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4.7.07

O efeito "El Niño"!

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Depois de Henry, surge a aquisição de Torres. A verdade é que esta aquisição tem muito mais efeitos no mercado do que a simples mudança de um grande e promissor avançado...

Efeito no Liverpool
Desde logo, acredito que Fernando Torres possa verdadeiramente “explodir” no Liverpool. O futebol inglês molda-se na perfeição às suas características e o seu talento é por demais indiscutível.
Os “Reds” ficam agora mais fortes na frente, mas há outros sectores em que Benitez precisa de reforços. Se a defesa é um ponto forte da equipa, fica claro que Gerrard nem sempre é suficiente para criar desequilíbrios a partir da zona criativa. Luis Garcia partiu no sentido inverso de Torres e o reforço do sector criativo – particularmente as alas – torna-se agora um aspecto fundamental para a candidatura séria do Liverpool às principais competições em que se encontra envolvido.


Efeito no Atlético Madrid
Fernando Torres pode ser, por todos os motivos, o jogador mais difícil de substituir nos “colchoneros”, mas a verdade é que a aquisição de Fórlan já terá mostrado o caminho escolhido para fazer esquecer o mais querido dos jogadores entre os adeptos. Há ainda o aspecto Luis Garcia: Qual o efeito da sua aquisição no voraz apetite por um extremo?


Efeito no... futebol português
Se juntarmos tudo o que escrevi antes ao facto de Simão ser um sonho antigo do Liverpool e de Quaresma parecer ter um pé no Atlético, ficam as questões: Será que Quaresma ainda será um alvo do Atlético? Será que Benitez vai agora virar-se para Portugal na expectativa de levar um extremo (e aqui não se exclua o próprio Quaresma)?


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23.5.07

Livepool - Milan: o lançamento da final

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Aí está o climax da época clubistica. A final de Atenas junta, pela segunda vez em três anos, dois clubes que parecem talhados para esta competição. Não serão as melhores equipas da europa – não é isso que uma prova como a Liga dos Campeões distingue – mas será, certamente, uma delas a vencedora da mais importante prova de clubes a nível europeu.
O Jogo
Há 2 anos o jogo foi um vulcão de emoções que surpreendeu, até, os mais arrojados. Este ano a história deverá ser diferente. Para além da improbabilidade da repetição do resultado, creio que também as equipas estão diferentes, com o Liverpool mais próximo do potencial do seu rival.
Ao contrário do vencedor de 2006 – o Barcelona – Milan e Liverpool são duas equipas de “tracção atrás”, tendo na compacidade do seu bloco defensivo a base de sustentação do seu jogo. Com sistemas, dinâmicas e intérpretes diferentes, Liverpool e Milan são fortes no seu pressing zonal baixo, privilegiando defender bem à largura do campo em detrimento de um pressing mais perturbador para as primeiras fases de construção adversárias. O Liverpool fá-lo com duas linhas de 4 homens e o Milan com uma de 4 e outra de 3. Ainda assim, e ao contrário do que era a tradição italiana e inglesa, creio que o Milan é menos focado no equilíbrio defensivo, tendo mais confiança na capacidade dos seus elementos ofensivos para assumir o jogo. Benitez tem um modelo mais calculista e metódico e, por isso, creio que o Milan arriscará mais facilmente ser dono do jogo desde o início. Do outro lado, Benitez vai, certamente, acautelar-se pela invulgaridade da disposição ofensiva do Milan, tentando depois surpreender nas transições e nos momentos especiais do jogo – bolas paradas e segundas bolas ofensivas. Da eficácia e dos pormenores sairá o destino do resto da partida. Os golos trarão intensidade emocional (especialmente intensa nestas partidas) e, aí, os que melhor reagirem vão tirar grande partido.

Milan
Ancelotti não deverá surpreender. 4-3-2-1, com Pirlo como maestro de uma equipa que dificulta as referências defensivas dos adversários. Inzaghi é lançado “às feras” mas a sua bravura dificilmente poderá dar repouso a qualquer defesa. A presença singular de um avançado e o posicionamento mais interior (e livre) de Kaka e Seedorf atraem as marcações dos defensores para fora da sua linha defensiva, abrindo espaços para as diagonais de rotura. De resto, os laterais são quem dá largura ofensiva, tentando abrir a defensiva oposta para que se criem mais espaços na zona central onde surge um elevado número de jogadores. Os laterais aproveitam também muitas vezes o facto da defesa adversária ter referências de marcação interiores, tendo tendência para soltar o espaço nas alas. Individualmente, e em termos ofensivos, as explosões de Kaka e a técnica de Seedorf e Pirlo são os trunfos de Ancelotti.

Liverpool
Um treinador latino com um sistema bem britânico: 4-4-2, com duas linhas claras de 4 homens. Benitez tem 3 nuances no seu sistema. A mais ofensiva, com Gerrard no centro da linha média e com dois extremos puros. A intermédia, com Gerrard na direita, dois homens de combate no centro do meio campo (Alonso e Mascherano) e um extremo do lado oposto. Finalmente, a mais defensiva, com Gerrard atrás de uma única referência ofensiva. Não é certo, mas Benitez deverá apostar na do meio. Se assim for, a equipa será assimétrica no seu comportamento, tendo em Gerrard o elemento de maior imprevisibilidade. A bola entrará mais vezes na esquerda, mas o Liverpool procura usar com frequência variações de flanco para libertar Gerrard no espaço que se cria pela basculação feita para o lado oposto. A frente de ataque é também um ponto forte, com grande poder de choque e mobilidade, sendo eficaz num jogo de segundas bolas, o que leva a equipa a tentar vários “esticões” através de abordagens mais directas. Ofensivamente, Benitez contará com o portento de Gerrard que é um dos jogadores que melhor partido tira dos espaços em todo o mundo. Xabi Alonso deverá ser o coordenador do jogo e, Crouch e Kuyt os “gigantes” de encaixe quase impossível.

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3.5.07

Milan, Liverpool e a "natureza" da Champions

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Liverpool e Milan. Não era o desfecho mais previsível e a verdade é que a Champions League volta a mostrar a sua natureza enquanto competição... É uma prova para se vencer ao “sprint” e não em “endurance”. A glória está reservada para aqueles que melhor se preparam para as fases decisivas e, para isso, parece ser preciso garantir uma condição que se demonstra cada vez mais determinante: ter as coisas resolvidas no plano interno - para o bem ou para o mal. Tem sido assim nos últimos anos, basta olhar o percurso interno dos vencedores mais recentes.
Chelsea e Manchester United pagaram caro as despesas do despique interno e nem o facto de Mourinho e Ferguson terem poupado algumas das figuras de maior relevo no fim de semana serviu para evitar aquele que foi o principal tónico da segunda mão das meias finais: uma diferença enorme na intensidade e agressividade impostas quer pelo Liverpool, quer pelo Milan, que também pareceram melhor preparados (física e, sobretudo, mentalmente) para as “nuances” das respectivas partidas.
Na final, o mesmo cenário de 2005, apenas num palco um pouco mais ocidentalizado (em 2005 foi na Turquia, agora é na Grécia). Ainda assim, os dois conjuntos parecem-me menos distantes no potencial – há 2 anos creio que o Milan era claramente mais forte e apenas terá perdido pelo carácter insólito da partida. O jogo será, isso parece-me certo, diferente, com duas equipas que gostam da “zona” mas com uma interpretação distinta. Mais pragmático, o Liverpool fecha-se nas suas duas linhas de 4 homens, chama o adversário e explora os “esticões” das segundas bolas de Crouch, das bolas paradas e dos movimentos de ruptura de Gerrard. O Milan ilude com a singularidade do ponta-de-lança, confundindo as referências defensivas e abrindo espaços para a mobilidade de Kaka e Seedorf. Em ataque planeado, alarga o campo com os laterais, para depois explorar o espaço interior criado. Sem bola, tem no fortíssimo pressing zonal exercido pelo seu trio do meio campo defensivo a sua principal arma de bloqueio.
Não será a final ideal, mas, tacticamente, será certamente um duelo interessantíssimo!

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2.5.07

Afinal, acontece mesmo a todos...

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Temos sido confrontados frequentemente com semanas negras em que equipas perdem tudo à distância de dias (Benfica este ano e o Sporting em 2005 são os casos mais flagrantes no passado recente português).

Frequentemente conotamos estes destinos com o carácter perdedor das equipas e, na maioria dos casos, dos respectivos treinadores. Dificilmente se considerará Mourinho um perdedor e, por isso, este episódio da vida do Chelsea deverá servir de exemplo para que se perceba que, de facto, o destino em futebol não escolhe perfis, caras ou identidades. A uns mais do que outros, é verdade, mas calha a todos!

O vídeo contém as amarguradas declarações de Mourinho no final da partida. Benitez voltou a levar a melhor e o génio do "Special One" parece ter ficado mesmo abatido com o desaire. Ainda assim, Mourinho arranjou forças para, ao seu estilo, afirmar que o Chelsea foi a única equipa a procurar ganhar ao longo dos 90 e 120 minutos...

Junto ainda o link para a
impressionante festa que se viveu logo após a decisão nos penaltis


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27.4.07

A expatriação do Catenaccio

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Nos jogos da primeira mão das meias finais da Liga dos Campeões tivemos dois cenários bem diferentes. Em Old Trafford, golos, remates, ocasiões. Em Stamford Bridge, posse de bola, equilíbrio, luta no meio campo. Para quem viu um e outro, estas constatações não serão mais do que evidentes, mas já pensaram que o jogo mais entretido foi precisamente aquele onde participou a única formação italiana ainda em prova? Surpresa? Não creio.
Ao contrário do preconceito ainda bastante implementado entre a generalidade dos observadores, não me parece que o ‘Catenaccio’ (ou, se quiserem, o futebol estrategicamente mais defensivo) seja hoje ainda um conceito “alapado” ao futebol italiano. O cinismo com que tantas vezes foi conotado o futebol transalpino deriva hoje da mentalidade de treinadores oriundos de outras paragens, particularmente Mourinho e Benitez. Basta, afinal, pensarmos no que consiste, futebolisticamente falando, o subjectivo “cinismo italiano”:

- Bloco médio-baixo com pressing zonal agressivo que convida os adversários a arriscar para, depois, “matar” as partidas em transição.
- Frieza emocional que sabe esperar pelo momento em que o adversário se galvaniza para explorar o espaço criado pelo adiantamento dos seus jogadores.
- Grande capacidade, física e técnica, para ser forte nas zonas extremas do campo – onde, afinal, ele se decide.

Estão a ver o Chelsea, ou não?

É exactamente isso, os princípios do ‘Catenaccio’ já não influem na mente das novas gerações de treinadores italianos. Ancelotti e Mancini não partilham a mesma filosofia de Capello, Lippi ou Trappattoni e isso vê-se também estatisticamente. Olhando para as equipas que evoluem nas 5 mais competitivas ligas europeias (Inglaterra, Espanha, Itália, França e Alemanha), encontramos Chelsea e Liverpool como aquelas que menos golos por jogo concedem, batendo mesmo o dominador Olympique de Lyon. Acaso? Basta rever a partida de Quarta-Feira para perceber que não.
Os tempos podem mudar, os protagonistas também, mas o ‘Catenaccio’ – chamem-lhe isso ou não – continua a ser uma fórmula vencedora no mundo do futebol!

Embora esta comparação não se possa estender a ligas tão desequilibradas como a Portuguesa, aqui fica a curiosidade da tabela incluindo a generalidade das ligas europeias (considerando também a Portuguesa, Belga, Turca, Grega, Holandesa, Escocesa e Romena). Pois é, duas formações Portuguesas no top 5, com o Sporting a liderar. O desequilíbrio da liga é uma justificação evidente, mas aqui terá de entrar também o verdadeiro carácter da filosofia da nova escola de treinadores em Portugal. Pode não ser bonito, mas tem qualidade, digo eu.


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Transferências: Simão e Saviola, para começar

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É um tema que aquecerá com o arrefecimento do futebol dentro do campo. Vai dar para vender jornais e, sobretudo, abrir o apetite durante o jejum do Verão. Começam agora a surgir os primeiros dizeres... e que dizeres! Ventos que vêm de Espanha (e estranhamente ignorados por grande parte da imprensa lusa – talvez a proximidade do clássico gere alguma sensibilidade) trazem notícias de um casamento certo entre Benfica e Liverpool, por Simão a troco de 15 milhões. A fonte é o aparentemente desinteressado “Sport” de Barcelona que – repito – dá a coisa como “feita”!

A “bomba”, para já, é no entanto Saviola, que troca o Barcelona pelo Real Madrid. Como é hábito neste tipo de trocas, o que os jornais “Blancos” garantem, os “Blaugranas” desmentem. Basta ler a “Marca” e o “Sport”. É um jogador fantástico Saviola, um talento que não explodiu mas que o pode fazer a qualquer momento. O “Pibito” tem nas suas características físicas, e ao mesmo tempo, as suas virtudes e defeitos para a posição em que actua. Saviola com o final do seu contrato e aos 25 anos uma decisão importante na sua carreira. Para além das questões financeiras (fala-se que cobra actualmente 4 milhões € por época), também o aspecto desportivo poderá tomar um rumo fulcral em 2007. Será que fazer, de novo, parte de um plantel onde é apenas “mais um” é a solução acertada?


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26.4.07

Relato da Champions Chelsea - Liverpool: Vídeo

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Não há o som do público. Não há a qualidade de outras transmissões tecnologicamente mais sofisticadas. Ainda assim creio ter corrido bem e deixo aqui um pequeno vídeo com algumas passagens "coladas"...

Videos:
- Ocasião de Lampard aos 8 minutos
- Golo de Joe Cole (1-0)

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21.2.07

Craig Bellamy: Como não gerir uma carreira!

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O objectivo era preparar a eliminatória da Champions frente ao Barcelona com a maior das tranquilidades... Pois bem, o estágio do Liverpool no Algarve terá sido tudo menos "tranquilo"! Entre disturbios e desacatos, 3 jogadores do Liverpool foram multados pelo clubes: Dudek, Riise e Bellamy.
Entre estes três há, no entanto, um cujos efeitos da passagem pelo Algarve deverá ter um significado bem maior... Craig Bellamy ameaçou o ala norueguês Riise com um taco de golfe horas depois de um desentendimento entre os dois por causa de um... karaoke! O problema terá irritado Rafa Benitez ao ponto de Bellamy poder ter os seus dias contados como jogador dos 'Reds' - nesta que era vista por todos como a sua grande oportunidade na carreira!
Bellamy é um jogador com características fantásticas: batalhador e rapidissimo é um quebra cabeças para qualquer defesa, possuindo o perfil ideal para fazer parelha de ataque com um avançado forte no jogo aéreo (foi assim com Shearer no Newcastle e agora com Crouch). Aos 27 anos, porém, o internacional galês poderá ter dado o seu mais suicida "tiro no pé" da sua carreira! Depois do Norwich e de uma passagem pelo Coventry, Bellamy brilhou no Newcastle de Bobby Robson mas foi afastado quando se desentendeu com Graeme Souness. Seguiu-se um empréstimo ao Celtic ficando o seu regresso a St. James Park definitivamente comprometido quando resolveu enviar uns SMS ofensivos ao influente Alan Shearer para manifesto desagrado deste. Seguiu-se o Blackburn e agora a sua grande oportunidade no Liverpool parece precocemente condicionada pelos seus devaneios comportamentais - um exemplo para outros jogadores: a carreira faz-se sobretudo com cabeça!

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8.2.07

Afinal, porque é que os ricos preferem os ingleses?

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George Gillett e Tom Hicks são os mais recentes magnatas a "tomar de assalto" uma o futebol Inglês. Desta vez o alvo foi, nem mais nem menos, o histórico Liverpool. Na sua apresentação oficial, o dueto americano juntou à promessa de fidelidade aos valores e princípios dos míticos 'Reds' o já esperado anúncio de investimentos importantes para o futuro próximo do clube: estádio e jogadores serão os alvos preferenciais.

A Premier League tem captado as atenções de imensos milionários interessados em investir os seus milhões no mundo da bola. Por cá temos tendência para colar estas opções a meras extravagâncias de quem não tem nada melhor para fazer ao dinheiro... Mas será mesmo assim? Afinal estamos a falar de 'business men' oriundos do país do Tio Sam onde não existe nem costumes, nem paixão por este desporto que é reconhecidamente o maior do mundo. A BBC apresenta um artigo que explica - em meu entender - bem melhor as intenções destes homens. Aqui ficam alguns dados que mostram que ao contrário do que aqui se pensa, o futebol é (ou pode ser, dependendo dos casos) um grande negócio capaz de gerar milhões:

- Com o novo acordo de TV o último classificado da Premier League de 2007/2008 receberá a módica quantia de 39 Milhões de Euros, sendo este portanto o prémio mínimo de participação na prova. Isto faz com que a ascensão de um clube Inglês para a Premier League seja financeiramente bem mais significativo do que a qualificação para a Champions League!
- O Campeão da mesma época receberá cerca de 76 Milhões de Euros.
- A Delloite prevê que a Premier League (ou seja os seus 20 participantes) possa facturar mais de 2,6 Mil Milhões de Euros em 2008 (ver gráfico).
- Entre os 20 Clubes mais ricos do mundo (que mais facturam através do futebol) existem 8 Ingleses e a tendência é, como se percebe, para aumentar.
- A Liga Inglesa é a maior competição desportiva do mundo superando até as super-profissionais provas americanas da NBA e NFL (basicamente porque interessa a mais gente no mundo). Tem ainda a vantagem (para quem investe) de não ter de viver com "tectos salariais" ou "Drafts" de jogadores - leis que têm como objectivo primário equilibrar a competição tirando o poder aos mais fortes.

Sobre a comparação entre a orientação do Futebol Português e do Futebol Inglês já aqui escrevi e estou convencido de que o primeiro passo é mesmo uma estratégia colectiva e não clubista. Infelizmente, porém, continuamo-nos a entreter com as nossas pequenas e obscuras questões de bastidores - esse é um problema cuja resolução poderá apenas credibilizar a competição, mas nunca a fará, por si só, ser mais atractiva.

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19.1.07

Premier League: Cartaz a Não Perder!

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Para quem gosta de bola é inevitável ficar indiferente a este cartaz! No fim de semana da Premier League temos um Liverpool x Chelsea (Sábado às 12h45) e um Arsenal x Man Utd (Domingo às 16h).
Esqueçamos as polémicas, o mercado de transferências e, mesmo, a tabela classificativa... Serão dois periodos de 90 minutos onde o espectáculo e emoção se vão fundir sob o olhar de milhões de espectadores à espera de um momento de Ronaldo, Henry, Drogba, Gerrard, Lampard, Van Persie, Crouch, Robben, Fabregas, Rooney, Shevchenko, Rosicky, Scholes, ...
O meu conselho: Reservem Lugar! (Mesmo se no Domingo a transmissão pode não ser directa)
Para abrir o apetite - e além dos vídeos dos clássicos entre Arsenal e Man United e do prolongamento da dramática final da Carling Cup em 2005 - ficam aqui os links para os dois grandes duelos no plano individual...

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30.12.06

Melhores 5 jogos Nacionais de 2006

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Tal como prometido, os 5 jogos de 2006 que destaco sob a perspectiva Nacional...
O destaque vai para o momento futebolístico nacional do ano... os penaltis contra a Inglaterra. Ainda hoje emociona ver este que foi um dos momentos de maior intensidade da história da Selecção!

- Benfica 1-3 Sporting (O primeiro clássico do ano foi histórico para o Sporting e para Liedson)
- Liverpool 0-2 Benfica (O grande momento Europeu do Benfica dos últimos anos)


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Melhores 5 jogos Internacionais de 2006

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O final do ano traz também à memória os melhores momentos da temporada...
Porque vale a pena relembrar, deixo aqui os 5 melhores jogos internacionais do ano com destaque para a fantástica final da FA Cup jogada entre West Ham e Liverpool (os 'Reds' venceram, com Gerrard em grande).
Amanhã farei igual destaque, mas segundo uma perspectiva Nacional...

- Argentina 2-1 Mexico (Oitavos do Mundial com o golão de Maxi Rodriguez no Prolongamento)
- Middlesbrough 4-2 Steaua (Reviravolta histórica na meia final da Taça Uefa)


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