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15.10.08

Parece que foi ontem...

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O canal + espanhol relembrou há dias este jogo e não posso deixar de o referenciar. Um dos jogos mais incríveis que me lembro ver, com a “remontada” do Barcelona de Robson perante o Atlético de Antic – campeão em título. Eram os tempos da “liga das estrelas” (embora este jogo tenha sido para a Taça) no ano em que, provavelmente, se geraram mais expectativas em torno do campeonato espanhol. O motivo é simples: foi nesta época que se iniciaram os efeitos do acordão Bosman, com as equipas a poderem jogar com jogadores comunitários sem qualquer restrição . O Barcelona não foi campeão – foi o Real de Capello nesse ano de 96/97 – mas, passados estes anos, para quem viu, aquela foi, mais do que qualquer outra coisa, a época da explosão do “fenómeno”, Ronaldo.

Os Portugueses
Mas, à margem de Pantic (4 golos!), Kiko, Caminero, De la Peña, Guardiola, Ronaldo ou Stoichkov, há 3 figuras que nos são familiares e nos saltam à vista quando revemos estas imagens (há uma outra, mas não aparece no vídeo)... Figo marcou o melhor dos golos da noite e preparava-se, ainda, para se tornar num dos grandes jogadores do seu tempo. Couto vivia uma experiência estranha que confirmou que a velocidade da Liga Espanhola de então não era a mais aconselhável para as suas características – por isso regressou rapidamente ao Calcio. Mas é Baía que mais me faz pensar quando vejo jogos do passado. Se me perguntassem quem foi o melhor guarda redes português de sempre responderia com o seu nome, por vários motivos. Ao rever os seus jogos, no entanto, reforço igualmente a convicção de que nem ele foi de facto excepcional a uma escala mundial e que, na baliza, reside um posto onde o futebol português tem uma dificuldade histórica em atingir a excelência... apesar dos mitos que se criam!


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13.6.07

Baía, retira-se o "Melhor de Sempre"

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Hoje deverá ser anunciado aquilo que todos já esperavam: o retirar de Vitor Baía.
Trata-se de uma figura ímpar na já quase centenária história do futebol português, e que merece, mais do que qualquer outro, o sempre questionável estatuto de “Melhor de Sempre”.

O currículo é impressionante, mas os títulos colectivos são de menos para justificar, por completo, a dimensão da carreira individual de Vitor Baía. Foram muitos – espantosamente, muitos – os anos com que se manteve como a grande referência nas balizas Portuguesas. É verdade que a sua oportunidade se transformou no momento mais baixo da carreira e que, em Barcelona, terá perdido a hipótese de se projectar a um outro nível no panorama mundial, mas, à semelhança de Eusébio, foi baseado em Portugal que Baía se fez grande aos olhos do mundo.

Sobre a qualidade, tenho uma opinião: as novas gerações suplantam sucessivamente as anteriores. A valia de cada um, no entanto, mede-se no seu tempo, e aí, Baía nunca foi ultrapassado.

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