5.1.07

Ranking "jogo directo" de Clubes Europeus - Dezembro 06/07

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O FC Porto manteve, apesar do menor número de jogos realizados, o 10º lugar no "Ranking Jogo Directo de Clubes Europeus" ao final de 2006 (Lembro que esta é uma classificação que diz respeito à temporada 2006/07). De resto, em relação à situação de final de Novembro, o Sporting manteve-se como o 2º clube Português agora seguido bem mais de perto pelo Benfica.

Em relação ao topo da tabela, ela é agora liderada pelo Manchester United de Ronaldo, seguido pelo Inter de Figo e o Chelsea de Mourinho. Note-se ainda a ausência de clubes espanhóis no top-10 da tabela, onde entraram em Dezembro Arsenal e Liverpool. Com o decorrer da temporada, verifica-se um maior ajustamento da classificação ao que vai acontecendo nos relvados...


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4.1.07

Hermínio, parece-me bem...mesmo!

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Desconheço os pormenores do seu passado e até nem apreciei muito a forma como chegou à direcção da Liga – é inevitável que se torça o nariz a listas únicas em processos que se querem verdadeiramente democráticos.
De lá para cá, porém, tenho encontrado em Hermínio Loureiro um discurso tão esclarecido como nenhum outro em relação aos reais desafios do futebol português. Acima das intrigas clubísticas, da obsessão dos conselhos, conselheiros, sorteios e nomeações tem abordado repetidamente aquele que é o principal problema do futebol português: a falta de receitas.
A Taça da Liga e o modelo encontrado vão meter a tradição da Taça de Portugal “no bolso” – é altamente improvavel não termos uma panóplia de grandes jogos.
Resta, na minha opinião, adequar o campeonato às expectativas do seu público (Tenho a minha ideia sobre o formato, que mais tarde pormenorizarei). As receitas são geradas, em grande parte, pelo interesse que os jogos despertam – quanto não pagariam as televisões por um campeonato com o dobro dos jogos grandes? A qualidade, essa, vem por acréscimo – com mais receitas, haverá mais dinheiro para trazer craques ou resistir a investidas dos milionários de leste que têm espremido o sumo que ainda havia no nosso futebol.
Nem tudo têm sido rosas, é verdade, mas tem de se ver algo diferente em alguém que tem a humildade – rara no futebol português – de olhar para os melhores... É isso que vai acontecer na Alfandega do Porto, hoje, com o Seminário «Profissionalização da Arbitragem Será possível?», com a Liga Inglesa a dar o exemplo...

Já se sabe, em relação a dirigentes é sempre mais fácil desdizer, sendo essa a prática comum dos nossos “velhos do restelo” sempre com uma boa visão para o buraco da avestruz... A mim, até ver, parece-me bem. Muito bem, mesmo!

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Arrigo Sacchi em entrevista

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Há algumas semanas, o site brasileiro “Cidade do futebol” publicou uma entrevista com o mestre Arrigo Sacchi. Para enquadrar, este agora ex-treinador italiano ficou para sempre ligado à história do futebol com o seu trabalho no Milan no final dos anos 80. Contando com uma das mais cobiçadas constelações de estrelas da altura – onde se destacava o famoso trio Holandês Gullit, Van Basten e Rijkaard – Sacchi inovou ao popularizar a sua “zona pressionante”. De facto esta que era uma nova forma de actuar teve um impacto fulcral na evolução táctica do jogo, sendo ainda hoje encarada como o "supra sumo" dos comportamentos colectivos.
Nesta entrevista é interessante constatar como um mestre da táctica dá tanto destaque à atitude mental do grupo. Também destaco o alerta para a crescente exigência que é feita sobre os treinadores - aprendizagem constante, bem como para a importância das equipas técnicas como um todo, em detrimento da centralização em torno da figura do treinador.
Deixo algumas das perguntas/respostas que destaco, bem como um vídeo a trazer à memória um intensissimo Napoles-Milan, com Maradona na jogada...

Cidade do Futebol – Existe um fator mais complicado para criar essa mudança na mentalidade de um jogador?
Arrigo Sacchi – O que dá mais trabalho é o momento em que ele não tem a bola. É fácil condicionar qualquer um a fazer jogadas do jeito que você quer, mas é extremamente difícil pedir para o atleta fechar espaços e acompanhar adversários exatamente como você gostaria que ele fizesse. Todo atleta gosta de trabalhar e fazer as coisas com posse de bola, que é quando eles aparecem mais. São como estrelas de cinema e buscam os holofotes.

Cidade do Futebol – Os privilégios que acontecem no Real Madrid são fruto apenas do tratamento dado pelo clube aos jogadores ou o temperamento dos atletas também influi?
Arrigo Sacchi – É mais do que claro que precisamos buscar, cada vez mais, homens de qualidade antes de jogadores de qualidade. Uma coisa não se dissocia da outra e um elenco precisa dos dois pontos. Existem três fatores fundamentais para uma equipe vencedora: talento, ambiente e trabalho. Se um desses pilares é afetado, os outros dois sofrem demais. Por isso é que eu sempre procurei estabelecer regras para que todos trabalhassem com a mesma intensidade.

Cidade do Futebol – Existe algum time que consiga juntar todas as características que você citou?
Arrigo Sacchi – Eu acho que o perfeito seria uma junção entre as culturas de Espanha e Itália. A Espanha tem um ataque forte e presente, mas não defende com tanta qualidade. A Itália é segura e marca bem, mas sofre com a falta de pró-atividade ofensiva. O Milan dos anos 90 era uma mistura das qualidades das duas seleções porque juntava os italianos com os holandeses, que também são mais ofensivos. Nós tínhamos qualidade nos dois setores e uma atitude muito positiva.

Cidade do Futebol – Você citou Milan e Real Madrid como exemplos de times que possuem talentos e não conseguem usufruir disso para conquistar títulos. É tão comum assim o aproveitamento ruim dos jogadores?
Arrigo Sacchi – O futebol é um jogo coletivo com momentos individuais e não um jogo individual com momentos coletivos. Por causa disso, a força deve estar sempre no conjunto. Conheci equipes incríveis que não utilizaram nem metade da sua força por causa da falta do sentido coletivo e isso normalmente acontece devido ao perfil dos atletas.

Cidade do Futebol – Na sua opinião, qual deve ser o papel do treinador no futebol atual? Ele deve ser mais centralizador ou contar com auxílio de profissionais de outras áreas?
Arrigo Sacchi – Ele não pode parar no tempo. O futebol não é o mesmo de alguns anos atrás e o técnico não pode ignorar isso. É preciso aprender sempre e se cercar dos melhores profissionais para que o sucesso seja possível. A comissão técnica não depende mais apenas de uma figura. O treinador precisa ser o executor do jogo, mas outros profissionais com formações diferentes devem auxiliá-lo a ter base para as decisões.

Cidade do Futebol – Qual é o ponto mais importante para a preparação de uma equipe em campo no futebol atual?
Arrigo Sacchi – Sem dúvida alguma é a movimentação sem bola. Se você for ver, um metro de espaço faz toda diferença no futebol moderno. Quando eu cheguei ao Milan, quem estava perto da bola corria e o resto do time esperava. Nós fizemos um trabalho para mudar isso e o resultado é que passamos a vencer.



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3.1.07

Jogos de Ontem - Vídeos

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-- Inglaterra --
Aston Villa 0-0 Chelsea (Mais um empate para Mourinho... desta vez sem golos)
Arsenal 4-0 Charlton (Vitória no regresso de Henry com golos de Henry, Van Persie(2) e Hoyte)


-- Escócia --
Celtic 2-0 Kilmarnock (Nakamura na assistência para os 2 golos)

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Gala FBF Prémios 2006

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Talvez este não seja um tema do interesse da maioria mas é certamente um acontecimento para muita gente da dita "blogosfera". Sobre esse assunto - e porque no futebol ("não britânico") está tudo ainda em fase de ressaca pós natalícia - trago aqui dois pontos que, na minha perspectiva, importa salientar:
1- Sem rodeios, esta iniciativa deve ser considerada por todos os seus organizadores como um enorme fracasso. Em quase 200 blogs "federados" contaram-se apenas 25 participações - ou seja praticamente 90% de abstenção! Destas 25 participações contam-se essencialmente 'bloggers' que habitualmente frequentam o blog criador desta iniciativa (o BnRb) - explicando-se assim um forte enviezamento das votações, todas elas tendentes para as opções previamente anunciadas nesse mesmo blog. Convém referir que estes são apenas factos que constato, não querendo de forma alguma pôr em causa o mérito e qualidade do blog que, muito bem, criou esta iniciativa. Há, no entanto, que questionar o que é de facto a FBF e qual a utilidade que ela tem para os blogs? Já agora, qual o verdadeiro papel do Sportugal em relação à FBF: interessado ou interesseiro?
2- Mesmo sem reconhecer representatividade à votação, não posso deixar de manifestar a minha satisfação pelo facto do Jogo Directo ter sido o 2º Blog mais votado (apenas superado pelo Blog da Casa - o BnRb). Foi 3º na atribuição de Blog do Ano e 2º na revelação de 2006. Quero deixar aqui um agradecimento especial a quem votou (Finta&Remata, Blog do Belenenses, Futebol Acima de Tudo e Encarnados), bem como a todos os que têm manifestado apoio ao que aqui tem sido feito!

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Os primeiros golos do Ano

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-- Inglaterra --
Liverpool 3-0 Bolton (O Ano a começar com mais uma bicicleta de Crouch!)
Newcastle 2-2 Man Utd (Grande jogo com grandes golos!)
Portsmouth 1-1 Tottenham (Golos de Mwaruwari para o Portsmouth e de Malbranque para os Spurs)
Reading 6-0 West Ham (Derrocada dos 'Hammers' com as bolas paradas a serem decisivas)
Fulham 0-0 Watford (Apesar do dominio, o Fulham não foi além do nulo)
Man City 2-1 Everton (2 Golos do Grego Samaras decidiram)
Middlesbrough 3-1 Sheff Utd (Yakubu em foco na vitória do 'Boro')
Wigan 0-3 Blackburn (Vitória forasteira com McCarthy a contribuir com o terceiro)

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Golos da época (Parte VI)

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Finalmente, a sexta e última parte desta série de compilações de fim de ano!



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2.1.07

Golos da época (Parte V)

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A quinta de seis partes...



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