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8.10.09

Os antecessores de Berbatov

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12.5.09

O ataque do Benfica e outros detalhes do fim de semana

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A época não teve sempre estes intervenientes como principais protagonistas, mas o jogo com o Trofense, podendo não ter sido o mais bem conseguido noutras vertentes, mostrou um pouco da forma como algumas unidades ofensivas do Benfica podem ter maior rendimento. Cardozo é um ponta de lança de área e mais útil como referência única na frente de ataque. Foi nesse papel e ganhando directamente os duelos com os centrais que o paraguaio não só marcou os seus 2 golos, mas também apareceu a responder a outros lances. O carácter mais fixo de Cardozo pode libertar Aimar para um papel de maior mobilidade, nomeadamente para aparecer como elemento de desequilíbrio junto às alas. O argentino apareceu muito pouco nestas posições mais laterais durante a época mas neste jogo, mostrou como pode ser útil nessa rotina, fugindo também de zonas mais centrais onde recebe invulgarmente mais apertado. Às características destes 2 jogadores acresce a importância do papel dos extremos, responsáveis por criar situações de cruzamento que têm normalmente Cardozo como destino. Estas poderão, desde já, ser as coordenadas ofensivas do Benfica 09/10, dependendo, claro, de quem estiver na liderança da equipa...

outros lances:
Finalização Cardozo (25min)

Golo Cardozo (38 min)
Finalização Di Maria (45 min)

Golo de Bruno Alves – O golo da festa, surge de um lance de bola parada em que Bruno Alves surge solto para finalizar. Normalmente este tipo de cobranças a solicitar um cabeceamento em devolução ao segundo poste acontece mais como forma de desfazer a zona de marcação. Não é o caso porque o Nacional defende homem-a-homem, havendo por isso um erro individual. No caso o jogador que ignora Bruno Alves de uma forma proibitiva é Luis Alberto. Um erro óbvio e evidente, mas o ponto que me faz destacar este lance é a displicência do Nacional em relação a Bruno Alves, o jogador mais temível entre os portistas neste tipo de lances. Para além da forma desleixada como o médio do Nacional encarou a sua tarefa, há ainda o pormenor de Luiz Alberto ser um jogador quase 10 cm mais baixo, sendo muito duvidoso que pudesse discutir lances aéreos com o central portista, para mais sem qualquer tipo de agressividade na marcação.

Golo do Setúbal – Não é a primeira vez que tal acontece, mas desta vez acabou mesmo por ter consequências. O golo do Setúbal nasce de um contra ataque, não imediatamente, mas pouco depois de um canto favorável aos leões. Foi muito elogiado o desenho ofensivo dos sadinos, mas a verdade é que há um grande demérito leonino na jogada, que vai para além do erro inicial de Romagnoli. É que quando Polga sai para pressionar Regula, a zona central deveria ter sido fechada por Tonel, havendo uma aproximação dos defesas para colmatar o espaço liberto pelo seu colega. Isso não acontece porque Tonel não recuperou devidamente a posição depois do canto. Repare-se como é Abel que está por dentro, com Tonel mais à direita. Uma lentidão de reorganização defensiva que não é nova e que colocou em causa um jogo aparentemente controlado.

O golo de Liedson – 2 pormenores que destaco no segundo e decisivo golo de Liedson. Primeiro a sua característica de mobilidade, partindo de trás para abordar a zona de finalização. Esta característica impede que haja uma referência de marcação na jogada e faz com que o brasileiro não esteja pressionado quando recebe. Depois, o outro pormenor que tantas vezes destaco. O primeiro toque. Um toque rápido e orientado serve para dificultar a tarefa a quem tenta estabelecer posição para impedir o remate. 2 pormenores que condicionam a oposição a Liedson que, no final, acaba até por ajudar o “levezinho”, fazendo a bola ressaltar para fora do alcance de Pawel.

Golo de Tevez – Não há muito a dizer. Apenas um destaque para realçar a diferença que pode fazer a qualidade individual dos jogadores. Uma transição que é quase um alívio em condições difíceis de recepção é transformada de forma aparentemente simples em golo. Notável a recepção de Berbatov (sobretudo por virar as costas à bola, esperando que ela caia por cima de si) e, depois, o repentismo e precisão de Tevez.


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3.9.08

Ferguson: Quem ri por último...

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O último dia do mercado reforçou o resultado da “novela-Ronaldo”. Ferguson começou bem cedo a ser “atacado” pelo poderio da pressão mediática do Real Madrid para a saída de Ronaldo. O caso chegou a parecer perdido para os “Red Devils” mas o tempo e astúcia do velho Ferguson deu a volta à situação. Uma conversa com Ronaldo no momento em que o tiroteio de imprensa começava a tornar-se redundante e desgastante para todas as partes fez o jogador rever a sua posição, dando uma grande baixa nas expectativas “merengues” para um negócio difícil mas muito bem preparado em Madrid.

Paralelamente a Ronaldo, em Inglaterra vivia-se um caso semelhante: Berbatov. Curiosamente aqui o papel de Ferguson era inverso, sendo ele próprio o protagonista dos movimentos de rapina sobre o talentoso búlgaro. Ao contrário do escocês, o Tottenham e Juande Ramos não conseguiram nunca fazer do tempo um aliado. Antes pelo contrário. No último dia, o Tottenham estava sem Berbatov e com um péssimo arranque de temporada, ligando-se essa catastrófica performance aos nefastos efeitos psicológicos do “caso Berbatov”. A corda quebrou do lado londrino e Ferguson venceu mais este duelo.

Mas há mais. Em Espanha, Robinho tornou-se num efeito colateral da novela Ronaldo. De orgulho ferido e sangue quente, o jogador protagonizou uma conferência de imprensa bombástica nas vésperas do final do mercado, tornando muito complicada a permanência do ex-camisola 10 merengue. O resultado foi o milionário negócio de última hora para o Man City que, por muito dinheiro que tenha valido, revelou-se no derradeiro contributo para o fiasco Madrileno, não só não conseguindo atingir qualquer dos alvos prioritários (Ronaldo e Villa) como ainda perdendo um jogador cuja evolução revelada no último ano permitia pensar poder tornar-se num candidato a bola de ouro num futuro próximo.

O resultado de tudo isto é uma vitória em toda a linha para Ferguson que, no mínimo, deve ter aberto uma das suas melhores garrafas de vinho para festejar. O plantel foi reforçado com o alvo que ele definira inicialmente e, como se não bastasse, conseguiu indirectamente provocar um duro golpe no Real Madrid que perdeu Robinho sem ter tempo para colmatar essa baixa. A cereja no topo do bolo terá sido mesmo a entrada em cena do Man City, levando Robinho de Madrid e... desviando-o do concorrente Chelsea.

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11.5.07

Manuel Fernandes, Berbatov e... os melhores golos de Abril!

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É já um hábito a cada ínicio de mês... Os melhores golos de Abril fazem a vez de Maio. Estou a falar da Premier League, claro. Este mês, para variar, não há Cristiano Ronaldo. A tradição, porém, mantém-se e há um Português em especial evidencia na Selecção: Manuel Fernandes. Vai para ele o meu voto.

Patriotismo à parte, não posso deixar de referenciar o nome em maior destaque nesta selecção: Dimitar Berbatov. O avançado do Tottenham termina a temporada em grande, preparando-se para ser um dos principais alvos da especulação do defeso. Berbatov é o exemplo de como uma boa observação pode valer milhões. Contratado há apenas um ano ao Bayer Leverkusen, adaptou-se rapidamente à Premier League e é agora visto como um dos melhores avançados da prestigiada prova. Alto, rápido, talentoso e objectivo... promete!


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