13.2.09

Jorge Jesus, o mais apto para treinar um 'grande'!

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(resultados da votação que respondeu à pergunta “quem está mais apto a treinar um 'grande'?”)

A votação terminou antes da vitória do Braga em Alvalade, pelo que não terá tido o efeito dessa importante vitória. Ainda assim, Jorge Jesus mereceu, de forma arrasadora, a preferência de quem votou. Em 189 votos, Jesus recolheu 90, sendo que o a segunda opção mais votada (“Cajuda” e “Nenhum”) mereceu uma preferência mais de 5 vezes inferior (17 votos). Entre as restantes hipóteses, não é possível distinguir nenhum, já que os resultados foram muito próximos. Se se pudesse garantir que os 189 eram únicos e representativos era possível afirmar com 95% de probabilidade que entre 40%-53% dos adeptos vêem Jorge Jesus como o mais apto dos treinadores para uma oportunidade num grande.

Confesso que uma preferência tão grande por Jorge Jesus me surpreende. Aliás, sendo mais preciso, o que mais me surpreende é a pouca preferência demonstrada pela hipótese “Nenhum” – apenas 8% - pelo simples facto das hipóteses sujeitas a votação serem todas de treinadores portugueses com carreiras em clubes de menor dimensão (relativamente aos 3 “grandes” entenda-se). A minha ideia sobre Jorge Jesus é francamente positiva desde o tempo em que esteve no Belenenses e a sua afirmação no Braga não me surpreende minimamente. Ainda assim, o que tem revelado em Braga é francamente positivo e acaba por ser uma importante confirmação dos indícios que já deixara, quer em Leiria, quer principalmente no Restelo. A grande questão não está no sucesso mas sim na forma como o tem conseguido. Todos os anos há equipas que conseguem boas carreiras no campeonato, mas é preciso um grande exercício de memória para encontrar uma equipa que se tenha afirmado com um modelo de jogo com as características deste Braga. Se é verdade que a qualidade individual que Jesus tem ao seu dispor é muito elevada, não posso deixar de me interrogar o que faria com algumas individualidades que são, afinal, o motivo da recorrente superioridade das equipas grandes em Portugal.

O resultado desta votação justifica a próxima pergunta: “Qual o próximo clube de Jorge Jesus?


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Alguém consegue explicar porque é que ele ainda vai à Selecção?!

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- Outra pergunta. Será que é mais fácil marcar livres na América do Sul?! Entre os (poucos) jogos do dia, não faltaram golos de livre naquele Continente. Thiago Neves (Fluminense), Geovani (Duque de Caxias),
Jorge Wagner (São Paulo), Dominguez (Nacional). Todos com execuções quase perfeitas. Se pensarmos, por exemplo, na pouca frequência deste tipo de golos no nosso campeonato...

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12.2.09

Portugal - Finlândia: Experiências, muitas. Evolução, pouca...

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Jogo de preparação? – Este foi um jogo marcado para pensar num advesário concreto, a Suécia. A situação do apuramento justifica esse plano tão centrado num jogo relevante, e a lógica diz que neste jogo deveriam ter sido apresentadas uma estrutura e uma estratégia próximas do que se pensa realizar frente aos suecos. Foi isso que aconteceu? Francamente é-me difícil ter certezas sobre o que pretendeu exactamente Queiroz.
O que se viu de inicio foi uma formação, de novo, em 4-3-3, mas com laterais com manifesta vocação ofensiva – daí a experiência de Duda a lateral. De resto, a equipa tentou ser larga, orientando a sua construção para saídas em apoio que têm no recuo dos 2 médios, Tiago e Deco, a principal referência para o primeiro passe. Aquilo que se viu, nesse momento de organização ofensiva, foi, porém, uma ausência de dinâmica nas movimentações, com 2 extremos previsivelmente abertos e um ponta de lança muito fixo e pouco solicito para tudo o que não sejam situações de finalização. À propensão ofensiva dos laterais, Queiroz juntou a outra surpresa. A presença de Pepe como médio mais defensivo. A presença de Pepe nesta função – e partindo do principio que é um teste a pensar na Suécia – pode explicar-se pela necessidade de dar mais dimensão física àquela zona, particularmente para responder a um jogo mais directo que os suecos possam tentar protagonizar. Ainda assim, notou-se alguma liberdade excessiva de Pepe para sair da sua posição, o que, juntando à tal propensão ofensiva dos laterais, poderá ser perigoso no momento da transição. De resto, outro aspecto preocupante foi a incapacidade de ter um pressing mais eficaz. Com defesas tão rápidos como Portugal tem ao seu dispor, seria talvez útil pensar numa estratégia que utilizasse linhas mais subidas para pressionar equipas que tecnicamente não são muito fortes. Isso, porém, não se vê acontecer com grande qualidade...


Ponto de situação – A pior critica que se pode fazer ao trabalho de Queiroz é dizer que este poderia bem ter sido o seu primeiro jogo, tal o leque de experiências feitas e falta de rotina demonstrada. Pessoalmente tinha uma expectativa em relação a esta nova fase. Scolari tinha uma lacuna ao nível do treino e da capacidade táctica, e com Queiroz poderiam ter sido dados novos passos rumo a modelo mais bem trabalhado e ajustado àquela que são as características dos recursos existentes. Ao contrário, Queiroz permanece numa espécie de busca incessante por novas e altamente improváveis mais valias individuais em vez de se orientar mais para a sistematização e rotinas colectivas. Se lhe dou razão quando se queixa da falta de tempo para trabalhar com os jogadores, culpo-o por promover sucessivas revoluções nas convocatórias que impedem, precisamente, que se possa fazer um trabalho mais continuado. Portugal permanece, como no passado, com um jogo colectivamente previsível, não porque, como às vezes se confunde, joga da mesma forma, mas porque não tem qualidade colectiva suficiente para surpreender. O que vemos é um futebol que tem como única solução orientar-se para as alas onde encontra extremos permanentemente encurralados por 2 ou mais adversários, tentando sair depois individualmente dessas situações o que, por muita qualidade que haja, é difícil. A diferença em relação ao passado está no aspecto mental que hoje parece bem mais fraco do que na era Scolari.

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Roger Guerreiro (o polaco) e outros golos nos internacionais

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- Em Marselha, a Argentina deu uma prova de competência. O 0-2 de Messi é uma imagem do que pode ser esta Selecção.
- David Villa começou por confundir os ingleses, abrindo caminho à vitória por 2-0.
- Em 1936 Hitler viu assistiu a um dos poucos jogos de futebol da sua vida. Nos jogos de Berlim, a Alemanha foi surpreendentemente derrotada pela Noruega. Ontem o feito repetiu-se (0-1)!
- Huntelaar marcou um belo volei.
- Unal pela Turquia frente à Costa do Marfim
- Um dos golos da noite, por Nazarenko (Ucrânia)

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11.2.09

20 nomes do 'Sudamericano' Sub20

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Terminou o Sudamericano com um vencedor óbvio, mas com algumas grandes surpresas. Neste particular, a Argentina foi o destaque, pela negativa, do torneio. Ficando em 6º e último lugar na fase final do torneio, a Argentina não só averba uma das piores prestações da sua história na competição como, ainda, fica de fora do Mundial de Sub20 no próximo ano. Para um país repleto de talentos, o Mundial de sub20, mais do que uma montra, é um instrumento que inflaciona o preço dos jogadores que nele participam. Esta será, por isso, uma boa oportunidade para quem quer andar realmente atento a bons investimentos no país das Pampas. Pela positiva, destaco claramente o Uruguai. Uma equipa fantástica, cheia de jogadores de qualidade que só terminou em terceiro por alguma displicência no último dia da competição, quando o Brasil já tinha o título assegurado. De resto os outros apurados para o Mundial são o Paraguai (2º) e a Venezuela que tirou partido do factor casa para garantir a presença no Egipto no próximo Verão. A Selecção venezuelana, no entanto, não promete muito...

Deixo, finalmente, uma lista de 20 jogadores que destaco dos jogos que vi. Não tive a oportunidade de ver todos os jogos, nem de os ver com total atenção, havendo equipas que pude analisar com muito maior detalhe do que outras. Nesta lista não estão nem guarda redes, nem defensores centrais porque o seu potencial mede-se muito pela consistência com que actuam, sendo necessário mais tempo para confirmar essas características. Há também nomes óbvios que escapam a estas, como Zucullini ou Renan Oliveira, mas julgo ser mais interessante destacar figuras menos conhecidas. Destes 20 nomes alguns não confirmarão certamente o destaque, mas também estou seguro que outros haverá que, em breve, poderão ser vistos nos principais palcos do futebol europeu...

- Eduardo Salvio (extremo/avançado, 18 anos, Argentina, Lanús) – Foi o primeiro destaque que fiz da competição e, por isso, não há muito a acrescentar sobre esta estrela emergente. Falta saber o destino e quanto tempo demorará até que o ‘salto’ se concretize.
- Ivan Bella (extremo, 19 anos, Argentina, Velez) – Extremo rápido e forte tecnicamente. Parece ter todas as características técnicas e físicas para se tornar num excelente jogador. Se a sua evolução for positiva na forma como entende o jogo, tornar-se-á seguramente num bom valor do futebol argentino.
- Samuel Galindo (médio centro, 16 anos, Bolívia, Real América) – Um caso estranho. Tem 16 anos, mas era o capitão da Selecção sub20, sendo-lhe entregue a camisola 10. Muito alto e esguio, tem uma fisionomia estranha para um jogador que ocupa posições centrais do meio campo. Ainda assim bom pé esquerdo e uma notável personalidade que lhe permite competir sem problemas perante jogadores bem mais velhos.
- Sandro (médio defensivo, 19 anos, Brasil, Internacional) – Médio defensivo que se destacou numa equipa cheia de talentos e sobretudo ofensiva. Bem posicionado e muito assertivo nas suas acções, Sandro merece acompanhamento no futuro próximo.
- Giuliano (médio ofensivo, 18 anos, Brasil, Internacional) – Uma das grandes revelações da competição e um dos seus melhores jogadores. Médio criativo de grande técnica e visão, promete poder explodir num futuro próximo no Internacional. Dizer, finalmente, que este jogador foi contratado recentemente pelo Internacional, já que jogava no Paraná, na Série B do Brasil.
- Douglas Costa (médio ofensivo, 18 anos, Brasil, Grémio) – Um dos grandes nomes da prova, não desiludiu. Numa equipa em que é difícil brilhar, Douglas deixou clara a diferença que é fazer a bola chegar aos seus pés. Vamos ver como evolui, mas aqui pode estar mesmo um grande craque.
- Walter (avançado, 19 anos, Brasil, Internacional) – Já o destaquei pela forma como se afirmou na competição. Finalizador excepcional, é algo estático nas suas movimentações, mas tem tudo para se tornar num dos melhores 9 do futebol mundial.
- Dentinho (extremo/avançado, 20 anos, Brasil, Corinthians) – Tecnicamente é um jogador fantástico, tendo sido já uma das afirmações do “Timão” em 2008. Dentinho tem tudo para se tornar num jogador altamente desequilibrador e decisivo.
- Cristian Mejia (extremo, 18 anos, Colômbia, Deportes Tolima) – Jogador de centro de gravidade baixo e com uma capacidade de explosão extraordinária. Estas características são o seu ponto forte, mas para se tornar realmente um caso sério precisa de trabalhar mais a sua utilidade em situações de jogo onde há menos espaço. É novo e tem tempo, mas esse será um aspecto decisivo.
- Javier Reina (médio ofensivo, 20 anos, Colômbia, Vitória Bahia) – Numa selecção que se destacou pela capacidade física, Reina foi o jogador cerebral. Forte tecnicamente e com grande dinâmica, foi o jogador que deu maior rasgo de qualidade à Colômbia. O seu destaque era já esperado uma vez que está já ligado a um clube brasileiro.
- Jefferson Montero (médio ofensivo/extremo, 19 anos, Equador, Indep. José Teran) – O Equador não passou à fase final mas deixou clara a sua qualidade. Montero foi um dos jogadores que mais se destacaram, aparecendo sempre rápido e muito difícil de parar. Tecnicamente evoluído, revelou-se na principal fonte criativa da equipa.
- Joao Rojas (extremo/avançado, 19 anos, Equador, Tecnico Universitário) – Marcou 2 golos de cabeça na abertura, mas o seu destaque deve-se sobretudo à forma enérgica e à qualidade com que se mostrou quando a bola lhe chegou. É, sem dúvida, um jogador a ter em conta.
- Rodrigo Burgos (médio defensivo, 19 anos, Paraguai, Cerro Porteño) – Pivot defensivo por natureza, esteve bastante bem nos primeiros jogos, quer pelo posicionamento, quer pela certeza no passe. É difícil tirar grandes conclusões sobre um jogador de características tão tácticas, num torneio de jogos marcadamente anárquicos, mas Burgos merece, pelo que vi, nova avaliação.
- Hernan Perez (médio ofensivo/extremo, 19 anos, Paraguai, Libertad) – Uma das revelações do torneio e a principal figura do segundo classificado. Hernan Perez marcou muitos e bons golos. Sempre a partir da direita, no seu estilo esguio e desconcertante, Perez foi um elemento desequilibrador e de grande qualidade. Se não for antes, merecerá grande atenção por parte dos olheiros no Mundial do Egipto.
- Robin Ramirez (avançado, 19 anos, Paraguai, Libertad) – Avançado móvel, baixo e forte tecnicamente, destacou-se sobretudo pela facilidade com que fez golos. É verdade que muitos desses tentos foram conseguidos em fases em que os jogos ofereciam já grandes condições aos avançados, mas Ramirez deixou sempre a ideia de ter uma relação de grande proximidade com a bola e a baliza.
- Reimond Manco (médio ofensivo/extremo, 18 anos, Peru, PSV) – Uma das grandes promessas da sua geração não conseguiu evitar a grande desilusão do Peru. A selecção tinha sido campeã continental nos sub17, mas desta vez nem 1 ponto fez. Manco pode ser acusado pelo excesso de individualismo, mas a sua qualidade não deixou de sobressair.
- Adrian Gunino (lateral direito, 20 anos, Uruguai, Danubio) – Deixou excelentes indicações nas partidas que realizou. Apesar dos jogos terem sido muito partidos, Gunino não deixou de se revelar muito dinâmico e objectivo nas suas acções ofensivas, criando vários desequilíbrios.
- Matías Aguirregaray (médio polivalente, 19 anos, Uruguai, Peñarol) – No Uruguai há excelentes jogadores e um deles é certamente Aguirregaray. Médio de grande entrega, agressividade e força física, tem também uma boa qualidade técnica. Jogou normalmente como interior direito, mas poderá fazer várias posições. Pode ser um jogador de adaptação muito rápida a um futebol mais exigente tacticamente.
- Nicolás Lodeiro (médio ofensivo, 19 anos, Uruguai, Nacional) – Para mim será provavelmente a maior revelação do torneio. Baixo e de grande qualidade técnica, joga preferencialmente com o pé esquerdo, mas isso não o impediu de marcar um excelente golo com o direito. Actuou como interior esquerdo num meio campo fantástico do Uruguai, fartando-se de criar jogo ofensivo.
- Tabaré Viúdez (médio ofensivo, 19 anos, Uruguai, Milan) – O facto de jogar no Milan dava-lhe o destaque entre os jogadores uruguaios. Viúdez confirmou o talento e a qualidade técnica, jogando numa posição central do meio campo, coordenando (muitas vezes com Lodeiro) o jogo ofensivo daquela que foi, para mim, a segunda melhor equipa da prova.


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Robinho contra o mundo!

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10.2.09

4 jogadas do Clássico...

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A ameaça de Lucho
Tinha falado aqui antes do jogo da possibilidade de Lucho ser um elemento preponderante no jogo, dada a sua capacidade e inteligência na identificação e aproveitamento dos espaços criados. A verdade é que o bom jogo táctico do Benfica acabou por não dar muitas oportunidades para que “El Comandante” pudesse tirar o melhor partido desta sua característica. Ainda assim, uma das melhores ocasiões do jogo teve a sua assinatura.
Nota nesse lance para a rapidez com que foi feito o lançamento lateral, acabando por apanhar Yebda muito longe de Meireles, permitindo o tempo e espaço para a leitura da jogada. Depois a sintonia entre a visão do médio luso e a movimentação de Lucho tiraram partido de um movimento algo desnecessário da defesa encarnada. A subida da linha mais recuada foi um risco que não merecia a pena ser corrido, já que o espaço entre linhas não era significativo. O espaço entre os jogadores também é relevante, mas é esse movimento de subida que expõe o espaço na cara de Moreira.


A inteligência de Katsouranis
Destaquei-o como o melhor do clássico e estes 3 lances explicam o porquê deste meu realce. Já não é primeira vez que faço este elogio ao jogador, mas volto a referir que a grande vantagem em jogar com Katsouranis está na leitura que este faz dos espaços sobre o corredor central. A diferenciação tem, por isso, mais a ver com as acções sem bola do que propriamente com os momentos em que esta passa pelos seus pés (ainda que seja também inteligente neste plano). As 3 jogadas do vídeo em que intervém mostram essa sua qualidade e revelam também como ela é útil, quer defensiva, quer ofensivamente. Para além do que está referido no vídeo, destaco o facto de, no lance em que combina com Reyes, ficar solto na cabeça de área. Uma oportunidade de passe que escapou a Ruben Amorim...
Ainda nestes 3 lances, algumas notas para alguns jogadores intervenientes:
Primeiro, as dificuldades de Luisão quando tem de sair da zona central. Não sou tão critico como a maioria em relação ao central brasileiro, reconhecendo-lhe muita importância em vários aspectos do jogo encarnado, mas é inequivoco que sente muitas dificuldades sempre que tem de sair da zona central. Neste lance é quase primariamente surpreendido por Rodriguez, numa zona em que o Benfica tinha superioridade.
Depois, Reyes. Destaque para a excelência com que domina e protege a bola, atraindo adversários para depois libertar a bola no espaço que estes deixam. É uma imagem já muito vista e o facto de Moreira bater os pontapés longos (importantes na estratégia do do jogo) para o espanhol, não é coincidência.
Finalmente, Aimar. No primeiro lance tira partido da acção de Reyes e Katsouranis para se libertar de Fernando e lançar Ruben Amorim. No segundo, começou por decidir bem, guardando a bola e esperando pela subida da equipa (apesar do passe para trás não ser normalmente muito favorável à transição), mas depois mostrou-se pouco prestável para procurar uma linha de passe, precisamente quando o jogo se encaminhou para a sua zona. Aí, mais uma vez, Katsouranis deu o exemplo. Ainda assim, Aimar fez claramente um bom jogo (importante em vários aspectos) no Dragão.

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Muitos destaques, mas nenhum supera a inspiração de Eliran Atar

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- Em Inglaterra, destaque para o golo decisivo de Giggs na vitória do United frente ao West Ham.
- Outras notas na jornada que ditou a demissão de Scolari para a sensacional reviravolta do Liverpool e para o golo do novo reforço do Everton, .
- Em Espanha, sem surpresas prossegue a caminhada do Barcelona. Na vitória frente ao Gijon destacou-se o golo de Dani Alves.
- Notas ainda para a vitória 0-3 em Huelva do Atlético no primeiro jogo pós-Aguirre, e para o feito do Bétis no sempre quente derbi de Sevilha (1-2).
- Em Itália, marcou Figo e de cabeça na vitória do Inter em Lecce.
- A Juventus teve um jogo tipico. Ou seja, sofrido mas ganho no último minuto. Poulsen fez o 1-2 em Catania.
- Notas ainda para os excelentes golos da Roma (3) e para o efeito de Alexis Sanchez a resolver o jogo no último minuto para a Udinese.
- Na Alemanha, destaque para dois jogos e um golo. 3-1 do Bayern ao Dortmund, 1-0 do Schalke ao Bremen e o golo de Baumjohann do Monchengladbach.
- Em França, o grande jogo entre Marselha e Bordéus foi decidido com um auto golo estranho de Chamakh, tal a ausência de pressão sobre o jogador...
- De resto, notas para os golos de Benzema (3 jogadores pensaram a mesma jogada!!) e do interessantissimo Sessegnon (PSG).
- No resto do mundo, algumas notas. O Ajax perdeu 4-1 frente ao Vitesse, colocando em causa a continuidade de Van Basten. Na Argentina, o River foi incrivelmente surpreendido em casa frente ao Colon (2-2), com 2 grandes golos dos visitantes.
- 3 golos. A bicicleta de Papasterianos (Ergotelis), Ali Boussaboun (Utrecht) e, porque não, Chumbinho (Leixões).

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