confirmando-se as suspeitas que os números iniciais do jogador já indicavam). O maior risco para Rinaudo, não havendo surpresas na minha análise, está no enquadramento táctico. É um jogador sem grande vocação ofensiva, e o Sporting deverá ter de contar com algum arrojo na sua posição, caso actue com uma dupla de médios. A natureza das dinâmicas do modelo, porém, ainda estão por aferir...
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17.7.11

Reforços 2011/12: Axel Witsel (Benfica)

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Perfil evolutivo - Apesar de ainda jovem, Witsel é já um nome há muito conhecido no futebol europeu, e belga em particular. Foi um caso de revelação precoce, assumindo um papel importante num dos históricos do seu país, logo a partir dos 18 anos. O Benfica surge, 5 épocas mais tarde, como a primeira experiência do jogador fora do seu país e do Standard. Witsel desempenhou vários papeis como médio, quer no Standard, quer na Selecção, sendo impossível atribuir-lhe uma posição especifica, como sendo a "sua" posição. Ainda assim, neste trajecto, é importante relevar o cruzamento com Jorge Jesus na época 2008/09. O Braga eliminou uma excelente equipa do Standard, que na altura analisei. É provável (arrisco especular...) que Witsel tenha ficado na retina do treinador encarnado desde esse confronto.

Perfil táctico/técnico - Se juntarmos 2 constatações do seu trajecto - revelação precoce desde os 18 anos e polivalência em várias funções na linha média - começamos a convergir para as mais valias que Witsel pode (e seguramente irá) acrescentar. De facto, trata-se de um jogador, não só forte no capítulo físico (ágil e rápido), como sobretudo invulgarmente culto, quer pelo seu comportamento sem bola, quer pela maturidade que revela no critério em posse. No que respeita à posse, é um jogador extremamente fiável, não apenas pela qualidade técnica que tem, mas pelo critério que denota - mesmo em zonas ofensivas, não é fácil vê-lo perder uma bola. A esta virtude, já de si muito valiosa, acrescenta capacidade de trabalho, reactividade, e inteligência nos movimentos sem bola, aparecendo muitas vezes em zona de finalização e fazendo bastantes golos. É um jogador capaz de desequilibrar no 1x1, mas não tem grande propensão para recorrer a essa solução (comparativamente com a generalidade dos médios do plantel encarnado).

Futuro no Benfica - Completando a especulação que iniciei acima, com a referência ao cruzamento de Jesus com este jogador, em 2009, arrisco que o treinador verá nele as características para render o papel de Ramires no Benfica 2009/10. Nesta perspectiva, projecto uma aposta muito forte no jovem belga nesta temporada, maior do que em qualquer outro dos muitos reforços já apresentados para o sector. E, de facto, creio que se justifica, porque Witsel é um excelente jogador, daqueles que garantem qualidade e fiabilidade em todos os momentos do jogo. Jesus, a meu ver, utiliza-lo-á quer como ala (devolvendo alguma assimetria à equipa, como acontecia com Ramires-Gaitan) ou como segundo pivot, ao lado de Javi Garcia, e numa função semelhante à que desempenhou no Standard. Com Witsel, aliás, é possível que vejamos mais vezes uma estrutura de dois médios na zona central, uma solução característica dos jogos de maior grau de dificuldade, nas equipas de Jesus. Aproveitando a referência a Ramires, completo o paralelismo entre os dois, para deixar a opinião de que o brasileiro é mais forte na reactividade e agressividade defensiva, mas que o belga me parece mais capaz com bola, quer pela sua qualidade quando em posse, quer pela maior protagonismo que assume no jogo da equipa. Em resumo, não é de excluir a hipótese de um grande impacto deste jogador na época da equipa.

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16.7.11

Reforços 2011/12: Kléber (Porto) (Parte II - Vídeo)

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O vídeo reúne as acções de Kléber no jogo frente ao Nacional (mesmo já utilizado na análise de Djalma). Importa referir que houve um posicionamento táctico diferente do jogador, nas duas partes do jogo. Na primeira parte, actuou no centro, na segunda, sobre a esquerda, trocando com Babá. O destaque, claro, vai para o seu invulgar desempenho nas acções de pivot ofensivo, quer pela forma recorrente como apareceu nessa função, quer pelo desempenho que conseguiu emprestar à equipa.

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15.7.11

Reforços 2011/12: Kléber (Porto) (Parte I)

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Perfil evolutivo - Kléber ascendeu a profissional nos quadros do Atlético Mineiro. Com pouco espaço no "Galo" (um dos "grandes" do futebol brasileiro, note-se), acabou por vir para Portugal e para o Marítimo, onde aproveitou da melhor maneira a oportunidade. Apesar do clube madeirense não ter propriamente um problema no que respeita à posição (Babá vem, há muito, garantindo bom rendimento continuado como finalizador), Kléber fez valer o seu potencial e conquistou um espaço tão inquestionável que poucos meses após a sua chegada a Portugal, o "salto" para um clube maior era já visto como inevitável.


Perfil táctico/técnico - Kléber é um jogador que combina de forma invulgar a capacidade física com a habilidade técnica. Isto permite-lhe ser um jogador invulgarmente forte a jogar de costas para a marcação. O papel de pivot ofensivo, particularmente em situações de transição é extremamente difícil de interpretar, mas pode, também, acrescentar muito a esse momento do jogo, sendo por isso, e na minha opinião, um dos aspectos que mais diferencia os avançados. Kléber é, neste ponto, fortíssimo, tendo sido essa sua aptidão explorada (até exageradamente, diria) pelo Marítimo na passada temporada. A potência física do jogador não lhe permite apenas fazer uma boa protecção da sua posição, mas também se revela útil na exploração do espaço, pela velocidade que tem. Mais uma vez, esta aptidão foi muito explorada no Marítimo 2011.
As suas características permitem a Kléber participar em várias situações de golo. A sua capacidade de finalização não é particularmente forte, não se notando, por exemplo, um tipo de movimento ou execução característica, em que se destaque. Kléber tem, porém, um desempenho sólido na finalização, conseguindo dar uma complementaridade razoável às inúmeras ocasiões em que intervém.
Para um jogador de zona de finalização, os golos marcados (ou assistidos) são uma métrica incontornável, sendo pouco inteligente centrarmo-nos demasiado em questões de gosto e estilo quando o que conta, no final, é apenas a eficácia. No que respeita a Kléber, e ressalvando que não tem um período que considere muito extenso para esta análise, os números são claros: relativizando por tempo de utilização e enquadramento colectivo, a sua capacidade goleadora foi elevada e consistente.

Futuro no Porto - A aposta deverá estar dependente, como é óbvio, da continuidade de Falcao, mas tudo indica que Kléber possa merecer vários minutos de utilização, seja qual for a concorrência que venha a ter. Mais do que Walter no ano anterior, por exemplo. Há, parece-me, algum caminho a percorrer relativamente à evolução do jogador. Primeiro, na calibragem dos seus movimentos para fora da zona de finalização, já que habitualmente se afasta muito mais das zonas de finalização do que acontece com os outros avançados do plantel. Depois, porque pode tornar-se mais forte nos movimentos dentro da área, em relação ao que até agora apresentou. Seja como for, as suas características podem dar à equipa um potencial maior no que respeita ao jogo exterior, sendo, e como escrevi antes, os seus indicadores de concretização igualmente bons, pelo que, tudo indica, Kléber terá sido mesmo uma grande aposta do Porto para os próximos anos.

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14.7.11

Reforços 2011/12: Djalma (Porto) (Parte II - vídeo)

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Todas as acções de Djalma no último Marítimo - Nacional (1-1).

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