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11.7.11

Reforços 2011/12: Enzo Perez (Benfica) (Parte II - Vídeo)

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Aqui fica uma exibição do jogador, no caso frente ao Boca Juniors. Nota para o facto de Enzo Perez não ter jogado na posição que presumivelmente lhe está destinada no Benfica e, também, aquela em que jogou na maior parte do tempo, durante a sua passagem pelo Estudiantes, médio ala direito. Neste jogo, Perez jogou mais adiantado, do lado esquerdo de um triângulo ofensivo com características pouco comuns na Europa. Ou seja, com uma referência ofensiva ao centro, e dois jogadores sobre as alas, mas não como extremos tradicionais, mas com um posicionamento mais interior. Outra nota, vai para o tipo de jogos que muitas vezes se disputa na Argentina, com um jogo muito batalhado e onde o risco em posse é controlado por uma abordagem muito vertical e directa ao jogo, tornando-o muitas vezes muito confuso. Importa, porém, não confundir esta abordagem colectiva, com uma menor qualidade dos intérpretes.

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10.7.11

Reforços 2011/12: Enzo Perez (Benfica) (Parte I)

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Perfil evolutivo - Desde que chegou ao Estudiantes, em 2007, o seu perfil tem sido ascendente, ganhando reconhecimento e protagonismo naquela que terá sido, nesse período, a mais bem sucedida equipa do futebol argentino. Perez jogou muito tempo do lado direito de uma linha de quatro médios que, salvo melhor opinião, foi a grande base do sucesso da equipa de La Plata nos últimos anos, conseguindo manter, para além de Perez, os esteios Braña e Veron.Recentemente, porém, o papel criativo de Perez vinha sido aproveitado em funções mais ofensivas e livres de tarefas defensivas.

Perfil táctico/técnico - Em relação à generalidade dos alas que o Benfica tem contratado, Perez destaca-se por ser o único com real capacidade para jogar em posições mais interiores do meio campo (ao contrário de Gaitan, Salvio ou mesmo Bruno César). Por outro lado, não é um jogador tão forte como estes jogadores na relação estreita que mantêm com o golo, seja através das assistências, seja através dos movimentos/capacidade de finalização. Ou seja, é um jogador mais completo, mais habituado a tarefas defensivas e mais vocacionado para a posse e movimentos interiores, e menos para as situações de 1x1 no último terço (ainda que recorra bastante às situações de transporte de bola). Usando uma terminologia simplificada, diria que é mais um médio ala (próprio de 4-4-2 clássico) do que um extremo (próprio do 4-3-3). Convém referir que, apesar da boa capacidade de trabalho, Perez não é um jogador de intensidade constante, perdendo por vezes alguma concentração quando os jogos se tornam mais fáceis. Um caso, talvez não tão flagrante, mas algo semelhante ao que os benfiquistas reconhecem em Gaitan.

Futuro no Benfica - Já em Janeiro, me havia referido a ele como uma boa solução (ao contrário de Fernandez, entretanto contratado). De facto, comparativamente com Nolito ou Bruno César, creio ser um jogador de adaptação muito mais fácil ao modelo de Jesus, precisamente por ter jogado muito tempo como ala em 4-4-2 clássico, que tem o mesmo tipo de papel que os alas do modelo que Jesus preconiza. Perez tem ainda a vantagem de oferecer características diferentes das dos alas habitualmente utilizados, com maior vocação para movimentos interiores, dando maior apoio à posse, e não estando tão dependente dos desequilíbrios ao longo do corredor. Entendo, por isso, que a sua adaptação possa ser muito rápida, mas também que a sua margem de evolução possa não ser tão grande como noutros casos. Noutro contexto, apostaria facilmente na sua afirmação. Neste caso, e devido à qualidade da concorrência que tem pela frente, pode estar um pouco dependente da aposta que nele for feita e do impacto que tiverem as suas primeiras aparições. Perez tem, aqui, outro dado a favor, tendo-se revelado ao longo dos anos um jogadores de enorme fiabilidade em termos de disponibilidade ao longo das épocas.
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12.12.10

Benfica em frente, Domingos e a Argentina (Breves)

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- Ganhou o Benfica, e a surpresa é apenas a facilidade com que o conseguiu. O Braga foi aquilo que não era há muito: vulgar. Não teve qualidade, não teve intensidade, nem confiança. O Benfica, dentro daquilo que chamo "qualidade natural", foi mais do que suficiente e o 2ºgolo apenas tardou tanto porque a equipa, de facto, não vive um bom momento de confiança.

- Sinais distintos, novos e distintos estavam reservados para a conferência de imprensa dos treinadores. No Benfica, e pela primeira vez, Jesus colocou o foco na confiança como problema fundamental da equipa e aspecto condicionante das vertentes técnico-tácticas. Cá estaremos para ver se o diagnóstico terá consequências, mas este não pode deixar de ser um ponto positivo na análise do treinador.

- No Braga, Domingos, tal como Jesus, vem de encontro a uma ideia que venho defendendo desde o inicio de época. O Braga não é, não pode ser e, sobretudo, não se pode assumir como um "grande", como um candidato. O momento é mau. Desportivamente, perderam-se demasiados jogadores e, sobretudo, estes perderam confiança nas suas próprias capacidades e na força da sua proposta. Nenhum jogo terá sido tão claro como este. A outro nível, as posições de treinador e presidente dão sinais de uma divergência preocupante. Será que a candidatura ao título foi uma estratégia da direcção? Será que a não renovação de Domingos, por opção, está a ser equacionada como o melhor caminho? Numa coisa continuo acreditar: Domingos é o melhor e mais valioso activo do Braga, merece um "grande", maior do que o Braga, e duvido que falhe uma vez lhe seja concedida essa oportunidade, seja lá onde for. Veremos...

- Na Argentina: "Estudiantes Campeón!" Sem surpresa, venceu na linha de meta o Velez. Os de La Plata são mais consistentes e isso foi decisivo. Desabato, o comandante. Rojo, a revelação. Braña, o trabalhador. Verón, o carimbo. Gaston Fernandez, o talento. Perez, a ligação. No Velez, porém, mora a melhor linha da frente. "Tanque" Silva (ex-Beira Mar) é um guerreiro e finalizador notável. Cristaldo, um jovem que já destaquei. A revelação, porém, está-me a encantar aos 25 anos (por onde andou?!): Juan Manuel Martinez, um avançado móvel, de estilo pouco apelativo ("burrito") mas que tem uma capacidade técnica rara, pela forma como domina e foge à marcação. Raro, muito raro. É um exagero, obviamente, mas vejam só o golo que marcou esta noite:


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23.12.09

Mundial de Clubes: Glória e... um aviso para o Campeão

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A raridade confere-lhe um interesse especial. Mais do que o título em si, o Mundial de Clubes tem o condão de ser a única oportunidade para confrontar os 2 grandes pólos do mundo do futebol, Europa e América do Sul. No contexto actual, um teste especialmente interessante para perceber o que valem os sul americanos, relegados para um plano secundário pelas contraste de poderio económico nas dois lados do Atlântico. No caso, 2009 acabou por não surpreender no seu desfecho. O Barça foi mais uma vez coroado, fechando um pleno que o seu futebol bem fez por merecer no último ano e meio. Foi, no entanto, um fim de ciclo competitivo que acabou por servir também para sublinhar as dificuldades crescentes deste Barça para se impor. Uma evidência merecedora de análise.

Barcelona
Não está em causa a sua vitória. A qualidade era, aliás, muito díspar logo à partida. O Estudiantes está longe de ser a maior potência do futebol sul americano a nível individual, e em termos colectivos está também a milhas do que melhor se encontra na Europa. Por tudo isto, surpresa foi mesmo a dificuldade com que chegou ao triunfo. É verdade que a sorte não sorriu à equipa ‘culé’, vendo-se em desvantagem quando nada o justificava, mas também é um facto que o Barça passou demasiado tempo longe de um golo que acabou por conseguir, mas que, pela forma como foi conseguido, é ele próprio o espelho do quão perto esteve a derrota de acontecer. Algo que não é novo e que, não pondo em causa a qualidade ímpar do seu colectivo, parece dotar esta equipa de uma vulnerabilidade bem superior ao que acontecia há um ano esta parte.
Olhando aos números, nesta altura do ano, em 2008, o Barça tinha, em média, mais 1 golo por jogo, contabilizando liga e Champions. Uma diferença enorme e que não pode ser ignorada. Mas, afinal, qual será o problema? Aqui ficam 3 possíveis partes da resposta.

1) Primeiro, parece claro que os adversários perceberam que tentar jogar no campo todo com os catalães pode ser simples suicídio. As estratégias de bloco baixo têm-se repetido e em certos casos conseguindo resultados bastante positivos.
2) Perante adversários extremamente fechados e motivados, é muito complicado encontrar espaços. Mesmo para quem circula com a qualidade do Barcelona. Ter jogadores como Xavi, Iniesta e Messi disponíveis e em simultâneo pode ser fundamental para atingir um nível mais elevado. Ora, isso não tem acontecido com a maior das regularidades.
3) Finalmente, não posso deixar de mencionar alguma dificuldade da equipa em ter mais situações de transição. Se jogar em organização frente a adversários demasiado fechados pode ser muito complicado, torna-se fundamental potenciar ao máximo as recuperações em zona alta. O pressing não perdeu organização mas talvez tenha perdido agressividade com a saída de Eto’o.

Estudiantes
Tinha a curiosidade especial de ver uma equipa que conheço bem perante um adversário como nunca defrontara. O Estudiantes não esteve mal, mas também penso que a felicidade que teve no jogo mereceria outro rendimento na fase final, quando o próprio Barcelona parecia cair em lucidez. Não foi isso que aconteceu e a equipa acabou por pagar a factura quando, provavelmente, já nada o indicava. Em termos colectivos destaco a estratégia conservadora, inclusive nas opções iniciais, com Perez num papel que não lhe é comum, e ainda alguns problemas de organização que já eram esperados. Individualmente, há alguns jogadores interessantes nos argentinos. Para além do conhecido Veron, Desabato é um dos melhores centrais do futebol argentino actual, Perez um jogador tecnicamente interessante, tal como Benitez, que joga do outro lado, e, na frente, Boselli, um avançado de muita qualidade, inteligente a movimentar-se, com uma técnica apreciável e com boa capacidade de finalização (como se viu, aliás). Concedido prolongamento a sentença estava traçada, com segundas linhas de qualidade bem inferior a juntarem-se ao desgaste enorme sobre as restantes unidades chave. Uma coisa é certa: haverá muito mais frustração em La Plata do que alegria em Barcelona...
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16.7.09

Estudiantes 'campeon' da Libertadores!

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Terá sido a versão Mineirão do 'Maracanaço'. Estava tudo preparado para a festa, o Cruzeiro era favorito e jogava em casa, onde qualquer vitória chegava. O jogo não foi interessante, com poucas oportunidades e nenhuma das equipas a conseguir, realmente, superiorizar-se. O 1-0, num desvio fortuito do remate de Henrique no inicio da segunda parte, era injusto mas tinha tudo para balancear definitivamente a final para o lado brasileiro. Errado. Pouco depois o empate por "La Gata" Fernandez, na primeira vez que os argentinos chegaram à baliza depois do primeiro golo. O empate era o mais certo, mas o destino estava traçado e isso percebeu-se quando Boselli desfez a igualdade para espanto geral de um estádio que desceu do céu ao inferno em 20 minutos. O Cruzeiro ainda teve uma bola ao poste no forcing final, mas a final mais emocionante do que interessante ia mesmo terminar com Verón a erguer a enorme 'Copa'. Ficou-lhe bem não só pela carreira, mas pelo enorme jogo que fez. O melhor em campo.

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10.7.09

Final da Libertadores: Tudo adiado para Belo Horizonte

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Está concluída a primeira mão da final da Libertadores. O nulo foi o resultado do jogo em La Plata, que deixa tudo em aberto para o jogo de Belo Horizonte. Nenhuma destas equipas se pode gabar de ser, realmente, a melhor da actualidade na América do Sul, consequências da volatilidade dos plantéis das equipas daquele Continente, mas esse é o estatuto com que uma delas sairá deste embate.


O jogo teve grande intensidade e 2 períodos diferentes. No primeiro tempo, o Estudiantes mostrou mais uma vez a sua forma inteligente de abordar o jogo. Com muita agressividade e rapidez na reacção à perda de bola, os argentinos não partiram para cima do adversário, mas neutralizaram-no e aproveitaram muito bem as recuperações em zona intermédia para lançar transições muito verticais e objectivas que, em bom da verdade, chegaram a justificar um golo.

O domínio argentino foi depois perdendo força, com as alterações a não beneficiarem em nada uma equipa que estava bem no jogo e com, também, o Cruzeiro a conseguir, finalmente, alguma capacidade para levar mais além as suas investidas ofensivas. Os brasileiros, sem terem feito um grande jogo, acabaram por perder, talvez, a melhor das ocasiões já no segundo tempo e numa fase onde a concentração colectiva argentina já não era a mesma.

Individualmente, destacaria Gaston Fernandez, muito inteligente e desconcertante na primeira parte, e Enzo Perez, do lado do Estudiantes. No Cruzeiro, Fábio foi o mais decisivo, sobretudo na primeira parte, mas não consigo deixar de destacar aquele que foi provavelmente o melhor jogador da Libertadores deste ano, Kleber. Não foi um jogo fácil para ele, mas acabou por voltar a estar nos momentos em que o Cruzeiro se conseguiu, finalmente, libertar do colete de forças...




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14.7.08

Pablo Piatti: Mais um "pibe" em Espanha

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Na Argentina parecem que nascem nas árvores! Jogadores pequenos, rápidos e talentosos têm sido o principal "produto" da formação albiceleste e quase todos eles parecem rumar à Liga Espanhola.

Desta vez, o nome é Pablo Piatti, "pibe" de 19 anos que se destacou no Estudiantes de La Plata - segundo classificado do Clausura 2008. Piatti é um avançado móvel, um pouco ao jeito do sensacional "Kun" Aguero e agora chega a Espanha para jogar no modesto Almeria. Leram bem, Almeria! Este (dir-se-ia modesto) clube com 14.000 sócios deu 7 milhões de Euros por uma promessa Argentina.


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