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8.5.09

Taça Uefa: Definidos os finalistas e... a ausência de Diego!

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A coisa não foi fácil, mas acabou por confirmar-se o meu palpite inicial. Shakhtar e Bremen vão disputar a final de Istambul.

Num caso, o do Shakhtar, creio que o factor casa terá sido fundamental. Conseguido o empate fora, o Shakhtar fez valer a sua força em casa numa eliminatória que não surpreendeu em relação ao conhecimento que tinha das 2 equipas. O Shakhtar tem uma qualidade individual enorme e que passa despercebida à maioria dos adeptos europeus, mas não tem uma grande organização. Pelo contrário, o Dinamo, não tendo tão bons recursos individuais, ganha vantagem em termos de organização colectiva.

No que respeita à outra meia final, creio que acabou por falar mais alto o desgaste que a sobrecarga de jogos decisivos teve nesta equipa do Hamburgo. Este era, aliás, o motivo pelo qual me pareceu que o Bremen fosse mais capaz de estar na final. Nota óbvia para a ausência da grande figura da Taça Uefa 08/09, Diego. É um condicionalismo grande para o Bremen numa final que não contará também com Hugo Almeida depois de uma infantilidade incrível quando a equipa tinha o apuramento praticamente garantido...


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17.4.09

Taça Uefa - O fantástico 3-3 e as meias finais

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No inicio desta eliminatória tinha falado da supresa pelas presenças de Marselha, PSG e Man City, antecipando uma provável sensação ucraniana na prova. Confirmou-se a eliminação destas 3 equipas, uma consequência, em muito boa parte, da concentração que todas depositam nas suas competições internas. Confirma-se também um finalista ucraniano que, aliás, até poderiam facilmente ser 2 caso Kiev e Shakhtar não se cruzassem já.

Já tinha confessado também algum desapontamento pela performance da Udinese na primeira mão da eliminatória, sobretudo no que respeita à eficácia. Os italianos acabaram por pagar cara essa factura e nem o bom esforço protagonizado no segundo jogo valeu para compensar a desvantagem trazida da Alemanha. Este foi, de resto, um jogo altamente emocionante com menos golos mas com bem oportunidades do que o tão elogiado 4-4 de Terça Feira. Na Udinese, na ausência de Di Natale, destacou-se o espectacular Quagliarella, num jogo que teve apenas o esboço de um promissor e talentoso Alexis Sanchez. No Bremen, fantástico Diego que, exagerando, pode dizer-se que qualificou sozinho a sua equipa. De resto, os alemães confirmaram a sua assumida vocação ofensiva, bem expressa no contraste entre a incapacidade para controlar minimamente o adversário e o notório poderio no último terço, responsável por 6 golos em 2 jogos. Terá sido seguramente um dos jogos do ano nas competições europeias.

Meias finais
Os duelos podem favorecer Bremen e Dinamo. A razão para isto é a menor preocupação com as competições domésticas, já que ambas as equipas têm a sua classificação praticamente definida. Ao contrário, Hamburgo está envolvido na acesa luta pelo título e acesso directo à Champions, ao passo que o Shakhtar, fruto de uma péssima campanha interna, ainda terá de garantir o segundo lugar. Ainda assim, se pedirem um prognóstico, arriscaria Bremen e Shakhtar na final, com uma meia final com muitos golos entre os alemães.
Uma coisa é certa, a Taça Uefa pode não ser a competição mais mediática pelo afastamento dos grandes emblemas europeus, mas é uma competição extremamente interessante, com o equilíbrio e imprevisibilidade a serem muito mais vincados do que na Champions
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Dinamo Kiev 3-0 PSG
Marselha 1-2 Shakhtar
Man City 2-1 Hamburgo

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10.4.09

Taça Uefa: Notas da 1ª mão dos quartos

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Shakhtar 2-0 Marselha - Tinha feito a previsão de uma surpresa ucraniana e a hipótese vai ganhando forma. Em Donetsk, o Shakhtar foi feliz mas creio que acabou por vir ao de cima 3 factores importantes. A qualidade individual já realçada nos embates com o Sporting, o relevante factor casa e, finalmente, a tal importância dada à prova por parte dos ucranianos, em relação a um Marselha envolvido numa luta pelo título que lhe diz, pelo menos para já, muito mais.

PSG - Dínamo Kiev – No outro jogo entre ucranianos e franceses, também um bom resultado para o Dínamo em Paris embora o nulo possa, como já se provou, ser um presente envenenado para a segunda mão. Este novo nulo caseiro do PSG traz à memória a caminhada do Rangers no ano anterior, tirando partido da ansiedade do adversário com o passar do tempo na segunda mão. Qualquer semelhança entre esse Rangers e este PSG é, no entanto, pouco mais do que coincidência. Ainda assim, novo favoritismo Ucraniano para esta eliminatória, pelos mesmos motivos que enunciei para o Shakhtar – Marselha.

Werder Bremen 3-1 Udinese – Dois resultados idênticos para os alemães ainda em prova. Mais surpreendente para mim o do Bremen, devido à boa qualidade da Udinese que tinha tudo para marcar mais golos nesta primeira mão. A Udinese é a última esperança do futebol Italiano para ter 1 equipa nos últimos 8 das provas europeias e é também uma desilusão da Serie A, apesar da qualidade que se lhe reconhece. A eliminatória não está terminada e vai haver uma reacção forte em Udine seguramente, mas aqueles 2 golos consecutivos (o de Diego vale a pena ver) e as oportunidades desperdiçadas por Quagliarella poderão ter sido decisivos.

Hamburgo 3-1 Man City – Em Hamburgo, o jogo começou com uma fantástica combinação entre Ireland e Robinho (notável controlo e definição da jogada), mas seria muito dificil o City escapar de uma derrota neste jogo. O Hamburgo será provavelmente o mais sério candidato à bundesliga e terá tido no Galatasaray um opositor bem mais difícil do que o City. A equipa inglesa não tem no colectivo a mesma qualidade individual e, sobretudo, está muito mais concentrada na sua prestação interna. A sua falta de consistência foi “denunciada” na segunda mão frente ao Alborg. Em casa tudo é ainda possível, mas prevejo que Olic (grande jogo!) e Guerrero possam ser suficientes para marcar golos decisivos na segunda mão.


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6.8.08

Van der Vaart no Real Madrid: Será o negócio do ano?

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Fala-se de Ronaldo, de Kaka e, sempre, de qualquer que seja o jogador “da moda” no futebol mundial. Já se percebeu que a fórmula de sucesso não passa por comprar apenas super estrelas e, por isso, a regularidade dos triunfos do Real Madrid têm, realmente, de ser explicados por opções que talvez não encham tantas manchetes pelo mundo fora mas que têm trazido grande qualidade ao plantel merengue. O exemplo mais recente deste tipo de contratações pode ser encontrado na aquisição de Rafael Van der Vaart. Um jogador cuja qualidade é há muito conhecida mas que chega a Madrid, talvez, na melhor altura, revelandoum grande crescimento da sua maturidade como jogador.

Desta transferência quero realçar 2 aspectos – contornando o problema saudável de Schuster para compor a sua equipa. O primeiro prende-se com a curiosidade de, anos depois, morar em Madrid mais representativo clã Holandês. Depois de, nos anos 70, Cruijf, Neeskens e o treinador Mitchels terem representado o Barcelona, de nos anos 80 o famoso trio Gullit, Rijkaard e Van Basten ter triunfado no Milan e, mais recentemente, Van Gaal ter importado praticamente uma equipa de holandeses para o Barcelona, é agora a vez do Real Madrid ter nada menos do 5 holandeses (Robben, Drenthe, Nistelrooy, Sneijder e Van der Vaart). O outro ponto tem a ver com o valor da transferência. 13 milhões de Euros. Um saldo do Hamburgo, face à eminente saída do jogador em final de contrato. Será, talvez, o negócio do ano!

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