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29.5.09

A "Operation Tango"!

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Última jornada na Escócia. O Celtic precisa de ganhar e esperar que o Rangers não ganhe. O Rangers vence e, de repente, em Celtic Park, começa a festejar-se o golo do empate no jogo do Rangers que, entretanto, já vencia. Acontece que o golo não acontecera e, mais fantástico ainda, a situação fora preparada por adeptos do Rangers. Aparentemente uma série de sms em simultâneo conseguiram enganar um estádio cheio de gente ansiosa. Esta foi a "Operation Tango" e o seu resultado foi um sucesso. Esperamos pela desforra!

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17.4.08

O outro Derbi da noite!

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18.3.08

Eles já ganharam a sua Taça da Liga...

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19.10.07

Destaques do fim de semana

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Rangers – Celtic (SPL, Sábado, 12h30)
O embate de ‘Old Firm’ tem, como é sabido, uma importância que vai bem além do plano desportivo, para a comunidade local. O duelo de Glasgow é, de resto, um dos mais reveladores exemplos do relevo que tem o futebol como fenómeno social, num embate que divide protestantes e católicos e que é também o momento mais importante de uma rivalidade centenária e que nem sempre foi tão saudável quanto a beleza do jogo mereceria.
O Celtic, dominador do futebol Escocês no passado recente, lidera a prova ao cabo de 9 jornadas, com 3 pontos de avanço sobre o seu rival. Entre os dois está, note-se, um dos casos interessantes do futebol europeu neste arranque de temporada, o Hibernian, única formação imbatível na SPL deste ano, tendo já derrotado ambos os colossos do país. Os católicos contam com um leque de bons valores estrangeiros como o guarda redes polaco Boruc, os médios Donati, Jarosik e Nakamura (tem perdido alguma da influência neste inicio de temporada), e o avançado Hesselink. A estes juntam-se o capitão defesa central McManus (25 anos) e a jovem promessa do momento em Celtic Park, o irlandês Aiden McGeady (extremo rápido de 21 anos).
Do outro lado, a formação de Ibrox é composta um pouco mais à base de jogadores escoceses onde se destacam o experimentadissimo defesa David Weir (37 anos) e sobretudo o capitão e motor da equipa, Barry Ferguson. De resto, a velocidade e explosão de DaMarcus Beasley (extremo norte americano ex-PSV), Darcheville (experiente e possante avançado francês) e Thomas Buffel (veloz extremo belga de 26 anos) são as armas mais relevantes.
Palpite: Rangers

Everton – Liverpool (Premier League, Sábado, 12h45)
Um Derby e uma deslocação muito complicada para os ‘Reds’. Benitez teve o dinheiro que tanto reclamou durante muito tempo, aumentando as expectativas e a responsabilidade voltar a trazer o estatuto de melhor emblema inglês para Anfield, tantos anos depois. A verdade, no entanto, é que as dificuldades ofensivas do Liverpool têm-se mantido com a rotatividade do treinador espanhol a recolher muitas críticas entre os adeptos. 4 empates em 8 jogos voltam a trazer o sabor da frustração para este adversário do FC Porto na CL. Precisamente na mais prestigiada prova europeia, surge o outro problema de Benitez. Com um jogo importante a meio da semana, onde, depois da surpreendente derrota em casa frente ao Marselha, não pode falhar frente ao Besiktas, o Liverpool pode ter aqui uma semana decisiva para a temporada.
O Everton perfila-se, mais uma vez, para uma classificação prestigiada na Premier League. Comandados pelo brilhante Mikel Arteta (como seria interessante vê-lo num clube de maior dimensão!), os orientados de David Moyes têm apenas sentido algumas dificuldades na produtividade ofensiva dos seus avançados neste inicio de temporada... Curiosamente este surge como um problema improvável depois dos ‘Blues’ terem investido fortemente na contratação do possante goleador Yakubu (24 anos, ex-Middlesbrough), juntando-o a Andy Johnson (em baixo de forma) e ao escocês McFadden (que não se mostra tão mortífero como ao serviço da Selecção). Nota ainda em matéria de avançados para os jovens James Vaughan (inglês, 19 anos) e Victor Anichebe (Nigeriano, 19 anos), duas promessas para o futuro. Para esta temporada Moyes conta ainda com os reforços Leighton Baines (jovem lateral esquerdo com um excelente pontapé), o regressado Gravesen e a antiga promessa do Ajax Pienaar.
Palpite: Empate

Espanhol – Real Madrid (La Liga, Sábado, 21h00)
Curioso e atípico são dois adjectivos com que classificaria o inicio de temporada do Real Madrid. Primeiro, uma pré temporada desastrosa com várias derrotas e muitos golos “encaixados”. Pois bem, à sétima jornada o Real comanda a Liga com apenas um empate (em Valladolid) e sendo o melhor ataque e a melhor defesa da prova. Numa formação com muito investimento e várias caras novas – Sneijder tem-se mostrado como a grande aquisição da temporada – encontro ainda espaço, apesar do sucesso inicial, para algumas reticências em torno da equipa de Bernd Schuster. É certo que os campeões também passam por muito sofrimento mas este Madrid conta já com algumas ajudas da tal “estrelinha” nestes jogos iniciais, onde nem sempre se mostrou à altura das exigências (sobretudo uma exibição bastante pobre e incrivelmente feliz frente ao Getafe).
Do outro lado, o Espanhol recebe “Los Blancos” num quinto lugar que diz bastante da qualidade da equipa de Valverde. O que mais espanta na performance da equipa são os resultados recentes, nomeadamente as vitórias fora frente ao Seville e frente ao Valência. O momento parece assim ser o indicado para receber o campeão, naquela que será mais uma prova à capacidade da equipa, agora no seu Montjuic. Da equipa que derrotou o Benfica na brilhante caminhada europeia em 06/07 não há grandes alterações, com uma equipa sobretudo à base de Espanhois de qualidade, onde se destacam De la Pena, Alber Riera, Luis Garcia, Rufete e Tamudo. Para este ano Valverde conta, ainda, com as contratações Valdo (26 anos, ex-Osasuna) e Smiljanic (promessa Sérvia de 20 anos).
Palpite: Empate

São Paulo – Cruzeiro (Brasileirão, Domingo, 19h00)
O embate entre os dois primeiros do campeonato chega talvez um pouco tarde para o Cruzeiro. Com 11 pontos de atraso, a não ser que se assista a um verdadeiro milagre, será apenas uma questão de tempo até que o “tricolor” renove o seu título. Ainda assim este embate tem o interesse de opor aqueles que são, de longe, o melhor ataque (Cruzeiro) e a melhor defesa (São Paulo).
Do lado do São Paulo, o 3-5-2 de sempre, com objectividade e cautelas posicionais que tornam esta um equipa muito difícil de bater. Sem individualidades que se destaquem, esta é uma formação que vale pelo seu todo, mas onde, ainda assim, destaco os papeis dos defesas Alex Silva (o talentoso irmão de Luisão), Breno (atenção a este poderoso e versátil defesa de 18 anos!) e Hernanes (médio posicional de 22 anos, bom tecnicamente).
Na “raposa” uma equipa recheada de talento e gente para acompanhar no futuro. Guilherme (avançado rápido e tecnicista de 19 anos) será o principal destaque, mas há outros como Marcelo Moreno (avançado boliviano alto e concretizador de 20 anos), Kerlon (o famoso “foquinha”), Wagner (o 10 da equipa de 22 anos) ou Thiago Heleno (defesa de 19 anos). No Cruzeiro a opção reside sobre um ataque numeroso e apoiado (muitas vezes em 4-2-4), onde pontifica ainda o ex-Sporting Alecsandro.
Palpite: S.Paulo

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17.7.07

Assistências: O exemplo Escocês

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É um tema recorrente no futebol português. Qualquer adepto facilmente apontaria a falta de público como um dos problemas centrais do futebol nacional e, em seguida, depressa se apressaria a apontar o preço dos bilhetes como a principal causa do afastamento.
Há muito que defendo que, não deixando de ser relevante, a questão do preço não é o ponto central do afastamento popular. Na verdade, penso que as pessoas se afastaram dos estádios, com o aparecimento das transmissões televisivas, particularmente, dos jogos de outros campeonatos, bem mais apetrechados do que o nosso. Embora tivessem sido os grandes os primeiros a ficar verdadeiramente afectados – os seus jogos eram transmitidos em directo e, por vezes, assistimos a penosas assistências de 5000 adeptos nos jogos televisionados – , a verdade é que estes são os clubes que mais têm feito para inverter, com sucesso, a situação, sendo também aqueles que têm melhores condições para o fazer, num país tripartido clubisticamente.
Da tabela que apresento – ordenada por receitas oriundas de bilheteira – ressalta, sem surpresas, que Portugal está, quer em número de assistências, quer no valor de receitas, bastante abaixo das chamadas 5 grandes ligas europeias. O que, se calhar, não pensavam era que, afinal, os nossos ingressos não fossem aqueles que maior custo tinham. Aliás, representam quase metade do grande fenómeno de sucesso do futebol mundial, a Primeira Liga Inglesa. Outro aspecto curioso vem do número de bilhetes vendidos por 1000 habitantes, onde se tem em conta a dimensão demográfica dos países e onde, afinal, Portugal até parece ser um caso de sucesso, comparativamente com ligas bem mais competitivas financeiramente.
O ponto que fica, para mim, desta análise é que Portugal não pode querer chegar aos níveis de países largamente mais povoados, com modelos competitivos idênticos aos destes – qualquer dos países das 5 grandes ligas tem, pelo menos, 4,5 vezes a população Portuguesa. Neste aspecto, já tinha referenciado o exemplo Escocês, e parece-me que os dados da tabela demonstram bem o seu sucesso relativo. Contextualizando, a Escócia é um país com cerca de metade da população portuguesa, fortemente ligado culturalmente ao “gigante” Inglês e com uma qualidade futebolística bem inferior à nossa (refiro-me aos jogadores escoceses em relação aos portugueses). Com todas estas condicionantes a Escócia vive, tal como cá, alguns problemas de sobrevivência nos seus clubes mais modestos, mas creio que o seu exemplo não pode deixar de ser realçado. O campeonato escocês tem uma fórmula competitiva própria, com 12 equipas a jogarem 3 vezes entre si e com um quarto jogo apenas entre as equipas de cada um dos lados da tabela (6 de cima e os 6 de baixo). Esta não é, na minha opinião, a fórmula ideal, mas é seguramente uma solução bem mais adequada do que a nossa dança acéfala entre o campeonato a 18 e a 16. Os números são evidentes, conseguindo os escoceses excelentes receitas de bilheteira e uma impressionante venda de bilhetes por 1000 habitantes.

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