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25.6.09

Os alongamentos do "aluno" Robinho

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11.2.09

Robinho contra o mundo!

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3.9.08

Ferguson: Quem ri por último...

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O último dia do mercado reforçou o resultado da “novela-Ronaldo”. Ferguson começou bem cedo a ser “atacado” pelo poderio da pressão mediática do Real Madrid para a saída de Ronaldo. O caso chegou a parecer perdido para os “Red Devils” mas o tempo e astúcia do velho Ferguson deu a volta à situação. Uma conversa com Ronaldo no momento em que o tiroteio de imprensa começava a tornar-se redundante e desgastante para todas as partes fez o jogador rever a sua posição, dando uma grande baixa nas expectativas “merengues” para um negócio difícil mas muito bem preparado em Madrid.

Paralelamente a Ronaldo, em Inglaterra vivia-se um caso semelhante: Berbatov. Curiosamente aqui o papel de Ferguson era inverso, sendo ele próprio o protagonista dos movimentos de rapina sobre o talentoso búlgaro. Ao contrário do escocês, o Tottenham e Juande Ramos não conseguiram nunca fazer do tempo um aliado. Antes pelo contrário. No último dia, o Tottenham estava sem Berbatov e com um péssimo arranque de temporada, ligando-se essa catastrófica performance aos nefastos efeitos psicológicos do “caso Berbatov”. A corda quebrou do lado londrino e Ferguson venceu mais este duelo.

Mas há mais. Em Espanha, Robinho tornou-se num efeito colateral da novela Ronaldo. De orgulho ferido e sangue quente, o jogador protagonizou uma conferência de imprensa bombástica nas vésperas do final do mercado, tornando muito complicada a permanência do ex-camisola 10 merengue. O resultado foi o milionário negócio de última hora para o Man City que, por muito dinheiro que tenha valido, revelou-se no derradeiro contributo para o fiasco Madrileno, não só não conseguindo atingir qualquer dos alvos prioritários (Ronaldo e Villa) como ainda perdendo um jogador cuja evolução revelada no último ano permitia pensar poder tornar-se num candidato a bola de ouro num futuro próximo.

O resultado de tudo isto é uma vitória em toda a linha para Ferguson que, no mínimo, deve ter aberto uma das suas melhores garrafas de vinho para festejar. O plantel foi reforçado com o alvo que ele definira inicialmente e, como se não bastasse, conseguiu indirectamente provocar um duro golpe no Real Madrid que perdeu Robinho sem ter tempo para colmatar essa baixa. A cereja no topo do bolo terá sido mesmo a entrada em cena do Man City, levando Robinho de Madrid e... desviando-o do concorrente Chelsea.

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2.3.08

Não sei se viram...

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9.1.08

Robinho: Será 2008 o ano do "futebol moleque"?

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Chegou à Europa em 2005 com 21 anos. A sua contratação foi olhada como um investimento de risco por parte de um Real Madrid milionário, mas com muita dificuldade em tirar o melhor partido dos seus investimentos. Robinho era há muito visto como um génio em potencia no Brasil e poucos haviam sido os jogadores que tanto entusiasmo causaram entre os “media” como esta ex-promessa do Santos.
O futebol europeu, no entanto, é outra loiça e a “ginga” de Robinho, sabia-se, nunca poderia pegar como no diferente futebol brasileiro. O seu impacto não surpreendeu. Intermitente, contrastou a genialidade própria da natureza do seu futebol com algumas decisões inapropriadas para as exigências do futebol colectivo da equipa. Robinho era jovem mas também foi inteligente. Apesar do protagonismo da camisola 10 aceitou o estatuto de suplente a que tantas vezes foi relegado e aprendeu como e onde os seus dribles podem ter o efeito mais positivo para a equipa.

A evolução do jogador transformou o “futebol moleque” numa arma temível e 07/08 tem revelado a sapiência do jogador em interiorizar alguns princípios que distinguem um tecnicista inconsequente de um jogador genial. A influência no Real Madrid e na Selecção é indesmentível e, como já aqui escrevi, parece-me ser um dos candidatos a melhor do ano em 2008 caso o seu futebol se mantenha na curva ascendente actual. Será 2008 o ano da afirmação do “futebol moleque”?

Robinho no Real Madrid:
05/06 - 38 Jogos 7 Golos
06/07 – 25 Jogos 8 Golos
07/08 – 19 Jogos 10 Golos

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16.11.07

O ano das "Pedaladas"

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Aquando da passada Copa America fiz aqui um destaque que lançava o frente a frente entre Robinho e Messi e que era também um despique entre candidatos a melhor do mundo num futuro próximo. Quanto a Messi, as dúvidas estão há muito dissipadas, mas Robinho era um caso diferente. Talento indiscutível do futebol brasileiro, o jogador chegou a Madrid como candidato a novo Pélé mas as suas “pedaladas” não tiveram, no imediato, a expressão que a sua fama parecia anunciar. Apesar da enorme pressão sempre existente entre os merengues, o Real nunca colocou em causa a sua escolha para camisola 10. É que nestas coisas de jovens talentos vindos de culturas e países diferentes é mesmo assim, leva tempo.

2007/2008 tem mostrado a explosão de Robinho, deslumbrando e decidindo jogos tanto com a Canarinha como com a 10 Merengue. Tal como acontecera com Ronaldinho aos milhões do investimento era preciso acrescentar o tempo da adaptação. Falar de Robinho é falar da elite do futebol mundial, mas o seu exemplo pode ser transposto para outros casos em que um menor impacto inicial pode não significar o falhanço de uma aposta...


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16.7.07

Robinho, o "Rei" da Copa América

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Tinha aqui avançado com um merecido destaque a Leo Messi antes da final, mas a verdade é que foi o Brasil de Dunga a levar a melhor sobre a alviceleste, erguendo, mais uma vez, a taça de vencedor da Copa América. Se é verdade que a vitória brasileira na final se deve sobretudo ao sucesso do pragmatismo colectivo de Dunga sobre a simples criatividade Argentina, também não deixa de ser um facto que a prova brasileira fica marcada por um nome: Robinho.

Ainda no ambito da comparação com Messi, Robinho será, apesar de 3 anos mais velho, um jogador muito mais “verde” do que o talento do Barcelona. Robinho é o protótipo do jogador brasileiro: esguio e leve, tem na velocidade e fantasia dos seus dribles a grande virtude. Levou para Madrid as suas famosas “pedaladas”, mas no Barnabéu o real desafio tem sido o de aprender onde e quando deve soltar o seu talento. Aos 23 anos Robinho continua a luta pela adaptação ao futebol da vida real e, se o conseguir, poderá bem tornar-se num dos maiores do seu tempo. Para já, leva da Copa América o seu maior sucesso enquanto jogador, sagrando-se vencedor, melhor marcador e melhor jogador da prova.

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30.6.07

Ainda o Futsal: Robinho & Falcão!

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6.1.07

Louvável "Show de bola"

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Aconteceu no passado dia 27. Um jogo de benefiência promovido por Robinho e Carlos Alberto. Os entusiasmantes jovens craques brasileiros juntaram os amigos e deram um show no Vila Belmiro, em São Paulo. Para assistir ao espectáculo havia apenas que levar um saco com alimentos - para doação.
Da louvável iniciativa resultaram momentos de autêntico "show de bola" promovidos pelos talentos de gente como Marcelinho Carioca, Romário, Diego, Deivid ou Denilson. Entre craques do presente e passado, sabe quem decidiu o jogo... Neymar!


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O novo Robinho ou, simplesmente, Neymar!

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Neymar da Silva Santos Júnior ou, simplesmente, Neymar. Este é um nome já consagrado no futebol brasileiro apesar do seu bilhete de identidade apontar a data de 05/02/1992 como o dia do seu nascimento.
Neymar foi descoberto por Betinho, o mesmo treinador que fez crescer Robinho, a última pérola da reputada escola Santista. Neymar partilha, de resto, com Robinho um série de similitudes que lhe valem uma previsivel mas justificada comparação com o Craque do Real Madrid. Têm o mesmo – Wagner Ribeiro – mas é no campo que as dois prodígios do ‘Peixe’ mais se assemelham. Fisicamente esguio e com uma ‘pedalada’ característica, Neymar lembra Robinho mas promete uma história própria, tal o talento com que perfuma os gramados.
Não perderão, certamente, de vista este produto do futebol de rua... ele não permitirá!


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