29.3.12

Golos fora ou factor casa?

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O 0-0 numa primeira mão, é melhor para quem joga em casa ou para quem joga fora? A pergunta, no fundo, compara a vantagem entre o factor casa e a regra dos golos fora. Enfim, é uma dúvida que tem resolução simples, bastando ver o que aconteceu nas eliminatórias que terminaram com 0-0 ao fim dos primeiros 90 minutos. Não tenho a resposta, mas imagino que, como nenhum outro resultado, deixe tudo igual para a segunda mão.

Qualquer eliminatória que envolva o Barça, nos dias que correm, tem como principal ponto de interesse perceber que tipo de dificuldades poderá o seu adversário causar e, no limite, se haverá hipótese de surpresa. A questão da comparação qualitativa não se põe, pura e simplesmente. O Milan não é excepção, e nesse sentido não estranhará que, mesmo em San Siro, fosse sempre o Barça a estar mais perto da vitória, ainda que, em qualidade, as oportunidades tenham surgido para os dois lados.

Já me referi ao interesse desta competição, para além da qualidade, pela possibilidade de vermos em confronto culturas de jogo muito diferentes. E esta eliminatória, permite-nos isso mesmo, ver um choque de culturas em termos tácticos. Em especial, no Milan, sobressai a forma como corta a profundidade e junta à linha de quatro uma outra, de três. Não é uma estrutura muito comum, mas é altamente característica desta formação, sendo apresentada há já vários anos. O futebol italiano tem esta característica, de não arriscar muito na altura do seu posicionamento mas, por outro lado, de não trazer muita gente para trás da linha da bola. A linha de 3 do Milan pretende precisamente fazer o que a maioria das equipas faz com 4 ou 5 jogadores, reservando com isso mais gente para o golpe mortal da transição.

Se o jogo da fase de grupos for uma antecipação fiel daquilo que vamos ver na segunda mão, então não restam muitas esperanças ao Milan. É que apesar do empate final, o Barcelona foi avassalador nesse jogo. Em particular, nesse decisivo momento da transição defesa-ataque, o Milan foi incapaz de tirar partido dos homens que deixava à frente da bola, sendo encurralado por um Barcelona que se adaptou estruturalmente na reacção à perda, nomeadamente em relação à sua última linha, onde se mantiveram quase sempre 3 unidades, em vez de 2 como acontece na generalidade dos jogos da Liga espanhola. Depois, em relação à linha de 3 médios do Milan, as dificuldades de controlo da largura também emergiram, sendo o movimento de superioridade de Dani Alves aquele que naturalmente mais parece fragilizar esta estrutura dos italianos.

A decisão da eliminatória passará muito pela resposta das equipas a estas nuances, que não deverão manter as orientações base, ainda que me pareçam prováveis algumas diferenças...

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28.3.12

Fatalidades...

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Não será propriamente uma surpresa para quem vem lendo a minha visão sobre a incerteza do jogo, mas de facto não há nada que me pareça ter determinado que o desfecho negativo fosse uma fatalidade para o Benfica. Nem as opções iniciais, nem, muito menos, as substituições. É claro que sei, também, que os efeitos da tradicional emotividade pós jogo não fazem da minha posição algo muito consensual. Nem esta, nem outras. Ainda assim, reforço a opinião: fatalidade, mesmo, só vejo uma: a de que entre duas equipas a maior probabilidade de vitória esteja tendencialmente do lado daquela que tiver capacidade para a adquirir, a qualquer momento, qualquer jogador do seu adversário.

Quanto jogo propriamente dito, parece-me que ambos os treinadores tiveram uma abordagem clássica para uma primeira mão de uma eliminatória a este nível. Ou seja, risco mínimo e a noção de que qualquer pequena vantagem poderá rapidamente fazer toda a diferença. Jesus, com o seu "formato Champions", que usa Witsel mais próximo de Javi e Aimar na ligação entre estes dois e Cardozo. Di Matteo, com uma estratégia assumidamente cautelosa em relação aos riscos em posse, tanto pelas ligações directas para os corredores, como pela postura várias vezes especulativa na primeira fase de construção. Para os dois, a ideia era marcar, se possível, mas não sofrer, a todo custo. Aliás, terá sido precisamente nesse sentido que Jesus fez entrar Matic, reconhecendo que a 20 minutos do fim um golo sofrido poderia ter um custo praticamente impossível de corrigir. Deu-se mal, é um facto, e será fortemente punido pelo tradicional nexo de causalidade que se faz entre substituições e o que acontece a seguir. A justiça desse tipo de sentença é, a meu ver, tão boa como outras que, nas mesmas circunstâncias, foram favoráveis ao treinador encarnado. Ou seja, nenhuma.

Dentro do conservadorismo estratégico, o Benfica foi quem mais quis ganhar o jogo e, até, quem mais esteve próximo de o merecer. Mas um jogo equilibrado é assim mesmo, altamente refém da inspiração do momento. Ainda assim, é interessante notar como o plantel do Benfica tem um equilíbrio algo atípico nas suas soluções. Isto é, qualquer equipa, mesmo as melhores, tem mais dificuldade em encontrar jogadores que marquem a diferença pela sua capacidade de desequilíbrio ofensivo. Por isso, substituir um avançado ou um criativo pode ser uma dor de cabeça muito maior do que um médio defensivo ou um defensor. No Benfica, é ao contrário. Tem avançados e extremos de enorme qualidade, e todos de um nível muito semelhante. Substituir Gaitan, por exemplo, é muito menos problemático para o Benfica do que substituir Mata para o Chelsea. Lá atrás, e também às avessas do que é mais comum, é que o problema é maior. Neste jogo, por exemplo, parece-me que a ausência de Garay foi determinante, porque Torres foi um jogador sempre muito difícil de controlar, com Jardel a sentir enormes sempre que o espanhol o atraiu para fora da sua zona de conforto. Ora, se num jogo deste tipo os pormenores contam ainda mais, este é pormenor que, na minha óptica, contou bastante...

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26.3.12

Acidentes...

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E, mais uma vez, o futebol nos reserva uma boa dose de ironia. Uma jornada depois de, com alguma felicidade, se ter salvo de perder pontos na Madeira, o Porto escorrega em Paços sem que nada no jogo o fizesse prever. Trocados, exibições e resultados. Nunca ninguém o admite conscientemente, mas a verdade é que, seja lá qual for a exibição, um resultado nunca deixa nada igual. Nem estados de ânimo de protagonistas, nem balanços de adeptos e comunicação social. Sim, porque por muito acidental que seja o resultado, no fim é ele que determina sempre se o tema são os erros e opções do treinador, ou a qualidade e bom momento da equipa. Que repercussões tem esta irracionalidade generalizada no jogo seguinte? Pois isso, ninguém sabe...

De todo o modo, os acidentes acontecem no futebol. A todos. Do que o Porto se deve lamentar, seja lá o que a emotividade sugira depois do jogo, não é do acidente de Paços de Ferreira, mas da ausência de margem de manobra herdada de outros resultados bem menos acidentais e que foram acontecendo ao longo da época.

Os pontos do acidente de Paços podem determinar, para já, a perda da liderança e, eventualmente mesmo, a perda do próprio campeonato. Mas, e ao contrário do que a primeira volta sugeriu, há muito que este campeonato deixou de ser decidido apenas por acidentes e pormenores. Já todos perderam pontos por mais do que meras questões acidentais. Várias vezes. No fim, quem perder, não terá uma boa desculpa nos acidentes...

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24.3.12

Empatas...

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Um golo, como se sabe, não precisa de apresentações, mas se há nulos que se anunciam, este terá sido um deles. Isto, pela escassa proximidade que ambas as equipas mantiveram com o golo ao longo de toda a partida. O Benfica pode e deve lamentar-se de si próprio, claro, porque não fez o suficiente para se aproximar do seu objectivo. Pode, também, relativizar a frustração pelo contexto (ainda que isso lhe sirva de pouco). Pelo campo, aparentemente com poucas condições para promover uma boa circulação. Pelo adversário, que aparenta ter como nenhuma outra equipa, um culto do empate. Pelo desgaste da sequência de jogos que, apesar de tudo, ainda está no inicio. E abordo estes últimos dois pontos, o culto do empate do Olhanense, e o desgaste do Benfica...

Sobre a tendência para o empate do Olhanense, não terá a ver com os treinadores, já que esta é a equipa que nas últimas 3 épocas, e com diferentes lideranças, sempre averbou mais empates nos seus jogos. São 38 em 84 jogos desde que regressou ao primeiro escalão... Impressionante! Não tenho resposta para o porquê da tendência, mas há de facto equipas que tendem mais para o empate do que as outras, parecendo estimular-se sobretudo pela aversão à perda. Dois exemplos onde este fenómeno aparece exacerbado são a segunda liga portuguesa e o recente 4-4 entre Olhanense e Nacional, com o marcador a surgir sempre de forma alternada. Enfim, como sempre digo: o futebol constata-se, muito mais do que se explica.

Sobre a sobrecarga competitiva, não faltam exemplos de equipas que sentem dificuldades em manter níveis exibicionais quando jogam poucos dias após um grande desgaste emocional e físico. O próprio Jesus por várias vezes se referiu ao problema do "terceiro jogo", focando-se bastante na questão física. A minha dúvida, porém, tem mais a ver com a possibilidade de haver uma dificuldade de manutenção dos índices de concentração em ciclos competitivos apertados.

Para além de todas estas dúvidas, claro, está a questão do futuro imediato do Benfica, que não se afigura fácil. Este empate, surgindo antes de um ciclo absolutamente decisivo, vem acrescentar ainda mais pressão sobre a equipa. Não tarda muito para termos as respostas, mas todos percebem que um final feliz começa a afigurar-se como um cenário de cada vez menos probabilidade...

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23.3.12

A sina e o guarda redes

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Seria de esperar que o percurso ascensional do Braga nos últimos 10 anos lhe tivesse creditado mais finais no currículo. Já não digo títulos, embora também isso fosse provável, mas finais. Tem uma, por sinal a mais improvável, o que é muito pouco. Será sina? Há várias coisas cuja explicação nos escapa no futebol (e aí está, pelo menos para mim, o grande interesse deste jogo), mas este não é uma delas. Não há sina, nem explicação alguma, é apenas uma das hipóteses do destino. Ou seja, uma constatação factual sem causalidade que possa fazer antever repetições futuras. Porque, e muito embora sempre pareça, os factos não implicam forçosamente causalidade.

Não acreditando eu no determinismo do fado bracarense, há algo neste jogo que penso merecer reflexão. O Braga foi o mesmo dos últimos jogos, com um pouco menos de felicidade no inicio, mas suficientemente confiante para que um revés não beliscasse o seu potencial qualitativo. Assim, virou e poderia ter sentenciado a presença na tão desejada final. Se o tivesse feito, estaria aqui a dar maior ênfase ao facto de ser o Braga quem, nesta altura, resolve os seus jogos com mais ligeireza. Mas esse cenário não evitaria a mesma pergunta que deixo agora, porque é uma dúvida que tenho para mim em relação aos jogos decisivos que se aproximam: Revelando, jogo após jogo, condições para se equivaler em quase tudo aos rivais na luta pelo título, terá o Braga o que é preciso para se equivaler nos pormenores?

E aqui, vou aproveitar o erro de Quim (fazendo dele um pretexto, mas não uma motivação em si mesmo), para recordar a teoria de Artur Jorge e dos 6 pontos que valeria um bom guarda redes. Uma comparação implica sempre pelo menos duas avaliações, mas depois da observação mais detalhada que fiz aos guarda redes nesta temporada, há duas conclusões que retiro para mim: 1) Concordo com a grande importância dada por Artur Jorge na relação entre guarda redes e sucesso. 2) A dificuldade em encontrar um bom guarda redes tem muito mais a ver com a dificuldade que há em fazer uma avaliação correcta do desempenho deste tipo de jogadores, do que com a escassez de alternativas de qualidade.

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21.3.12

Rivalidade

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Estranheza. É sobretudo esse o meu sentimento ao ver este jogo. Não posso estar seguro de que não tenha a ver com o meu próprio condicionamento prévio, da ideia que já tinha de que a partida não seria abordado com a habitual intensidade emocional pelas duas equipas. Ainda assim, é a minha sensação ao ver 3 golos em tão pouco tempo e uma primeira parte tão oscilante e pouco consistente de ambas as partes. Venceu o Benfica, e talvez lhe fique melhor porque foi, de facto, quem mais oportunidades criou, sobretudo na recta final da primeira parte.

Interessante é a discussão sobre a importância que ambos deram, ou não, a este jogo e a esta competição. Há uma desvalorização deliberada e que não é de agora ou deste jogo, e que surge sobretudo do lado portista. Já escrevi sobre isso, mas parece-me um pouco como um comerciante fazer publicidade contra os seus próprios produtos. Enfim, não é novo que o futebol português se permite a estas e outras excentricidades, pelo que também não se pode estranhar muito. Seja como for, o facto é que não é preciso o discurso de seja quem for para que a competição seja, de facto, desvalorizada na prioridade dos treinadores. Todos o sabem, ninguém vai evocar a Taça da Liga como atenuante para a perda do campeonato e é essa prova que, no fim, definirá o último sorriso e, muito provavelmente, a manutenção de algumas cadeiras. Apesar disto, e porque a rivalidade é isso mesmo, ninguém queria perder, sendo esse o estimulo (a rivalidade) que terá evitado uma opção por uma quase plenitude de segundas linhas. Porque, e em face do que escrevi acima sobre a importância das competições, esse seria o cenário mais provável caso o sorteio não tivesse ditado estas sortes.

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20.3.12

A rever, porque não há muito mais a fazer....

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À primeira vista, as dificuldades do Sporting podem não fazer sentido algum, e em qualquer caso não eram seguramente provável, mas talvez não fosse também difícil antecipar as diferenças entre este jogo e aqueles que, recentemente, catapultaram o a equipa para novo estado de optimismo. De resto, já não é a primeira vez que me refiro a este aspecto. O tipo de oposição que colocou o Gil, estrategicamente mais baixo e expectante, não foi surpresa e recuperou um cenário em que o Sporting do passado recente teve sempre muitas dificuldades em ultrapassar.

O resultado não será o mais importante para a análise, até porque o resultado, num só jogo, está sempre refém de uma série variáveis pouco ou nada controláveis. Ainda assim, o resultado não pode também ser dissociado da imposição qualitativa de uma intenção de jogo. E precisamente por ser indissociável, talvez seja correcto referir o peso da eficácia na definição das condições do jogo. É que se o Sporting pouco se conseguiu aproximar do golo em 90 minutos, o Gil não teve de fazer muito para construir a sua vantagem.

Num plano mais táctico, creio que a circulação baixa do Sporting foi o aspecto que mais revisão justifica. A equipa traz muita gente para zonas baixas, aproximando dois médios dos centrais, recuando unidades móveis mais adiantadas e mantendo, inclusivamente, os laterais quase sempre em posição baixa. Várias vezes o Sporting manteve vários jogadores na mesma linha, e sobretudo não conseguiu criar boas condições para iniciar a progressão, na minha perspectiva por não fazer um bom uso da largura do campo. O Gil, mesmo não tendo muita gente na primeira linha de pressão, conseguia um condicionamento que facilitava a tarefa da segunda linha de pressão, de onde não passou grande parte do jogo do Sporting. Enfim, motivos para Sá Pinto reflectir...

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Entretanto, quem também jogou foi o Metalist, que teve melhor sorte do que o Sporting muito graças a um jogador a que tinha feito referência, Cristaldo. Que grande golo!

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17.3.12

Expectativas

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Não houve surpresas, mas não se pode dizer que tenha sido uma mera formalidade. Pelo menos, para o Porto, que teve um jogo de grande incerteza e muito pouco controlo. Mais um sinal de que o momento não faz antever um grande conforto na recta final, ao contrário do que aconteceu em boa parte da prova. Cumpre-se este fim de semana a 10ª jornada em 2012 e, mesmo descontando o jogo entre ambos, foram mais as jornadas em que pelo menos 1 dos dois perdeu pontos do que aquelas em que, como nesta semana, ambos conseguiram vencer. Veremos o que acontece à medida que a pressão aumenta...

Nem 20 dias passados, jogar-se-á outro Benfica-Porto. O lado mais interessante deste segundo jogo, pelo menos para mim, tem a ver com a diferença de contexto para o primeiro. Ou seja, no jogo para o campeonato, os 90 minutos eram encarados quase que como uma final do campeonato. E o campeonato, quer para um lado, quer para o outro, pode significar muito mais do que uma mera organização das festas de Maio. Pode ter implicações nas carreiras de muitos dos protagonistas, sobretudo dos treinadores. Agora, por outro lado, Benfica e Porto trocariam um resultado na meia final da Taça da Liga por 2 pontos ganhos em mais uma importante jornada (ambos jogam fora) que terá lugar alguns dias depois do reencontro na Luz. É claro que quando a bola começar a rolar, e estando vermelho e azul frente a frente, muito de tudo isto passa para segundo plano. Muito, mas não tudo...

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Já havia comentado sobre a importância do sorteio para as aspirações do Benfica no sonho da Champions. E a sorte não quis muito com o Benfica. Deixa espreitar para a meia final, mas por essa curta brecha mostra o Barcelona. As probabilidades de vitória do Benfica na prova são nesta altura estimadas em 1,5%. Pode parecer pouco, mas quantas vezes, desde que a Champions permite mais do que um clube por país, é que um clube português atingiu as meias finais?

Na Liga Europa, o Sporting teve melhor sorte (não que sejam comparáveis as hipóteses de um "bom sorteio"). O Metalist mantém o mesmo problema de 2008, quando calhou em sorte ao Benfica. É sempre subestimado. Trata-se da 3ª potência do futebol ucraniano, onde perde sobretudo por não ter tanta capacidade no mercado interno, e por isso não chega à Champions, onde entram equipas com bem menos qualidade. Mas na Liga Europa, está farto de surpreender quem deles duvida, inclusivamente o próprio Benfica nessa experiência de 2008. Entre os sul americanos, que conheço quase todos bem, destaco os argentinos Sebastian Blanco e Cristaldo, que aprecio bastante e gostaria de ter visto no futebol português. Há um outro pormenor a ter em conta no Metalist, é que ao contrário do que pode sugerir a proveniência longínqua, esta equipa tem um registo europeu estranhamente positivo nos jogos fora. E não é deste ano. Os espanhóis lideram o ranking das expectativas (eu acredito que a mentalidade do Bilbao pode fazer deles o principal candidato, nesta altura). Ao Sporting, é creditada uma probabilidade de 8% de erguer a Taça. É pouco, mas para o Sporting as baixas expectativas também não têm sido um problema...

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